terça-feira, 23 de agosto de 2011

Rise of the Gargoyles (2009)

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Demónio de Pedra de Bill Corcoran reune um conjunto de actores mais ou menos desconhecidos numa história que pretende ser de terror.
Tudo começa quando uma igreja parisiense é alvo de uma tentativa de demolição que irá despertar e eventualmente libertar um antigo demónio que assume o corpo de uma gárgula. O problema é que esta gárgula não só é feita de pedra (quando lhe dá jeito) como ainda por cima anda a pôr ovos para iniciar aquilo que podemos antever como uma rebelião das ditas.
Do outro lado da linha temos um professor americano (claro) radicado em Paris depois de todo o trabalho da sua vida ter sido desacreditado e de um subsequente divórcio que o deixou de rastos, e que como todos percebemos muito rapidamente vai ser o herói do dia, ou da noite visto que as gárgulas só atacam à noite (isto dito assim até parece outra coisa), e conseguir salvar o mundo naquilo que é a vitória mais absurda que eu vi até hoje mesmo considerando outros filmes "pérola" deste calibre.
Bom... a primeira pergunta que me coloco é se valerá a pena dizer mais alguma coisa depois desta tão breve mas certeira descrição sobre este filme? A resposta é um categórico NÃO.
Este filme é apenas mais um de uma extensa lista de filmes "mata-tempo" que existem e que não só não tem uma grande história ou conteúdo como ainda por cima pouco, muito pouco, distraem aqueles que se aventuram a vê-los.
Da gárgula ou dos seus rebentos... pouco vemos. E quando temos esse (des)prazer é tão rápido e tão mal feito que damos por nós a pensar que o dinheiro para fazer este filme foi tão pouco que os próprios efeitos especiais e afins foram feitos a conta gotas e com muito pouca categoria.
E isto já para não falar nas interpretações pois se fosse por esse caminho tinha dificuldade não em falar nos pontos altos, que não são nenhuns, mas sim nos pontos baixos que se reproduzem mais depressa do que as próprias crias da gárgula.
Essencialmente temos um filme bastante pobre que lucidamente nem consegue justificar o tempo que perdemos a vê-lo. Aos audazes... boa sorte se aguentarem até ao fim.
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1 / 10
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