terça-feira, 19 de março de 2019

Premiile Gopo - Academia Romena de Cinema 2019: os vencedores

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Moromeții 2, de Stere Gulea foi o grande vencedor da edição deste ano dos Gopo, prémios entregues anualmente pela Academia Romena de Cinema, ao conquistar nove troféus entre os quais os de Melhor Filme e o Prémio do Público.
São os vencedores:
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Filme: Moromeții 2, de Stere Gulea (real.) e Tudor Giurgiu e Oana Giurgiu (prods.)
Primeira Obra: Soldații. Poveste din Ferentari, de Ivana Mladenovic
Prémio do Público: Moromeții 2, de Stere Gulea
Documentário:
Caisă, de Alexandru Mavrodineanu (real.) e Tudor Giurgiu (prod.)
Curta-Metragem: Cadoul De Crăciun, de Bogdan Mureșanu (real.) e Bogdan Mureșanu e Vlad Iorga (prods.)
Filme Europeu: The Killing of a Sacred Deer, de Yorgos Lanthimos (Reino Unido/Irlanda/EUA)
Realização: Constantin Popescu, Pororoca
Actor: Bogdan Dumitrache, Pororoca
Actriz: Cosmina Stratan, Dragoste 1. Câine
Actor Secundário: Alexandru Dabija, Îmi Este Indiferent Dacă în Istorie vom Intra ca Barbari
Actriz Secundária: Iulia Lumânare, Pororoca
Jovem Esperança: Iosif Paștina, Moromeții 2 - interpretação
Argumento: Radu Jude, Îmi Este Indiferent Dacă în Istorie vom Intra ca Barbari
Montagem: Dana Bunescu e Alexandra Gulea, Moromeții 2
Fotografia: Vivi Drăgan Vasile, Moromeții 2
Música Original:
Massimiliano Narduli, Charleston
Som: Dana Bunescu, Cristinel Șirli e Constantin Fleancu, Moromeții 2
Direcção Artística: Cristian Niculescu, Moromeții 2
Guarda-Roupa: Dana Păpăruz, Moromeții 2
Caracterização: Dana Roșeanu, Iulia Roșeanu e Domnica Bodogan, Moromeții 2
Carreira: Ileana Stana
Prémio Especial: Dan Chisu e Ion Nica
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domingo, 17 de março de 2019

Ramiro (2017)

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Ramiro de Manuel Mozos (Portugal) é a mais recente longa-metragem do realizador de ...Quando Troveja (1999) e 4 Copas (2008) e revela a história de Ramiro (António Nortágua), dono de uma livraria alfarrabista que sofre de um bloqueio artístico que o impede de terminar um novo livro. Conformado com uma existência onde reina a frustração, Ramiro vive acompanhado pelo seu cão, por um conjunto de vizinhos e amigos que vêem nele um porto seguro mas que, lentamente, também esperam - dele e para si - uma nova vida ao virar da esquina.
Existe algo nas personagens dos contos de Manuel Mozos que transcende aquela que poderia ser uma vida normal. Das já referidas longas-metragens à mais recente curta Cinzas e Brasas (2015) que obriga o espectador a observar existências mundanas, por vezes até mesmo perdidas, que deambulam por um mundo que ou não correspondeu às expectativas que dele tinham ou que, por sua vez, granjeou oportunidades a todos os demais. "Ramiro" não é disso excepção... Fiel amigo de "José" (América Silva), figura sentimental e amorosa para "Isabel" (Cristina Carvalhal) e "Patrícia" (Sofia Marques) e paternal para "Daniela" (Madalena Almeida) ou mesmo um filho substituto para "Amélia" (Fernanda Neves), o alfarrabista parece cuidar involuntariamente da vida de todos menos da sua. Por vezes saturado e quase sempre desencantado, são pequenos prazeres aos quais pouca "vida" dá que parecem fazê-lo viver dia após dia sem que, no entanto, nenhum deles pareça conferir-lhe grande motivo de felicidade enquanto outros, seguramente menos dotados que ele, aparentam viver vidas mais preenchidas ou até mesmo desafogadas.
A vida de "Ramiro" complica-se aos poucos, tais as "regalias" que a mesma lhe confere quando decide preocupar-se não apenas consigo mas com aquilo que o rodeia, e por entre a tutela de uma jovem que não passa de sua vizinha à descoberta de que o amor pode residir bem mais perto do que imaginaria ou mesmo que a confiança e amizade que nele depositam deveria ser motivo suficiente para pensar na vida com alguma maior alegria, a personagem à qual António Mortágua confere uma vida e pulsante vida (mesmo com toda a sua calma e tranquilidade) acaba por descobrir involuntariamente, e sem se dar conta, aquilo que tanto ambiciona... ter uma razão para a sua existência.
Sempre perdido nos seus pensamentos, nos problemas dos outros, na compreensão de que aquilo que desejaria não está a um fácil alcance ou mesmo na possibilidade de manifestar sentimentos ou emoções que compreende mas não deseja, "Ramiro" é um homem que não querendo envolver-se na vida que o rodeia, faz dela parte movimentando silenciosamente tudo e todos os que o rodeiam... Da necessidade da sua atenção aos sentimentos amorosos, da amizade à cumplicidade, da aceitação de que ele é aquilo que todos os demais precisam - pai, amigo, vizinho, amante, confidente (...) - "Ramiro" é no fundo uma parte integrante e fundamental do desenvolvimento dos demais e, dessa forma, também de si... compreendendo e aceitando que os demais só existem com uma qualquer ordem social porque ele lá está... preparado para os amparar mesmo com a sua marcada insatisfação.
As vidas banais de um bairro são aqui retratadas com uma desarmante nostalgia que levam o espectador primeiro a olhar para esta história com uma certa saturação identificando-se, talvez sem perceber, com "Ramiro" para depois compreender que aquelas ligações estabelecidas exibem tanto de melodramático como de cómico, de irreal como também de humano percebendo que, por vezes, alguns sonhos não se concretizam mas que, no entanto, existe toda uma vida para lá daquilo que em tempos imaginámos e que, por esse motivo, não deixámos de viver. Tal como "Ramiro", o amargo cinismo com que tantas vezes olhamos para o exterior é repentinamente desarmado dando lugar a uma certa réstia de esperança que poderá ajudar a ver (melhor) aquilo que o dia de "amanhã" poderá (ou não) nos proporcionar. Nada poderá ser tão amargo... e se fôr... será que isso nos condiciona a olhar para quem nos rodeia? Ou mais... olhar para aquilo que influenciamos esses que nos rodeiam?!
António Mortágua é dono de uma inesperada vitalidade que nem mesmo a sua pausada e aparentemente tranquila personagem ofusca. Exibe um constante silêncio que, no entanto, é capaz de esconder não só todas as mágoas pessoais do mundo como principalmente todos os mais perigosos segredos que apenas uma mente estruturada conseguiria reter acompanhado por todo um conjunto de notáveis secundários entre os quais se destaca, para lá dos anteriormente mencionados, uma igualmente intensa composição de Vítor Correia como "Alfredo" a quem o destino também não sorriu e que, independentemente do crime macabro que possa ter cometido exibe, também ele, toda uma inesperada tranquilidade como reflexo de alguém a quem os sonhos também não sorriram.
Magnífico o argumento de Telmo Churro e Mariana Ricardo capaz de retratar todos os sonhos e desejos de um homem que, por não os cumprir, sente toda a frustração, desilusão e solidão do mundo... mesmo que a seu lado possa encontrar tudo o que necessita para se sentir a pessoa mais feliz do mesmo. Ramiro é assim uma pequena pérola que irá seguramente deixar o espectador com um inesperado sentimento de uma nostalgia... por vezes boa... outras tantas menos positiva... mas que de forma notável nos deixa levar para a compreensão de que mesmo quando tudo não surge como se espera... existe muito mais ao nosso lado para o qual tantas vezes não depositamos a devida importância.
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7 / 10
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Dick Dale

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1937 - 2019
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Richard Erdman

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1925 - 2019
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Tom Hatten

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1926 - 2019
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sábado, 16 de março de 2019

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quinta-feira, 14 de março de 2019

Shortcutz Viseu 2019: os vencedores

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O Shortcutz Viseu acabou hoje o anúncio dos vencedores anuais num palmarés diversificado que contém, nos seus premiados, algumas das melhores curtas-metragens do último ano cinematográfico.
Como último dos vencedores anunciados recaiu sobre O Homem Eterno, de Luís Costa o troféu de Melhor Curta-Metragem do Ano.
São os vencedores:
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Curta do Ano: O Homem Eterno, de Luís Costa
Realização: Flávio Ferreira, Fidalga
Interpretação: Joana Santos, Menina
Argumento: Carga, Luís Campos
Fotografia: Thursday Night, JP Garcia
Música Original: Fugiu. Deitou-se. Caí., Miguel Samarão
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quarta-feira, 13 de março de 2019

Amadeu Caronho

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1942 - 2019
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segunda-feira, 11 de março de 2019

sábado, 9 de março de 2019

Shortcutz Ovar 2019: os vencedores

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O Shortcutz Ovar celebrou a noite passada a cerimónia de atribuição dos seus troféus anuais tendo anunciado O Homem Eterno, de Luís Costa como a Melhor Curta-Metragem do Ano.
Foram os vencedores:
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Curta-Metragem: O Homem Eterno, de Luís Costa
Curta-Metragem - Menção Honrosa: O Caso J, de José Filipe Costa
Prémio Especial do Júri: Fugiu. Deitou-se. Caí., de Bruno Carnide
Primeira Obra: The Voyager, de João Gonzalez
Primeira Obra - Menção Honrosa: Coerência, de Miguel De
Animação: Surpresa, de Paulo Patrício
Animação - Menção Honrosa: Das Gavetas Nascem Sons, de Vítor Hugo
Prémio do Público: Êxodo, de Fábio Freitas
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segunda-feira, 4 de março de 2019

Luke Perry

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1966 - 2019
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Keith Flint

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1969 - 2019
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sábado, 2 de março de 2019

Med Hondo

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1936 - 2019
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

André Previn

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1929 - 2019
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Sophia 2019: Prémio Carreira

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Além dos nomeados aos seus prémios anuais, a Academia Portuguesa de Cinema divulgou também hoje os nomes dos homeageados com os seus troféus pelos contributos de uma carreira dedicada o cinema.
São os dois homenageados deste ano...
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Considerado pelo próprio Presidente da Academia Portuguesa de Cinema Paulo Trancoso como "o homem dos sete ofícios", Pedro Efe (Barbacena, 1942) tem, desde o final da década de '60, destacado o seu percurso cinematográfico na área da representação. Um Campista em Apuros (1968), de Herlander Peyroteo foi a sua primeira participação cinematográfica que, desde então, nunca mais parou.
Já na década de '70 viria a participar em O Cerco (1970), de António da Cunha Teles, O Passado e o Presente (1972), de Manoel de Oliveira, Meus Amigos (1974), novamente de António da Cunha Telles, O Mal-Amado (1974), de Fernando Matos Silva e Índia (1975), de António Faria. Efe voltaria ao cinema já no início da década de '80 com aquele que seria um dos maiores êxitos do cinema nacional... Kilas, O Mau da Fita (1980), de José Fonseca e Costa participando, de seguida, na longa-metragem alemã Fürchte dich Nichtm Jakob! (1981), de Radu Gabrea seguindo-se-lhe Antes a Sorte que tal Morte (1981), de João Matos Silva, Oxalá (1981), de António-Pedro Vasconcelos, A Estrangeira (1982), de João Mário Grilo, Dans la Ville Blanche (1983), de Alain Tanner, Vidas (1984), uma vez mais de António da Cunha Telles, Balada da Praia dos Cães (1987), de José Fonseca e Costa, O Bobo (1987), de José Álvaro Morais, Contrainte par Corps (1988), de Serge Leroy, Matar Saudades (1988), de Fernando Lopes e President's Target (1989), de Yvan Chiffre.
Seria já na década de '90 que Pedro Efe participaria em Adeus Princesa (1992), de Jorge Paixão da Costa seguido por Rosa Negra (1992), de Margarida Gil, Lazos de Sangre (1992), de Pál Erdöss, nas curtas-metragens Requiem para um Narciso (1992), de João Pedro Ruivo e Ladrão que Rouba a Anão tem Cem Anos de Prisão (1992), de Jorge Paixão da Costa e novamente nas longas-metragens com Marie (1993), de Marian Handwerker, The House of Spirits (1993), de Bille August, O Fio do Horizonte (1993), de Fernando Lopes, Pax (1994), de Eduardo Guedes, Sostiene Pereira (1995), de Roberto Faenza, Fugueuses (1995), de Nadine Trintignant, Cinco Dias, Cinco Noites (1996), de José Fonseca e Costa, O Judeu (1996), de Jom Tob Azulay, Elles (1997), de Luís Galvão Teles, A Tempestade da Terra (1997), de Fernando d'Almeida e Silva, Da Invicta ao Sonoro (1997), de Jorge Queiroga, na curta-metragem No Caminho para a Escola (1998), de Marco Martins, e nas longas-metragens Jaime (1999), de António-Pedro Vasconcelos, Mal (1999), de Alberto Seixas Santos e Inferno (1999), de Joaquim Leitão.
O novo milénio traria como o seu primeiro filme um dos mais emblemáticos da década com Capitães de Abril (2000), de Maria de Medeiros, O Crime ao Pé do Resto do Mundo (2000), de José Carlos de Oliveira no mesmo ano que, em televisão, viria a entregar uma das suas mais emblemáticas personagens como o "Sargento Fagundes" na mini-série A Raia dos Medos, de Jorge Paixão da Costa para a RTP.
A curta-metragem Quatro Vezes Quatro - O Triunfo da Forma (2001), uma vez mais dirigido por Jorge Paixão da Costa abriria o novo ano e à qual se seguiria E Se Eu Fosse Lá Abaixo Rir Um Bocado (2004), de Samuel Amaral - também no formato curto - e as longas O Mistério da Estrada de Sintra (2007), de Jorge Paixão da Costa, 4 Copas (2008), de Manuel Mozos, a curta-metragem O Tenente (2010), de Rafael Antunes, O Inimigo Sem Rosto (2010), de José Farinha, Batepá (2010), de Orlando Fortunato de Oliveira, O Meu Avô (2012), de Tony Costa, Operação Outono (2012), de Bruno de Almeida, a mini-série editada para longa-metragem Até Amanhã, Camaradas (2013), de Joaquim Leitão, Amor Impossível (2015), de António-Pedro Vasconcelos e finalmente já no último ano O Grande Circo Místico (2018), de Carlos Diegues numa carreira que se tem prolongado ainda pela televisão.
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Lia Gama (Fundão, 1944) dona de uma voz e presença no ecrã que são inconfundíveis será a segunda premiada com o Sophia Carreira de 2019. Com um percurso artístico que se estende do teatro à televisão, foi também no cinema que entregou algumas das suas personagens e interpretações mais memoráveis como a "Pepsi-Rita" de Kilas, O Mau da Fita (1980), de José Fonseca e Costa. No entanto, a primeira participação da actriz no cinema remonta aos finais da década de '60 quando participou em Sete Balas para Selma (1967), de António de Macedo. A sua segunda longa-metragem surgiria já com O Cerco (1970), de António da Cunha Teles à qual se seguiram Nem Amantes, Nem Amigos (1970), de Orlando Vitorino, Meus Amigos (1974), de António da Cunha Teles, Sofia e a Educação Sexual (1974), de Eduardo Geada na qual foi creditada com uma interpretação vocal dobrando a actriz Io Apolloni, seguindo-se-lhe a curta-metragem Vamos ao Nimas (1975), de Lauro António aqui como narradora, O Funeral do Patrão (1975), de Eduardo Geada, Nós por Cá Todos Bem (1978), de Fernando Lopes, Nem Pássaro Nem Peixe (1978), de Solveig Nordlund, Viagem para a Felicidade (1978), também de Solveig Nordlund, Amor de Perdição (1978), de Manoel de Oliveira e na curta-metragem Mariana Alcoforado (1979), de Eduardo Geada.
Já na década de '80 Lia Gama participaria em A Santa Aliança (1980), novamente dirigida por Eduardo Geada, no já referido Kilas, em Francisca (1981), de Manoel de Oliveira, Antes a Sorte que tal Morte (1981), de João Matos Silva, Oxalá (1981), de António-Pedro Vasconcelos, Sem Sombra de Pecado (1983), de José Fonseca e Costa, Crónica dos Bons Malandros (1984), de Fernando Lopes, Tempos Difíceis (1988), de João Botelho voltando apenas a participar numa longa-metragem já na década de '90 em O Pecado da Mamã (1996), de Saguenail seguindo-se-lhe o documentário curto António Lobo Antunes (1997), de Solveig Nordlund enquanto narradora, Requiem (1998), de Alain Tanner e Mal (1999), de Alberto Seixas Santos.
É já no novo século que surge em António, Um Rapaz de Lisboa (2002), de Jorge Silva Melo, em Crónica Feminina (2002), de Gonçalo C. Luz numa interpretação vocal, A Mulher que Acreditava ser Presidente dos Estados Unidos da América (2003), de João Botelho, A Filha (2003), de Solveig Nordlund, Dot.com (2007), de Luís Galvão Teles, na curta-metragem Dingo (2012), de Pedro Caeiro, Índice Médio de Felicidade (2017), de Joaquim Leitão e finalmente já no último ano, em Raiva (2018), de Sérgio Tréfaut.
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Os homenageados com os Sophia Carreira receberão os seus troféus na cerimónia a realizar no próximo dia 24 de Março, no Casino Estoril.
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Sophia 2019: os nomeados

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A Academia Portuguesa de Cinema divulgou hoje a partir da Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema os nomeados aos Sophia, prémios entregues anualmente aos melhores por entre as obras cinematográficas nacionais estreadas no último ano. Cabaret Maxime, de Bruno de Almeida (8 nomeações), Parque Mayer, de António-Pedro Vasconcelos (15), Raiva, de Sérgio Tréfaut (9) e Soldado Milhões, de Gonçalo Galvão Teles e Jorge Paixão da Costa (9) competem pelo troféu de Melhor Filme numa cerimónia que é marcada pela atribuição dos Sophia Carreira a Lia Gama e Pedro Efe, destacando-se ainda Pedro e Inês, de António Ferreira com dez nomeações falhando, no entanto, a nomeação a Melhor Filme.
São os nomeados:
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Melhor Filme
Cabaret Maxime, de Bruno de Almeida
Parque Mayer, de António-Pedro Vasconcelos
Raiva, de Sérgio Tréfaut
Soldado Milhões, de Gonçalo Galvão Teles e Jorge Paixão da Costa
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Melhor Documentário
Correspondências, de Rita Azevedo Gomes
Doutores Palhaços, de Hélder Faria e Bernardo Lopes
O Labirinto da Saudade, de Miguel Gonçalves Mendes
Luz Obscura, de Susana Sousa Dias
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Melhor Curta-Metragem de Ficção
Aquaparque, de Ana Moreira
Como Fernando Pessoa Salvou Portugal, de Eugène Green
Sleepwalk, de Filipe Melo
Terra Amarela, de Dinis M. Costa
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Melhor Documentário Curta-Metragem
Kids Sapiens Sapiens, de António Aleixo
Pele de Luz, de André Guiomar
Russa, de João Salaviza e Ricardo Alves Jr.
Sombra Luminosa, de Mariana Caló e Ricardo Queimadela
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Melhor Curta-Metragem de Animação
Agouro, de David Doutel e Vasco Sá
Entre Sombras, de Alice Guimarães e Mónica Santos
Porque é Este o Meu Ofício, de Paulo Monteiro
Razão Entre Dois Volumes, de Catarina Sobral
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Prémio Sophia Estudante
Bruma, de Sofia Cachim, Mónica Correia, Gabriel Peixoto e Daniela Santos
O Chapéu, de Alexandra Allen
No Fim do Mar, de João Monteiro
Terra Ardida, de Francisco Romão
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Melhor Série/Telefilme
3 Mulheres, de Fernando Vendrell
Circo Paraíso, de Tiago Alvarez Marques
Sara, de Marco Martins
Soldado Milhões, de Gonçalo Galvão Teles e Jorge Paixão da Costa
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Melhor Realização
Bruno de Almeida, Cabaret Maxime
António-Pedro Vasconcelos, Parque Mayer
António Ferreira, Pedro e Inês
Sérgio Tréfaut, Raiva
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Melhor Actor Protagonista
Diogo Amaral, Pedro e Inês
Hugo Bentes, Raiva
Adriano Carvalho, Vazante
Francisco Froes, Parque Mayer
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Melhor Actriz Protagonista
Daniela Melchior, Parque Mayer
Ana Padrão, Cabaret Maxime
Isabel Ruth, Raiva
Joana de Verona, Pedro e Inês
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Melhor Actor Secundário
Dmitry Bogomolov, Carga
Cristóvão Campos, Pedro e Inês
Miguel Guilherme, Parque Mayer
Adriano Luz, Raiva
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Melhor Actriz Secundária
Beatriz Batarda, Colo
Ana Bustorff, Ruth
Alexandra Lencastre, Parque Mayer
Carla Maciel, Parque Mayer
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Melhor Argumento Original
Cabaret Maxime, Bruno de Almeida e John Frey
Parque Mayer, Tiago R. Santos
Ruth, Leonor Pinhão
Soldado Milhões, Mário Botequilha e Gonçalo Galvão Teles
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Melhor Argumento Adaptado
Aparição, João Milagre e Fátima Ribeiro
Le Cahier Noir, Carlos Saboga
Pedro e Inês, António Ferreira e Glória M. Ferreira
Raiva, Fátima Ribeiro e Sérgio Tréfaut
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Melhor Montagem
Cabaret Maxime, Bruno de Almeida e Pedro Ribeiro
Parque Mayer, Pedro Ribeiro
Pedro e Inês, António Ferreira
Soldado Milhões, João Braz
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Melhor Fotografia
Pedro e Inês, Paulo Castilho
Raiva, Acácio de Almeida
Soldado Milhões, José António Loureiro
Zama, Rui Poças
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Melhor Música Original
Cabaret Maxime, Manuel João Vieira
Parque Mayer, José M. Afonso
Pedro e Inês, Luís Pedro Madeira
Ruth, The Legendary Tigerman
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Melhor Canção Original
"Arabic Soul", de Tomás Gomes, Colo
"Cudin", de Miguel Moreira "Tibars" e Vasco Viana, Djon África
"Duelo ao Sol", de Xutos e Pontapés, Linhas de Sangue
"Liberdade e Alegria", de José M. Afonso e António-Pedro Vasconcelos, Parque Mayer
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Melhor Som
Cabaret Maxime, Miguel Martins e Pedro Melo
Parque Mayer, Elsa Ferreira, Branko Neskov e Vasco Pedroso
Raiva, Olivier Blanc e Bruno Tarrière
Soldado Milhões, Elsa Ferreira, Pedro Melo, Branko Neskov e Ivan Neskov
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Melhor Direcção Artística
Cabaret Maxime, João Torres
Le Cahier Noir, Isabel Branco
Parque Mayer, Clara Vinhais
Soldado Milhões, Joana Cardoso
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Melhor Guarda-Roupa
Parque Mayer, Maria Gonzaga
Pedro e Inês, Sílvia Grabowski
Ruth, Lucha D'Orey
Soldado Milhões, Joana Cardoso
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Melhor Maquilhagem e Cabelos
Cabaret Maxime, Nuno Esteves "Blue"
Parque Mayer, Abigail Machado e Mário Leal
Raiva, Emmanuelle Fèvre
Ruth, Maria José Silvestre
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Melhores Efeitos Especiais/Caracterização
Carga, Olga José
Linhas de Sangue, Rita de Castro e Nuno Esteves "Blue"
Pedro e Inês, Júlio Alves
Soldado Milhões, Manuel Jorge e Filipe Pereira
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Os vencedores serão conhecidos numa cerimónia a realizar no próximo dia 24 de Março no Casino Estoril.
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SPA - Prémio Autores 2019: os nomeados

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A Sociedade Portuguesa de Autores divulgou hoje, na íntegra, os nomeados aos Prémios Autores atribuídos pela organização desde 2010. Cabaret Maxime, de Bruno de Almeida, Colo, de Teresa Villaverde e Raiva, de Sérgio Tréfaut são as longas-metragens que disputam o troféu de Melhor Filme.
São os nomeados:
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Melhor Filme
Cabaret Maxime, de Bruno de Almeida
Colo, de Teresa Villaverde
Raiva, de Sérgio Tréfaut
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Melhor Actor
Hugo Bentes, Raiva
Francisco Froes, Parque Mayer
António Mortágua, Ramiro
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Melhor Actriz
Ana Moreira, Amor Amor
Ana Padrão, Cabaret Maxime
Isabel Ruth, Raiva
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Melhor Argumento
Cabaret Maxime, Bruno de Almeida e John Frey
Colo, Teresa Villaverde
Ruth, Leonor Pinhão
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Os vencedores será conhecidos numa cerimónia a realizar no próximo dia 27 de Março no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Andy Anderson

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1951 - 2019
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Leiria Film Fest 2019: selecção oficial

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O Leiria Film Festival - Festival Internacional de Curtas-Metragens (do qual faço novamente parte do jurado na secção de Ficção) divulgou a sua programação oficial para a edição de 2019 nas áreas de Ficção, Documentário, Animação e Filmes de Leiria dirigidos por realizadores da região.
Fazem parte da selecção oficial:
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Ficção
California, de Nuno Baltazar (Portugal)
Fidalga, de Flávio Ferreira (Portugal)
No Fim de Tudo, de Victor Ciriaco (Brasil)
Sheila, de Gonçalo Loureiro (Portugal)
The Smell of Petrol, de Branko Tomovic (Reino Unido/Alemanha)
Tsar Bomba, de Oskar Rosetti (Suíça)
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Filmes de Leiria
Bee Together, de Tiago Iúri
A Besta, de Rafael Soares
Descobrindo a Variável Perfeita, de Rafael Almeida
Do Virtual ao Real, de Tiago Pereira e Mauro Roda
A Estranha Casa na Bruma, de Guilherme Daniel
No Return, de Diogo Cordeiro e Carlos Filipe
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Documentário
13 Seconds, de Milad Tangshir (Irão)
Alba: Not Everyone Will Be Taken Into the Future, de Tomas Leach (EUA/Espanha)
A Casa Amarela, de Ana Luísa Lopes (Portugal)
Em Lugar Algum, de Leandro Martins e Inês de Sá Frias (Portugal)
The European Dream: Serbia, de Jaime Alekos (Espanha)
The Hive, de Sheila Avellaneda (Espanha)
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Animação
Carlotta's Face, de Valentin Riedl e Frédéric Schuld (Alemanha)
A Era das Ovelhas, de Creatura (Portugal)
Neko No Hi, de Jon Frickey (Alemanha)
Sans Gravité, de Ludovic Abraham, Flore Allier-Estrada, Jérémy Cissé, Fioretta Caterina Cosmidis, Maud Lemaître-Blanchart e Charline Parisot (França)
Viacruxis, de Ignasi López (Espanha)
The Voyager, João Gonzalez (Portugal)
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A sexta edição do Leiria Film Fest irá decorrer, como habitualmente, no Teatro Miguel Franco, em Leiria entre os próximos dias 20 e 24 de Março.
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Jeraldine Saunders

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1923 - 2019
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Mark Hollis

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1955 - 2019
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Lisa Sheridan

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1974 - 2019
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Oscars 2019: os vencedores

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Green Book, de Peter Farrellyfoi o grande vencedor da 91ª edição dos Oscars ao arrecadar três troféus - Filme, Actor Secundário e Argumento Original - deixando Roma, de Alfonso Cuarón com os troféus de Realização, Filme Estrangeiro e Fotografia e o mais premiado da noite Bohemian Rhapsody, de Bryan Singer com quatro troféus incluindo o de Melhor Actor.
Foram os vencedores:
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Filme: Green Book, Jim Burke, Charles B. Wessler, Brian Hayes Currie, Peter Farrelly e Nick Vallelonga (prods.)
Documentário: Free Solo, Elizabeth Chai Vasarhelyi, Jimmy Chin, Evan Hayes, Shannon Dill
Filme de Animação: Spider-Man: Into the Spider-Verse, Bob Persichetti, Peter Ramsey, Rodney Rothman, Phil Lord, Christopher Miller
Filme Estrangeiro: Roma, de Alfonso Cuarón (México)
Curta-Metragem de Ficção: Skin, Guy Nattiv e Jaime Ray Newman
Curta-Metragem Documentário: Period. End of Sentence., Rayka Zehtabchi e Melissa Berton
Curta-Metragem de Animação: Bao, de Domee Shi e Becky Neiman
Realização: Alfonso Cuarón, Roma
Actor: Rami Malek, Bohemian Rhapsody
Actriz: Olivia Colman, The Favourite
Actor Secundário: Mahershala Ali, Green Book
Actriz Secundária: Regina King, If Beale Street Could Talk
Argumento Original: Green Book, Nick Vallelonga, Brian Hayes Currie e Peter Farrelly
Argumento Adaptado: BlacKkKlansman, Charlie Wachtel, David Rabinowitz, Kevin Willmott e Spike Lee
Montagem: Bohemian Rhapsody, John Ottman
Fotografia: Roma, Alfonso Cuarón
Música Original: Black Panther, Ludwig Göransson
Canção Original: "Shallow", Lady Gaga, Mark Ronson, Anthony Rossomando e Andrew Wyatt, A Star Is Born
Som: Bohemian Rhapsody, Paul Massey, Tim Cavagin e John Casali
Efeitos Especiais Sonoros: Bohemian Rhapsody, John Warhurst e Nina Hartstone
Design de Produção: Black Panther, Hannah Beachler e Jay Hart
Guarda-Roupa: Black Panther, Ruth E. Carter
Caracterização: Vice, Greg Cannom, Kate Biscoe e Patricia DeHaney
Efeitos Especiais Visuais: First Man, Paul Lambert, Ian Hunter, Tristan Myles e J.D. Schwalm
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Oscar 2019: Filme

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Green Book, Jim Burke, Charles B. Wessler, Brian Hayes Currie, Peter Farrelly e Nick Vallelonga (prods.)
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Oscar 2019: Realização

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Alfonso Cuarón, Roma
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Oscar 2019: Actriz

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Olivia Colman, The Favourite
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Oscar 2019: Actor

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Rami Malek, Bohemian Rhapsody
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Oscar 2019: Canção Original

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"Shallow", Lady Gaga, Mark Ronson, Anthony Rossomando e Andrew Wyatt, A Star Is Born
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Oscar 2019: Música Original

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Black Panther, Ludwig Göransson
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Oscar 2019: Argumento Adaptado

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BlacKkKlansman, Charlie Wachtel, David Rabinowitz, Kevin Willmott e Spike Lee
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Oscar 2019: Argumento Original

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Green Book, Nick Vallelonga, Brian Hayes Currie e Peter Farrelly
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Oscar 2019: Curta-Metragem de Ficção

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Skin, Guy Nattiv e Jaime Ray Newman
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Oscar 2019: Efeitos Especiais Visuais

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First Man, Paul Lambert, Ian Hunter, Tristan Myles e J.D. Schwalm
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