segunda-feira, 2 de junho de 2025

Canadian Screen Awards 2025: os vencedores



The Apprentice, de Ali Abbasi foi o grande vencedor da 13ª edição dos Canadian Screen Awards atribuídos pela Academia de Cinema e Televisão Canadiana, ao recolher um total de cinco troféus incluindo os de Melhor Filme e Interpretação Protagonista - Drama para Sebastian Stan. Une Langue Universelle, de Matthew Rankin foi, no entanto, a longa-metragem mais premiada do ano com um total de seis troféus incluindo o de Realização.
São os vencedores:

Filme: The Apprentice, Daniel Bekerman (prod.)
Primeira Obra: Village Keeper, de Karen Chapman
Documentário: Yintah, de Jennifer Wickham, Brenda Michell e Michael Toledano (reals.) e Bob Moore, Sam Vinal, Doris Rosso, Daniel Cross e Mila Aung-Thwin (prods.)
Telefilme: Wynonna Earp: Vengeance, de Paolo Barzman e Emily Andras, Jordy Randall, Tom Cox, Rick Jacobs, Todd Berger, Brett Burlock, Sonia Hosko e Jess Maldaner (prods.)
Curta-Metragem de Ficção: On a Sunday at Eleven, de Alicia K. Harris (real.) e Jeff Chiu (prod.)
Curta-Metragem de Documentário: Hello Stranger, de Amélie Hardy (real.) e Sarah Mannering e Fanny Drew (prods.)
Curta-Metragem de Animação: Kanskje det var Elefanter, de Torill Kove (real.) e Lise Fearnley, Maral Mohammadian e Tonje Skar Reiersen (prods.)
Realização: Matthew Rankin, Une Langue Universelle
Direcção de Duplos: Steven McMichael e Leslie McMichael, Wynonna Earp: Vengeance
Interpretação Protagonista - Drama: Sebastian Stan, The Apprentice
Interpretação Protagonista - Comédia: Cate Blanchett, Rumours
Interpretação Protagonista - Telefilme: Melanie Scrofano, Wynonna Earp: Vengeance
Interpretação Secundária - Drama: Jeremy Strong, The Apprentice
Interpretação Secundária - Comédia: Graham Greene, Seeds
Interpretação em Curta-Metragem de Ficção: Bryn McAuley, Bibi's Dog is Dead
Casting: Marilou Richer e Ila Firouzabadi, Une Langue Universelle
Argumento Original: Matthew Rankin, Pirouz Nemati e Ila Firouzabadi, Une Langue Universelle
Argumento Adaptado: Sook.Yin Lee e Joanne Sarazen, Paying for It
Montagem: Xi Feng, Une Langue Universelle
Montagem - Documentário: David Schmidt, Wilfred Buck
Fotografia: Gayle Ye, Paying for It
Fotografia - Documentário: Michael Toledano, Yintah
Música Original: Mychael Danna, Seven Veils
Música Original - Documentário: Murray Lightburn, Any Other Way: The Jackie Shane Story
Canção Original: "Revolutionary Heart", por Torquil Campbell, We Forgot to Break Up
Som: Christian Cooke, Mark Zsifkovits, Trevor Goulet, Peter Persaud e Daniel Moctezuma, The Shrouds
Som - Documentário: Marie-Pierre Grenier, Camille Demers-Lambert, Nataq Huault, Olivier Germain e Alexis Farand, Okurimono
Efeitos Sonoros: Robert Bertola, Jill Purdy, David Rose, Paul Germann, Steve Baine e Fraser Gee, The Shrouds
Design de Produção: Louisa Schabas, Une Langue Universelle
Guarda-Roupa: Negar Nemati, Une Langue Universelle
Maquilhagem: Colin Penman, Brandi Boulet e Sean Sansom, The Apprentice
Design de Cabelo: Michelle Cote, Charlotte DeLaet e Sandra Kelly, The Apprentice
Efeitos Especiais Visuais: Brian Huynh, Sophia Jooyeon Lee, Steven Huynh, Justin Perreault e Michael Davison, Code 8: Part II



domingo, 1 de junho de 2025

Jonathan Joss



1965 - 2025

sábado, 31 de maio de 2025

Portugueses (2025)


Portugueses de Vicente Alves do Ó (Portugal) é a mais recente longa-metragem do realizador de Florbela (2012), Al Berto (2017) e Amadeo (2023) que teve a sua ante-estreia ontem nas Ruínas do Convento do Carmo, em Lisboa.
António (Diogo Branco) está em fuga. Bento (Paulo Calatré), aparentemente mais habituado aos tortuosos caminhos que mostravam um local de saída do país, ajuda-o nessa mesma fuga. Assim começa a história de Portugueses que se centra em pequenos, mas carregados de simbolismo, segmentos que mostram o Portugal do pré-25 de Abril pontuados com a revisitação de algumas das canções que marcaram esse final de regime.
A grande surpresa de Portugueses chega não necessariamente com a história em si, pois facilmente qualquer um de nós encontra esse "antigamente" ainda não tão distante presente nas histórias colectivas, pessoais, individuais ou familiares permitindo assim a qualquer um de nós encontrar pontos de referência com o mesmo, mas sim no elemento que acaba por encerrar cada um dos diferentes segmentos de forma quase catártica que nos permita (a nós espectadores) perceber ou ter uma abordagem em imagem viva sobre o que eram as diferentes realidades desse regime que felizmente terminou com a chegada do 25 de Abril de 1974: a canção. Da fuga - ou do "salto" - ilegal que tantos fizeram como forma única de fugir da Guerra Colonial ou dos seus traumas sentidos por aqueles que por lá passaram, da prisão, da perseguição ou da miséria que se fazia sentir no país há décadas, sem esquecer a perseguição política, todas as proibições incluindo a de reunião, a inexistência de Direitos, Liberdades e segurança até ao despertar de uma "nova manhã" que permitia a possibilidade de sonhar com os tais dias melhores que tantos (quase todos) nunca haviam conhecido, esta longa-metragem revisita esses diversos momentos para conferir-lhes (-nos) um momento de conhecimento para quem os assiste pela primeira vez para, de seguida, nos brindar com um final (de segmento) com a já mencionada canção que aqui se assume como o culminar desse mesmo momento seja ele o "salto" para o estrangeiro (quase sempre Espanha como ponto de passagem), a fuga das "elites" até então associadas com o regime que encontravam também no país de nuestros hermanos o porto de abrigo ainda a viver o seu próprio "antigo regime" ou ainda diversos momentos da sociedade que se deparavam com a perseguição política e repressão, com a perda de direitos parentais e ostracização familiar, com os traumas da guerra ou tão simplesmente com o despertar da nova realidade que aquela manhã de Abril a todos trouxe. A canção, quase sempre de intervenção que passa por exemplo pela "Tourada" de Fernando Tordo ou a eterna "Grândola, Vila Morena", de José Afonso, entre outras, assume em cada um dos segmentos um papel protagonista que  traça a fronteira entre o antes (a preto e branco) e o depois (a cor) de cada uma das realidades a que o espectador assiste, nenhuma delas com uma directa relação com a anterior ou seguinte existindo perfeitamente de forma independente, como o momento em que do nada se sentir se começou a compreender que tudo mudara... que tudo poderia ser vivido e experienciado como uma nova realidade que, de facto, o era. Se no início de cada canção a vida exibe-se com as cores (ou falta delas) desse regime que ao fim de quarenta e oito anos encontrara finalmente o seu término, é com a compreensão de cada uma daquelas personagens (e do espectador enquanto sua testemunha directa) que está perante um momento de transformação e mudança que o ecrã (as suas vidas) ganha(m) cor possibilitando a todo e qualquer um deles todo um conjunto de oportunidades que, até então, nem se ousavam sonhar (ou eram feitos em silêncio). Até mesmo o momento em que testemunhamos a fuga das elites para uma Espanha ainda franquista onde se reúnem todos num qualquer hotel perdido no centro do país encontramos ao som de "Conquistador" dos Da Vinci a compreensão de que essa mesma realidade de transformação é testemunhada pelos mesmos como novos tempos que, e ao invés da demais população Portuguesa, seriam da perda da sua influência e poder adquiridos até então. O país que era só "deles" passou a ser para e de todos... impensável para quem sempre deteve o poder e uma esfera de influência próxima e fechada... "já fui um Conquistador" escutamos ao som de uma voz que em descrédito assume a sua nova condição de "mais um" entre tantos que agora, tal como aqueles que havia perseguido é, também ele, um estrangeiro num país que não é o seu. A transição de preto e branco para cor é já conhecida, por exemplo, no igualmente magnífico Pleasantville (1998), de Gary Ross que, em certa medida, assume a mesma da manifestação de compreensão de uma nova realidade e de novos sentimentos que agora se podem expressar (e sentir) revelando-se como uma pequena cereja no topo do bolo. A escolha do preto e branco não poderia ter sido mais certeira. Primeiro porque dá ao espectador a imagem desse obscurantismo vivido no Portugal pré-25 de Abril onde reinava o medo, a incerteza, o analfabetismo, a insegurança, a miséria e a perseguição demonstrando portanto a falta de cor de um regime que lentamente apodrecia levando consigo aqueles que poderiam ter sido os seus melhores. Ao mesmo tempo, é essa ausência da cor que nos fornece no depois, ao surgir, a igual compreensão de que agora existe a possibilidade, a oportunidade e a vontade de construir algo novo... "era um mundo novo, um sonho de poetas"... A possibilidade do "ser". A compreensão do "existir". A manifestação do "querer".
Como já referira antes, cada um destes pequenos grandes segmentos existe por si só. Nenhum deles necessita da confirmação dos demais para se assumir como uma história dentro da História e que poderia seguramente sem qualquer apoio dos demais segmentos dar um filme cuja narrativa assumiria os seus próprios contornos. A mulher escorraçada pela família e que cria um filho sózinha recorrendo a formas nem sempre legítimas ou legais. Os jovens que deram a vida a uma guerra sem sentido (não o são todas?!) e que ou a perderam ou para sempre viveram (vivem) os seus traumas. Os despedimentos pela suspeita de que se pode pertencer a um partido que o regime não aceita. As elites que perdem o seu poder e influência encontrando-se na mesma posição que aqueles que outrora perseguiram. O despertar para uma nova realidade da qual tudo se desconhece ou até teme esperar. O perigoso saudosismo de um "antigamente" sob o qual se viveu durante décadas temendo a diferença. O despertar para as novas liberdades e direitos que ainda se temem poder sentir. O "salto" para o estrangeiro desconhecido na esperança de uma vida melhor. Todos estes, e tantos outros, poderiam ser os momentos aqui explorados à exaustão e nenhum deles necessitaria da validação do segmento anterior para se justificar assim como nenhum deles necessita validar a seguinte realidade vivendo, cada um deles, o seu próprio momento, a sua própria realidade e a sua própria verdade encontrando, em cada um de nós, o reconhecimento e a compreensão de que aqueles que por ali "passaram" ou aqueles que depois dali nasceram têm elementos em comum ou histórias semelhantes que ali encontram retratadas. Não obstante, nenhum destes segmentos está fora do contexto encontrando uma harmonia entre si que, no seu limite, encontram um desfecho com a canção que fora escolhida para lhe dar o seu "fim". Encerram-se as histórias - e aquelas realidades - com a compreensão de que o que escutamos no final de cada uma delas foi o retrato musical, não sendo o filme um musical tradicional, daquela experiência particular. Cada uma das canções encerra um estado de espírito, uma transformação, uma realidade... um momento. O que está depois do mesmo podemos imaginar, saber pela história oral que nos foi sendo transmitida ao longo do tempo, pela realidade vivida por alguém que conhecemos, por uma qualquer notícias da qual tomámos conhecimento ou até de algo que lemos num livro de História sobre este tempo e momento particular. Há, aqui, um pacto perfeito entre a história que nos foi contada e a canção escolhida para aquele momento em específico.
Sem adiantar mais, para lá da óbvia excelência técnica que a recriação de momentos específicos da História que os filmes de Alves do Ó nos têm vindo a habituar e que vão desde o guarda-roupa à direcção de arte sem esquecer a caracterização aqui tão importante e claro o magnífico elenco escolhido que dá corpo e alma a todas estas histórias dentro da História, Portugueses brinda-nos com um ora trágico ora esperançoso retrato da realidade daquilo que somos, daquilo do qual parcialmente nos libertámos, daquilo que esperamos ser nesse "amanhã" que parece tardar em chegar mas sobretudo pelo espelho sombrio que não nos faz esquecer daquilo que "foi". A importância da compreensão do passado e da História são inegáveis e a expressão "para que nunca nos esqueçamos" faz todo o sentido (cada vez mais) durante e depois de ver e reflectir sobre esta história principalmente se a enquadrarmos nos dias que se fazem sentir dentro e fora fronteiras... "terra de fraternidade.."... esperamos.
No final de Portugueses, e quase como a minha própria reflexão para lá do filme, levantam-se duas questões. O que é ser Português? E o que é a Liberdade? As respostas podem ser tão simples (ou não) como estas; ser Português é saber distinguir e dizer que gosto de Vermelho e não de encarnado. Liberdade é quando sinto e compreendo que posso dizer NÃO.



"Vasconcelos: (...) já fui um Conquistador..."

8 / 10

terça-feira, 27 de maio de 2025

Ed Gale



1963 - 2025

sábado, 24 de maio de 2025

Leiria Film Fest 2025: os vencedores


Terminou ao final desta tarde a décima-segunda edição do Leiria Film Fest que, uma vez mais, decorreu no Teatro Miguel Franco na cidade beirã. A River Stifled, de Bu Jingwei que além de recolher o troféu de Ficção Internacional conquistou ainda o de Melhor Filme do Festival.
São os vencedores:

Melhor do Festival: A River Stifled, de Bu Jingwei

Internacional
Ficção: A River Stifled, de Bu Jingwei (China)
Documentário: Inside, the Valley Sings, de Nathan Fagan (EUA)
Animação: Bezsennosc Jutki, de Maria Gorlich-Opyd (Polónia)

Nacional
Ficção: Uma Mãe vai à Praia, de Pedro Hasrouny
Documentário: A Mestra, de Silvana Torricella
Animação: Amanhã não dão Chuva, de Maria Trigo Teixeira

Filme para Crianças: Ups!, de Galvão Bertazzi e Luís Canau

Prémio do Público: Forgotten Routes, de Varta Arutiunian



terça-feira, 20 de maio de 2025

George Wendt



1948 - 2025

domingo, 11 de maio de 2025

Robert Benton



1932 - 2025

sexta-feira, 9 de maio de 2025

Deutscher Filmpreis 2025: os vencedores


September 5, de Tim Fehlbaum foi o grande vencedor dos Deutscher Filmpreis ao arrecadar um total de nove troféus incluindo o de Melhor Filme - Ouro e Realização. Na mesma categoria Dane-ye Anjir-e Ma'Abed arrecadou a Prata e In Liebe, Eure Hilde o troféu de Bronze.
São os vencedores:

Filme
Ouro: September 5, Philipp Trauer, Thomas Wöbke e Tim Fehlbaum (prods.)
Prata: Dane-ye Anjir-e Ma'Abed, Mohammad Rasoulof, Mani Tilgner e Rozita Handijanian (prods.)
Bronze: In Liebe, Eure Hilde, Claudia Steffen, Cristoph Friedel e Regina Ziegler (prods.)
Documentário: Petra Kelly - Act Now!, Birgit Schulz e Doris Metz (prods.)
Filme Infantil: Akiko, Der Fliegende Affe, de Veit Helmer
Prémio do Público: Die Schule der Magischen Tiere Teil 3, de Sven Unterwaldt (real.) e Alexandra Kordes e Meike Kordes (prods.)
Realização: Tim Fehlbaum, September 5
Actor: Misagh Zare, Dane-ye Anjir-e Ma'Abed
Actriz: Liv Lisa Fries, In Liebe, Eure Hilde
Actor Secundário: Godehard Giese, Sad Jokes
Actriz Secundária: Leonie Benesch, September 5
Argumento: Moritz Binder e Tim Fehlbaum, September 5
Montagem: Hansjörg Weissbrich, September 5
Fotografia: Markus Förderer, September 5
Música Original: Dascha Dauenhauer, Islands
Som: Lars Ginzel, Frank Kruse, Marc Parisotto e Marco Hanelt, September 5
Design de Produção: Julian R. Wagner e Melanie Raab, September 5
Guarda-Roupa: Juliane Maier e Christian Röhrs, Cranko
Maquilhagem: Sabine Schumann, September 5
Efeitos Especiais Visuais: Jan Stoltz e Franzisca Puppe, Hagen - Im Tal der Nibelungen
Prémio Honorário: An Dorthe Braker
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quinta-feira, 8 de maio de 2025

Premi David di Donatello 2025: os vencedores

 


Vermiglio, de Maura Delpero foi a grande vencedora da 70ª edição dos David di Donatello cuja cerimónia decorreu no Teatro 5 da Cinecittà em Roma, ao arrecadar um total de sete troféus incluindo para Melhor Filme e Realização fazendo da realizadora a primeira mulher a conquistar este último.
São os vencedores:

Filme: Vermiglio, de Maura Delpero (real.) e Francesca Andreoli, Leonardo Guerra Serâgnoli, Santiago Fondevila Sancet, Maura Delpero por Cinedora com RAI Cinema em colaboração com CHARADES (França) e VERSUS (Bélgica)
Documentário - Prémio Cecilia Mangini: Lirica Ucraina, de Francesca Mannocchi
David Giovani: Napoli - New York, de Gabriele Salvatores
Filme Internacional: Anora, de Sean Baker (EUA)
Curta-Metragem: Domenica Sera, de Matteo Tortone
David dello Spettatore: Diamanti, de Ferzan Özpetek
Produtor: Francesca Andreoli, Leonardo Guerra Seràgnoli, Santiago Fondevila Sancet e Maura Delpero por Cinedora com RAI Cinema em colaboração com Charades (França) e Versus (Bélgica), Vermiglio
Realização: Maura Delpero, Vermiglio
Realização Revelação: Margherita Vicario, Gloria!
Casting: Stefania Rodà e Maurilio Mangano, Vermiglio
Actor Protagonista: Elio Germano, Berlinguer - La Grande Ambizione
Actriz Protagonista: Tecla Insolia, L'Arte della Gioia
Actor Secundário: Francesco Di Leva, Familia
Actriz Secundária: Valeria Bruni Tedeschi, L'Arte della Gioia
Argumento Original: Maura Delpero, Vermiglio
Argumento Adaptado: Valeria Golino, Francesca Marciano, Valia Santella, Luca Infascelli e Stefano Sardo, L'Arte della Gioia
Montagem: Jacopo Quadri, Berlinguer - La Grande Ambizioni
Fotografia: Mikhail Krichman, Vermiglio
Música Original: Margherita Vicario e Davide Pavanello, Gloria!
Canção Original: "Aria!", por Davide Pavanello, Edwyn Clark Roberts, Andrea Bonomo e Gianluigi Fazio (música e letra) e Margherita Vicario (música, letra e interpretação), Gloria!
Som: Dana Farzanehpour, Hervé Guyader e Emmanuel de Boissieu, Vermiglio
Direcção Artística: Tonino Zera, Maria Grazia Schirripa e Carlotta Desmann, Le Déluge - Gli Ultimi Giorni di Maria Antonietta
Guarda-Roupa: Massimo Cantini Parrini, Le Déluge - Gli Ultimi Giorni di Maria Antonietta
Maquilhagem: Alessandra Vita e Valentina Visintin, Le Déluge - Gli Ultimi Giorni di Maria Antonietta
Design de Cabelo: Aldo Signoretti e Domingo Santoro, Le Déluge - Gli Ultimi Giorni di Maria Antonietta
Efeitos Visuais: Victor Perez, Napoli - New York
David alla Carriera: Pupi Avati
Premio Cinecittà: Giuseppe Tornatore
David Speciale: Ornella Muti e Timothée Chalamet



David di Donatello 2025: Filme


Vermiglio, de Maura Delpero (real.) e Francesca Andreoli, Leonardo Guerra Serâgnoli, Santiago Fondevila Sancet, Maura Delpero por Cinedora com RAI Cinema em colaboração com CHARADES (França) e VERSUS (Bélgica)

David di Donatello 2025: Filme Internacional



Anora, de Sean Baker (EUA)

David di Donatello 2025: Produtor


Francesca Andreoli, Leonardo Guerra Seràgnoli, Santiago Fondevila Sancet e Maura Delpero por Cinedora com RAI Cinema em colaboração com Charades (França) e Versus (Bélgica), Vermiglio

David di Donatello 2025: Casting


Stefania Rodà e Maurilio Mangano, Vermiglio

David di Donatello 2025: Efeitos Especiais Visuais


Victor Perez, Napoli - New York

David di Donatello 2025: Som


Dana Farzanehpour, Hervé Guyader e Emmanuel de Boissieu, Vermiglio

quarta-feira, 7 de maio de 2025

David di Donatello 2025: Design de Cabelo


Aldo Signoretti e Domingo Santoro, Le Déluge - Gli Ultimi Giorni di Maria Antonietta

David di Donatello 2025: Maquilhagem


Alessandra Vita e Valentina Visintin, Le Déluge - Gli Ultimi Giorni di Maria Antonietta

David di Donatello 2025: Música Original



Margherita Vicario e Davide Pavanello, Gloria!

David di Donatello 2025: Documentário - Prémio Cecilia Mangini


Lirica Ucraina, de Francesca Mannocchi

David di Donatello 2025: Canção Original




"Aria!", por Davide Pavanello, Edwyn Clark Roberts, Andrea Bonomo e Gianluigi Fazio (música e letra) e Margherita Vicario (música, letra e interpretação), Gloria!

David di Donatello 2025: Curta-Metragem


Domenica Sera, de Matteo Tortone

David di Donatello 2025: Montagem


Jacopo Quadri, Berlinguer - La Grande Ambizioni

David di Donatello 2025: Fotografia


Mikhail Krichman, Vermiglio

David di Donatello 2025: David Speciale



Ornella Muti

David di Donatello 2025: Realização


Maura Delpero, Vermiglio

David di Donatello 2025: Actor Protagonista



Elio Germano, Berlinguer - La Grande Ambizione

David di Donatello 2025: Actriz Protagonista



Tecla Insolia, L'Arte della Gioia

David di Donatello 2025: David Giovani


Napoli - New York, de Gabriele Salvatores