quinta-feira, 3 de junho de 2010

Rue McClanahan

1934 - 2010
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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Without a Paddle (2004)

Sem Rumo e Sem Remos de Steven Brill é um divertido e simpático filme sobre a amizade que conta com a participação de Seth Green, Matthew Lillard (num papel diferente do habitual em que não faz de psicopata ou afins), Dax Shepard e uma participação especial de Burt Reynolds.
Após a separação de quatro amigos na adolescência, três deles voltam a encontrar-se para o funeral do outro que lhes deixou no cofre que tinham criado em crianças, as indicações de um suposto tesouro que haviam prometido encontrar.
Os três são diferentes, bastante até, entre si. Um recusa-se a crescer e tomar compromissos, outro vive com inúmeras fobias e o terceiro vive com receio de ser um falhado como sempre o haviam caracterizado. É com esta viagem, esperam, que ao conseguir satisfazer a vontade ao amigo agora desaparecido consigam também vencer os obstáculos que não os fazem avançar na vida.
O filme que se encontra com os clichés habituais sobre a amizade, o crescer e tornar adulto, a aceitação de compromissos e demais elos a que a vida adulta nos obriga a todos, consegue no entanto ultrapassá-las com o seu tom de comédia ligeira que, não provocando gargalhadas gratuitas, provoca no entanto uma sensação de bem-estar e de simpatia pelas personagens interpretadas.
No final, depois de assitirmos a um filme simples mas eficaz tanto na sua mensagem sobre a amizade como na sua comédia ligeira, ficamos com um agradável sentimentos de tranquilidade e de bem-estar pois pensamos que "amanhã tudo estará bem".
Aqui temos um perfeito exemplo de como um filme que passa ao lado das grandes campanhas de publicidade e das atenções do público consegue no entanto ser um bom estandarte do feel-good movie dentro do género da comédia.

6 / 10

terça-feira, 1 de junho de 2010

Bugs Bunny Nips the Nips (1944)

O título diz tudo... Bugs Bunny dá conta dos nipónicos. Considerando o ano em que esta curta-metragem de animação de Friz Freleng foi feita pouco mais há a dizer além de que era um claro instrumento de propaganda de guerra utilizado pelos Estados Unidos contra o Japão.

No entanto, afastada a lição de História, é impossível não vê-la e pensar apenas em puro divertimento que o coelho mais famoso da história do cinema de animação nos dá.

Tal como todas as outras esta curta é simplesmente deliciosa.

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7 / 10

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Death Defying Acts (2007)

Houdini - O Último Grande Mágico de Gillian Armstrong conta com as prestações de Guy Pearce, Catherine Zeta-Jones e de Saiorse Ronan, numa história que se centra no período final da vida do mágico Houdini.
Pelo trailer o filme promete muito. Pensamos tratar-se não só de um bom drama como também de uma potencial história de amor com alguma pitada de paranormal, uma vez que Houdini se desloca para Edimburgo com a finalidade de desmascarar falsos videntes até encontrar aquele que seja de facto real e que consiga comunicar com alguma entidade para além da morte.
Assim, aquilo que promete ser o início de uma história de amor quando Houdini (Pearce) conhece Mary (Zeta-Jones) e a filha desta Benij (Ronan). O filme aquece um pouco (não, nada de porno-erótico) mas não adianta em nada uma vez que entre Houdini e Mary nada acontece para além de uma paixoneta platónica, o que de certa forma faz abrandar o potencial interesse que o filme tem.
De seguida outro ponto forte que o filme tinha e ainda assim não foi em nada aproveitado, foi a possibilidade de entrar pelo campo do paranormal e do potencial interesse que o mágico teria em desmascarar os contos do vigário que lhe queriam pregar a troco de uma enorme recompensa monetária contudo este é mais um tema tocado muito ao de leve durante todo o filme, passando em muitas ocasiões até por ser algo totalmente secundário.
No fundo, se formos a analisar coerentemente, este filme não consegue estabelecer uma grande ou coesa história que dinamize o potencial que poderia ter alcançado fazendo no entanto leves abordagens a vários tópicos que acabam por morrer à nascença.
As interpretações, todas elas sem qualquer excepção, são muito pobres e com pouco conteúdo, também ele ficou pelo início, não sendo explorada nenhuma das personagens de uma forma real e convincente.
Chegamos aqui e perguntamos "afinal o que é que o filme trouxe de positivo?". Bom, a isto a resposta é também muito simples: praticamente nada. À excepção de um muito bem elaborado trabalho de fotografia da autoria de Haris Zambarloukos que confere ao filme um ambiente sombrio e misterioso tudo o resto passa, de uma forma espantosa, ao lado.
Pouca é a coerência entre as várias personagens do filme deixando com que praticamente tudo fique por explorar bem como os demais aspectos da história também acabam por não conseguir ser desenvolvidos nem sequer um pingo de dinamismo apresentam. Tudo é referido e falado, mas muito pouco (ou nada) é devidamente desenvolvido de forma coerente.
Não vence nem convence e quanto muito serve apenas de motor para divulgar ao mundo que a Zeta-Jones ainda está em forma para fazer filmes de "menina bonita".



4 / 10

domingo, 30 de maio de 2010

Serving Sara (2002)

Divórcio de Milhões de Reginald Hudlin foi mais uma tentativa de filme pipoca que (in)felizmente não resultou lá muito bem.
Com um Matthew Perry ainda no rescaldo do sucesso da série Friends e uma Elizabeth Hurley à procura do seu lugar ao sol em Hollywood, este filme teria as hipóteses de se transformar numa interessante comédia não fosse o facto do argumento não ser tão pouco dinâmico e oco em diversas ocasiões.
Sim, é um facto que tem os seus momentos em que se pode considerar uma comédia ligeira e alguns até conseguem ser engraçados e divertidos mas não o suficiente para nos convencerem de que assistimos a um filme de qualidade dentro do género.
Resumidamente é muito pobre, e os poucos momentos em que consegue ser agradável é devido ao carisma e sensualidade que Elizabeth Hurley lhe confere porque, de resto, é de facto francamente pobre e um tanto enfadonho.
Tirando isto, e passando pela história, Perry interpreta o papel de um homem que entrega intimações a diversas pessoas até se deparar com Hurley que está a fugir de uma. Quando de facto se cruzam lá decidem fazer um acordo e ela promete pagar-lhe bem se a ajudar. Aventuras aqui e ali e... está o filme contado.
Não é um bom filme nem tão pouco de ser daqueles que ainda conseguimos ver duas vezes. Aqui não. Depois de ver a primeira vez cai totalmente no esquecimento de tal forma que nunca mais sabemos que ele existe. Vê-se pura e simplesmente para passar o tempo e... já está!
Dito isto, a pontuação com que presenteio este filme, admito-o, ser toda reencaminhada para a Elizabeth Hurley porque sim, assumo que gosto dela e sim, se isto não acabar tudo em 2012, um dia ainda a iremos ver a fazer um filme de qualidade.

3 / 10

sábado, 29 de maio de 2010

Dennis Hopper

1936 - 2010
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8 1/2 Festa do Cinema Italiano: Melhor Filme

Good Morning Aman de Claudio Noce foi o vencedor do Prémio Pirelli de Melhor Filme da terceira edição do 8 1/2 Festa do Cinema Italiano que decorre anualmente em Lisboa com edições no Porto e em Coimbra.


sexta-feira, 28 de maio de 2010

Aquamarine (2006)

A Sereia Apaixonada de Elizabeth Allen é um filme simpático sobre a amizade e o amor adolescente mas que, no entanto, mais não é que uma adaptação mais recente de um enorme clássico e êxito das bilheteiras dos idos anos 80 chamado Splash que catapultou para a fama o tão saudoso Tom Hanks.
A história, interpretada por alguns ídolos teen norte-americanos, consiste na procura do amor verdadeiro para escapar a um imposto. Os detalhes que podem tornar esta história um pouco diferente de centenas e centenas de outras é apenas o facto de quem procura o amor ser... uma sereia. Uma sereia que abandona o mar para procurar o seu amor em terra. Ironia das ironias encontra-o num salva dias de uma praia.
Pelo caminho encontra duas adolescentes que se sentem marginalizadas pelos grupos populares (muito típico nestes teen movies) mas com as quais irá formar uma boa amizade.
Moralismos à parte, dos quais este género de filme está sempre repleto, temos então um filme engraçado, não conseguindo chegar a um patamar superior porque em primeiro lugar tem o filme anteriormente referido como um inatingível, e em segundo lugar porque os ditos teen movies já são tantos que acabam a grande maioria deles por se perder pelo caminho.
Destaco no entanto como um factor positivo do filme a prestação de Sara Paxton, a sereia Aquamarine, que detém aqui um papel simpático com leves toques de comédia que consegue assim dinamizar a grande maioria do filme abafando um pouco os restantes actores. No entanto, não consegue ter o mesmo carisma que teve Darryl Hannah há quase trinta anos.




6 / 10

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Globos de Ouro SIC/Caras 2010: os vídeos

Daniela Ruah, NCIS: Los Angeles (Revelação)


Catarina Wallenstein (Actriz Cinema)

Salazar, A Vida Privada

Singularidades de uma Rapariga Loira

Um Amor de Perdição


Rui Morrison (Actor Cinema)

Os Sorrisos do Destino


Um Amor de Perdição (Filme)

Mário Barroso

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Sex and the City (2008)

O Sexo e a Cidade de Michael Patrick King ressuscita após o final da série com o mesmo nome as aventuras das quatro amigas Sarah Jessica Parker, Kristin Davis, Cynthia Nixon e Kim Cattrall na cidade de Nova York que insiste em erradiar o seu brilho ao longo de todo o filme.
Este filme, que mais não é que um episódio alargado da série, retoma os dramas e as vivências diárias das quatro amigas e passam pela tentativa frustrada de casamento de Carrie (Jessica Parker), a sua recaída e no final, o seu casamento consumado.
A história não é uma novidade. Especialmente não o será para aqueles que acompanharam durante vários anos as sucessivas temporadas que passavam nas nossas televisões. Assim sendo, um enorme sentimento de amizade, cumplicidade, amor, sexo e algumas quantas risadas à custa de situações mais ou menos embaraçosas são durante estas quase duas horas de filme os elementos chave que as personagens que amámos e habituámos a ver nos dão.
A química continua a existir entre todas elas, e é isso que faz este filme funcionar e não se tornar numa pobre adaptação da série. Não será um filme estonteante talvez devido ao facto de todos nós já sabermos o que se poderá suceder e assim quase anteciparmos todo o filme. No entanto não deixa de, ao mesmo tempo, ser reconfortante e muito agradável revermos as empatias criadas entre elas.
O filme, tal como a série, é muito light com as doses necessárias de comédia para se passar um bom bocado a visioná-lo, mas não deixa de ter os seus momentos em que de facto pensamos na vida. Lamechas? Nada disso... Real... Real em muitas situações até, e é possivelmente isso que fez tanta gente apaixonar-se pelos dilemas que estas personagens nos transmitiam semanalmente, e fez também com que tantos aguardassem com uma enorme ansiedade para saber o que dali viria (e ainda vem com a continuação deste filme).
Boas interpretações, uma Nova York sempre presente, uma Oscarizada (Jennifer Hudson) e um guarda-roupa sempre estonteante que é tão importante quanto a presença das próprias actrizes fazem deste filme um bom exemplo daquilo que se espera quando transportam uma série da televisão para o cinema.

7 / 10

terça-feira, 25 de maio de 2010

American Pie Presents Beta House (2007)

American Pie Apresenta: Fraternidade Beta de Andrew Waller mantém apenas a personagem de Eugene Levy desde o filme original bem como a fidelidade se estende à premissa que se encontra igual a todos os filmes desta saga, ou seja, adolescentes com o cio.
Este filme não nos acrescenta nada de novo. Aliás como todos os desta saga da qual nunca fui grande fã apesar de achar piada a algumas das parvoíces que por aqui andam. Do estilo ainda tenho na memória a trilogia Porky's que, essa sim, é para mim a grande vencedora deste estilo de filme.
De resto temos mais do mesmo em qualquer um desta saga que já deve de ir nos 300 filmes (mais coisa menos coisa)... Muito alcoól, muita tanga (mesmo tanga) ou até muita falta de roupa interior... sexo... e mais alcoól.... e mais sexo... e mais alcoól... e mais sexo... e mais alcoól (já deu para terem a ideia?) e uma ideia de que nem todos os tarados são burros... e nem todos os cromos são santinhos. Fundamentalmente, não formar ideias antes de conhecer as pessoas com quem lidamos... Muito moralista.
Bem disposto... Animado... Algo divertido mas... não fica na memória de ninguém.

4 / 10

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Histoire de Pen (2002)

Plano de Combate de Michel Jetté é um filme que quando assisti ao seu trailer me despertou algum interesse visto ser uma história de prisão, marginalidade e de drama que aparentava ser estimulante.
Quando vi o respectivo dvd à venda por um daqueles preços mais que acessíveis, lá o adquiri e decidi constatar se era realmente tão bom como ameaçava ver.
A realidade é que.... não é. Começou por ser um trágico dissabor perceber que este filme franco-canadiano estava dobrado em inglês pela voz de alguém que mais aparentava ser actor porno tal era o mau da coisa.
A história consiste num tipo (Emmanuel Auger) que após cometer alguns crimes menores com a mulher de quem gosta (Karyne Lemieux) é apanhado e vai para uma instituição de alta segurança onde é obrigado a conviver com criminosos da pesada, onde é seduzido por um transexual e onde faz amizades com os alucinados do "bairro" ao mesmo tempo que para se proteger faz combates de boxe ganhando amizades de ocasião e os inimigos entre a mafia local.
Após as inúmeras atribulações que se esperam num filme que centra a sua acção no interior de uma prisão, poderíamos ter aqui um filme com alguma categoria e interesse mas que, na realidade, funciona totalmente ao contrário. Desde a dobragem para inglês à la porno, às interpretações que passam de interessantes a comico-ridículas, tudo neste filme roça descaradamente o porno-rasca sem nunca ser porno e ser assumidamente rasca.
O único aspecto que consegue ser algo positivo, mas não chega para salvar nada do dito, é uma banda-sonora da autoria de Gilles Grégoire que atinge algum interesse.
É na sua generalidade um filme pobre que mais aborrece do que estimula e para o qual apontamos mais defeitos do que algum ponto de interesse tornando-se perfeitamente dispensável.
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2 / 10

Cannes 2010: vencedores


Palma de Ouro: Lung Boonmee Raluek Chat, de Apichatpong Weerasethakul
Grande Prémio: Des Hommes er des Dieux, de Xavier Beauvois
Realizador: Mathieu Amalric, Tournée
Argumento: Lee Chang-dong, Poetry
Actriz: Juliette Binoche, Copie Conforme
Actor: Javier Bardem, Biutiful e Elio Germano, La Nostra Vita
Prémio do Júri: Un Homme qui Crie, Mahamat-Saleh Haroun
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Curtas-Metragens
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Palma de Ouro: Chienne D'Histoire, de Serge Avédikian
Prémio do Júri: Micky Bader, de Frida Kempf
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Globos de Ouro SIC/Caras 2010: Carreira



Artur Agostinho
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Globos de Ouro SIC/Caras 2010: Revelação


Daniela Ruah, NCIS: Los Angeles
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domingo, 23 de maio de 2010

Globos de Ouro SIC/Caras 2010: Actor


Rui Morrison, Os Sorrisos do Destino
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Globos de Ouro SIC/Caras 2010: Actriz


Catarina Wallenstein
Salazar, A Vida Privada
Singularidades de uma Rapariga Loira
Um Amor de Perdição
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Globos de Ouro SIC/Caras 2010: Filme



Mário Barroso (realizador)
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Globos de Ouro 2010: O Prémio Carreira vai para ?

Considerando que é um actor com carreira estabelecida no Cinema, Teatro e Televisão, tanto na produção como realização e interpretação e que está agora a celebrar o seu 50º ano de trabalho é uma segura aposta para o Globo de Ouro Carreira deste ano.
Aguardemos então pela cerimónia desta noite para confirmar se será ele o galardoado ou não.
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Globos de Ouro 2010: previsões para a cerimónia de hoje

Como vem sendo habitual para com as cerimónias de entrega de prémios, também com os Globos de Ouro portugueses vou deixar aqui uma breve referência para a cerimónia que irá ter lugar mais logo no Coliseu de Lisboa, uma vez mais apresentada por Bárbara Guimarães.
Assim, e apenas para as categorias de Cinema e para a de Revelação visto haverem alguns actores que são nomeados, aqui ficam as minhas previsões e preferências para a cerimónia desta noite. E são elas:
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Morrer Como Um Homem (Filme)

Margarida Carvalho, Veneno Cura (Actriz)

João Lagarto, 4 Copas (Actor)

Daniela Ruah, NCIS: Los Angeles (Revelação)
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