quinta-feira, 29 de março de 2012

Bones (2001)

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Bones de Ernest R. Dickerson é um filme de suspense que conta com as interpretações de Pam Grier e Snoop Dogg .
Tudo começa quando um grupo de amigos compra um edifício num bairro degradado e marginalizado da cidade para o transformarem numa discoteca de renome e restaurar um pouco da dignidade perdida ao bairro. Nada sabiam eles sobre os trágicos acontecimentos que ensombravam o local há várias décadas depois de ali ter sido morto um homem.
Morto mas apenas fisicamente, Jimmy Bones (Snoop Dogg) está preparado para regressar e assim poder atormentar todos aqueles que traiçoeiramente o fizeram perder a vida.
Este filme de suspense não consegue trazer nada de novo aos géneros de terror/suspense/fantástico onde se pretende integrar, conseguindo apenas ser mais um filme-pipoca que entretém, acima de tudo, adolescentes numa noite de fim-de-semana e não indo muito mais além disso.
É o perfeito exemplo de um filme de terror que muito tentou mas pouco conseguiu. É certo que ocasionalmente consegue provocar um ou outro susto mediano e consegue igualmente criar as situações de "nojo" (larvas e um filme de terror estão quase tão próximas como um pão da manteiga), mas há excepção disso este filme limita-se aos clichés ocasionais do género e das intermináveis corridas para fugir do mal que está sempre, mas sempre, tão perto de "nós".
As interpretações fazem justiça ao filme que é... superficiais e com pouco conteúdo tentando os actores, no entanto, mostrar um grande empenho, história e profundidade onde ela é assumidamente impossível de ser retirada.
Os efeitos especiais, onde poderia ter existido um pouco mais de empenho, também se pautam pela mediocridade e chegando mais junto do final do filme conseguem mesmo roçar o absurdo e completamente desnecessário (vejam e depois digam-me se não tenho razão).
Pouco mais há a dizer sobre este Bones além de que serve única e exclusivamente como um entretenimento barato e sem grande conteúdo, logo também não pensamos muito na história e deixamo-nos levar por ela, até que muito rapidamente chegamos ao final e cinco minutos depois já pouco ou nada nos lembramos a respeito do que estivemos a ver.
Elementar... não... básico será a palavra mais apropriada para este filme.
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3 / 10
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