terça-feira, 31 de março de 2020

Eva Krížiková

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1934 - 2020
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Andrew Jack

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1944 - 2020
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Zoltán Peskó

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1937 - 2020
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Julie Bennett

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1932 - 2020
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Kiyoshi Sasabe

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1958 - 2020
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Wallace Roney

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1960 - 2020
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Vincent Marzello

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1951 - 2020
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segunda-feira, 30 de março de 2020

Bill Withers

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1938 - 2020
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domingo, 29 de março de 2020

Ken Shimura

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1950 - 2020
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Alan Merrill

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1951 - 2020
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Joe Diffie

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1958 - 2020
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Krzysztof Penderecki

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1933 - 2020
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sábado, 28 de março de 2020

John Callahan

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1953 - 2020
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sexta-feira, 27 de março de 2020

Francisco d'Orey

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1931 - 2020
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quinta-feira, 26 de março de 2020

Mark Blum

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1950 - 2020
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terça-feira, 24 de março de 2020

Terrence McNally

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1939 - 2020
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Stuart Gordon

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1947 - 2020
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Albert Uderzo

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1927 - 2020
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Manu Dibango

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1933 - 2020
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segunda-feira, 23 de março de 2020

Nashom Wooden

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1969 - 2020
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Lucia Bosè

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1931 - 2020
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domingo, 22 de março de 2020

Carmen de Mairena

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1933 - 2020
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sexta-feira, 20 de março de 2020

Kenny Rogers

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1938 - 2020
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quinta-feira, 19 de março de 2020

Arlus Mabélé

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1953 - 2020
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quarta-feira, 18 de março de 2020

Prémios Platino 2020: os nomeados

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Foram hoje anunciados os nomeados aos Prémios Platino do Cinema Ibero-Americano destacando a forte presença do cinema de língua espanhola nomeadamente a mais recente obra de Pedro Almodóvar. Dolor y Gloria, protagonizada por Antonio Banderas é uma das grandes favoritas ao disputar seis categorias incluindo a de Melhor Filme do Ano. Nesta categoria acompanham-no a longa-metragem colombiana Monos, de Alejandro Landes, a também espanhola La Trinchera Infinita, de Aitor Arregi, Jon Garaño e José Mari Goenaga e a brasileira A Vida Invisível, de Karim Aïnouz.
São os nomeados:
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Cinema
Melhor Filme
Dolor y Gloria, de Pedro Almodóvar
Monos, de Alejandro Landes
La Trinchera Infinita, de Aitor Arregi, Jon Garaño e José Mari Goenaga
A Vida Invisível, de Karim Aïnouz
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Melhor Primeira-Obra
La Camarista, de Lila Avilés
El Despertar de las Hormigas, de Antonella Sudasassi
La Hija de un Ladrón, de Belén Funes
Ventajas de Viajar en Tren, de Aritz Moreno
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Melhor Documentário
Ara Malikian: Una Vida Entre las Cuerdas, de Nata Moreno
El Cuadro, de Andrés Sanz
Democracia em Vertigem, de Petra Costa
Historias de Nuestro Cine, de Ana Pérez-Lorente e Antonio Resines
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Melhor Filme de Animação
Buñuel en el Laberinto de las Tortugas, de Salvador Simó
A Cidade dos Piratas, de Otto Guerra
Elcano y Magallanes, La Primera Vuelta al Mundo, de Ángel Alonso
Klaus, de Sergio Pablos e Carlos Martínez López
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Premio Cine y Educación en Valores
Araña, de Andrés Wood
El Despertar de las Hormigas, de Antonella Sudasassi
Diecisiete, de Daniel Sánchez Arévalo
Elisa y Marcela, de Isabel Coixet
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Melhor Realização
Juan José Campanella, El Cuento de las Comadrejas
Pedro Almodóvar, Dolor y Gloria
Alejandro Amenábar, Mientras Dure la Guerra
Aitor Arregi, Jon Garaño e José Mari Goenaga, La Trinchera Infinita
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Melhor Actor
Antonio Banderas, Dolor y Gloria
Ricardo Darín, La Odisea de los Giles
Karra Elejalde, Mientras Dure la Guerra
Antonio de la Torre, La Trinchera Infinita
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Melhor Actriz
Graciela Borges, El Cuento de las Comadrejas
Belén Cuesta, La Trinchera Infinita
Carol Duarte, A Vida Invisível
Ilse Salas, Las Niñas Bien
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Melhor Argumento
Pedro Almodóvar, Dolor y Gloria
Alejandro Amenábar e Alejandro Hernández, Mientras Dure la Guerra
José Mari Goenaga e Luiso Berdejo, La Trinchera Infinita
Murilo Hauser, Inês Bortagaray e Karim Aïnouz, A Vida Invisível
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Melhor Montagem
Andrea Chignoli, Araña
Teresa Font, Dolor y Gloria
Alejandro Carillo Pavoni, La Odisea de los Giles
Laurent Dufreche e Raúl López, La Trinchera Infinita
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Melhor Fotografia
Alex Catalán, Mientras Dure la Guerra
Jasper Wolf, Monos
Daniela Ludlow, Las Niñas Bien
Javi Agirre Erauso, La Trinchera Infinita
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Melhor Música Original
Emilio Kauderer, El Cuento de las Comadrejas
Alberto Iglésias, Dolor y Gloria
Alejandro Amenábar, Mientras Dure la Guerra
Mica Levi, Monos
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Melhor Som
José Luis Díaz, El Cuento de las Comadrejas
Sergio Bürmann, Pelayo Gutiérrez e Marc Orts, Dolor y Gloria
Aitor Berenguer e Gabriel Gutiérrez, Mientras Dure la Guerra
Lena Esquenazi, Monos
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Melhor Direcção Artística
Alexis Álvarez, Insumisas
Juan Pedro de Gaspar, Mientras Dure la Guerra
Claudio Ramírez Castelli, Las Niñas Bien
Pepe Dominguez, La Trinchera Infinita
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Televisão
Melhor Mini-Série ou Telefilme
La Casa de Papel
Distrito Salvaje
El Marginal III
Monzón
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Melhor Actor em Mini-Série ou Telefilme
Javier Cámara, Vota Juan
Oscar Jaenada, Hernán
Álvaro Morte, La Casa de Papel
Jorge Román, Monzón
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Melhor Actriz em Mini-Série ou Telefilme
Úrsula Corberó, La Casa de Papel
Leticia Dolera, Vida Perfecta
Candela Peña, Hierro
Cecília Suárez, La Casa de las Flores
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Melhor Actor Secundário em Mini-Série ou Telefilme
Gustavo Garzón, Monzón
Juan Pablo Medina, La Casa de las Flores
Gerardo Romano, El Marginal III
Christian Tappan, Distrito Salvaje
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Melhor Actriz Secundária em Mini-Série ou Telefilme
Belén Cuesta, Paquita Salas
Alba Flores, La Casa de Papel
Florencia Raggi, Monzón
Mariana Treviño, La Casa de las Flores
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Devido à recente pandemia do COVID-19 a direcção dos Prémios Platino não avançou com nenhuma data de realização da sua cerimónia deixando, no entanto, a menção de que pretendem que a mesma se realize ainda durante o corrente ano.
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Shortcutz Viseu 2020: os vencedores

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Pele de Luz, de André Guiomar foi o grande vencedor da sexta edição dos troféus do Shortcutz Viseu ao arrecadar não só o prémio de Melhor Documentário como o de Melhor Curta do Ano. Os vencedores da sexta edição foram anunciados online na página oficial do SV, entre ontem e hoje, tendo ainda a curta-metragem Calipso, de Paulo Oliveira e Pedro Martins vencido os dois troféus de interpretação.
São os vencedores:
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Curta do Ano: Pele de Luz, de André Guiomar
Ficção: Sleepwalk, de Filipe Melo
Documentário: Pele de Luz, de André Guiomar
Animação: Razão Entre Dois Volumes, de Catarina Sobral
Actor: Pedro Laginha, Calipso
Actriz: Adriana Moniz, Calipso
Argumento: Nevoeiro, Inês Oliveira e Daniel Veloso
Fotografia: Terra Amarela, Leandro Ferrão
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segunda-feira, 16 de março de 2020

Pedro Barroso

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1950 - 2020
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Sergio Bassi

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1951 - 2020
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domingo, 15 de março de 2020

Banho Santo (2019)

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Banho Santo de Bruno Saraiva (Portugal) é uma curta-metragem que recupera o imaginário da tradição local conferindo-lhe, ao mesmo tempo, uma atmosfera de filme de terror moderno, enigmático popular.
Lucas é escolhido pelo pai para ser o candidato para o ritual do Banho Santo. João (Vasco Figueiredo) salva-o... a um elevado preço.
Tendo a Natureza como um elemento constante nesta história através do cenário natural onde todas as acções decorrem - as rochas, o mar e a floresta -, Banho Santo assume-se como uma história moderna de contornos tradicionais na medida em que o espectador reconhece um diálogo contemporâneo mas, ao mesmo tempo, observa todo um conjunto de rituais e momentos de contornos pagãos que o deixa incerto sobre o espaço histórico temporal em que se encontra.
Com um início centrado junto ao mar, numas rochas que adivinham um acontecimento trágico - passado ou futuro novamente é pouco claro -, esta curta-metragem avança com o desenrolar de uma relação fraternal que não só é cúmplice como também de uma certa dependência. "João" e "Lucas" são dois jovens irmãos onde o primeiro revela desde logo a sua vontade (ou talvez necessidade) em defender e proteger o último de algo que lhe estava destinado. Lentamente é revelado um ritual, que alguns mais dados a estas tradições populares reconhecem como a forma de purificar o corpo e a alma, mas que aqui parece ligado a uma purga mais ou menos definida em que esse dito mal não se pretende "limpar" mas sim eliminar do corpo do seu hospedeiro... custe o que custar. Os dois irmãos, compreende futuramente o espectador que estão fugidos desse tal destino marcado, deixam-se levar pelos caminhos de uma floresta que tanto o protege das demais investidas de outros que os procurem, como também parecem querer entregá-los a um qualquer outro enigma ou "mal" (natural ou não desconhecemos) que espreita por detrás dos majestosos troncos das árvores que se transformam nas suas inesperadas protectoras ao escondê-los dos eventuais olhares estranhos que ali os procurem.
Assustados, ou incertos do que será o seu destino, compreendem que dependem apenas de si próprios mesmo quando todos os confortos de um passado - tal como o poderem saciar a sua fome - são agora também luxos com os quais não podem contar. Dependentes do companheirismo e do sacrifício que ambos têm mutuamente, a escolha de uma esperada dependência ou a aventura da independência são, de certa forma, a única garantia com a qual poderão (ou não) contar.
Do terror moderno ao recuperar de velhas tradições e hábitos populares tão comuns à nossa História, Banho Santo - ou aquela curta-metragem sobre a qual queríamos ver mais -, consegue cativar o espectador pelo seu clima frio e tenso que deixa o espectador em suspenso sobre o que poderá surgir "depois". O que poderá surgir nesse "depois" não só na dinâmica entre os dois irmãos como também na relação com o seu novo espaço natural e, claro, nunca esquecendo qual a interacção que os "outros" que se encontram "para lá" da sua realidade podem querer desencadear, uma vez que estão sempre presentes no seu (e no nosso) imaginário mantendo todos incertos sobre o seu destino. Aos irmãos pela forma como vivem agora uma nova realidade, e a nós espectadores pela forma como nos prende ao ecrã através de uma história que faz mover toda a nossa imaginação sobre o que não se vê ou espera através de uma constante sugestão uma vez que, visualmente, apenas se encontram os tradicionais elementos que se equacionam presentes naquele espaço geográfico para criar toda uma atmosfera de terror e suspense.
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8 / 10
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A Rua é uma Selva (2019)

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A Rua é uma Selva de Ricardo Mussa (Portugal) é um dos documentários curtos que esteve em competição na última edição dos Prémios Sophia Estudante entregues anualmente pela Academia Portuguesa de Cinema e que nos apresenta a história de Nelinho, um sem-abrigo que revela os perigos e a sobrevivência diária de alguém na sua condição.
Nascido em Bordéus, em 1974, Nelinho foi levado pela mãe vítima de abusos por parte do pai, tendo depois vivido um período de conflitos com ela da qual escapou tendo de imediato abraçado uma vida na rua. Desta vida de sem-abrigo ao rápido consumo de heroína foi um passo muito rápido. Também ele pai de um filho com o qual nada convive, Nelinho deixa ainda para o espectador a ideia de que a violência foi sempre uma constante na sua vida. Primeiro com o pai, depois com a mãe e finalmente na rua às mãos da droga e também da polícia. A violência foi (é!) possivelmente o único elemento familiar que consegue encontrar em toda a sua história de vida.
No entanto, este documentário revela-nos, através das palavras do próprio protagonista, que este ainda mantém um ténue esperança na Humanidade, nos actos de bem praticados pelo próximo e como estes podem influenciar qualquer um dos demais e principalmente ele que parece esperar uma oportunidade para finalmente poder entregar um rumo à sua vida. Sem planos ou perspectivas para um futuro que não sabe quando poderá terminar, a sua única esperança é ter um lugar próprio para viver e onde poderá eventualmente estabelecer uma relação com um filho que mal conhece e sobretudo mantém uma questão sempre presente... quando tudo aquilo pelo qual passou lhe apontou para a porta de um fim anunciado... qual será o seu propósito para ainda se manter no mundo dos vivos?
Breve, talvez breve demais, este documentário curto consegue captar uma mensagem de alento e esperança que nunca é condescendente. Aqui testemunhamos a breves palavras de um homem que apesar de não o confessar deixa transparecer a sua vontade de manter um sonho... um objectivo... mesmo que ténue e que possivelmente nunca será concretizado. Mas é seu... e muito provavelmente o último reduto que lhe confere essa vontade de continuar a viver quando tudo à sua volta parece estar contra ele ou, pelo menos, indiferente à sua existência. Humano - o filme - e eficaz na transmissão desta imagem e ideal de esperança, A Rua é uma Selva consegue cativar sobretudo por essa mensagem de simplicidade e de um futuro melhor que se assume, para cada um de nós, sob as mais diferentes formas.
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7 / 10
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quarta-feira, 11 de março de 2020

Deutscher Filmpreis 2020: os nomeados

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Berlin Alexanderplatz, de Burhan Quebani (11) e Systemsprenger, de Nora Fingscheidt (10) são as duas longas-metragens mais nomeadas para o Deutscher Filmpreis, os troféus anualmente entregues pela Academia Alemã de Cinema, destacando a nomeação para Melhor Actor do luso-guineense Welket Bungué na categoria de Melhor Actor.
São os nomeados:
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Melhor Filme
Berlin Alexanderplatz, Leif Alexis, Jochen Laube e Fabian Maubach (prods.)
Es Gilt das Gesprochene Wort, Ingo Fliess (prod.)
Lara, Marcos Kantis, Martin Lehwald e Michal Pokorny (prods.)
Lindenberg! Mach dein Ding, Michael Lehmann, Günther Russ e Johannes Pollmann (prods.)
Systemsprenger, Peter Hartwig, Jonas Weydemann e Jakob D. Weydemann (prods.)
Undine, Forian Koerner von Gustorf, Michael Weber e Margarte Menegoz (prods.)
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Melhor Documentário
Born in Evin, Alex Tondowski e Ira Tondowski (prods.)
Heimat ist ein Raum aus Zeit, Heino Deckert (prod.)
Schlingensief - In das Schweigen Hineinschreien, Frieder Schlaich e Irene von Alberti (prods.)
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Melhor Filme Juvenil
Als Hitler das Rosa Kaninchen Stahl, Jochen Laube, Fabian Maubach e Clementina Hegewisch (prods.)
Fritzi - Eine Wendewundergeschichte, Ralf Kukula e Richard Lutterbeck (prods.)
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Melhor Realização
Burhan Quebani, Berlin Alexanderplatz
Ilker Çatak, Es Gilt das Gesprochene Wort
Nora Fingscheidt, Systemsprenger
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Melhor Actor Protagonista
Jan Bülow, Lindenberg! Mach dein Ding
Welket Bungué, Berlin Alexanderplatz
Albrecht Schuch, Systemsprenger
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Melhor Actriz Protagonista
Anne Ratte-Polle, Es Gilt das Gesprochene Wort
Alina Serban, Gipsy Queen
Helena Zengel, Systemsprenger
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Melhor Actor Secundário
Pasquale Aleardi, Ich War Noch Niemals in New York
Godehard Giese, Es Gilt das Gesprochene Wort
Albrecht Schuch, Berlin Alexanderplatz
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Melhor Actriz Secundária
Jella Haase, Berlin Alexanderplatz
Lisa Hagmeister, Systemsprenger
Gabriela Maria Schmeide, Systemsprenger
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Melhor Argumento
Martin Behnke e Burhan Quebani, Berlin Alexanderplatz
Nils Mohl e Ilker Çatak, Es Gilt das Gesprochene Wort
Nora Fingscheidt, Systemsprenger
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Melhor Montagem
Andreas Menn, Mein Ende. Dein Anfang.
Heike Gnida, Pelikanblut
Bettina Böhler, Schlingensief - In das Schweigen Hineinschreien
Stephan Bechinger e Julia Kovalenko, Systemsprenger
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Melhor Fotografia
Yoshi Heimrath, Berlin Alexanderplatz
Frank Lamm, Deutschstunde
Jieun Yi, O Beautiful Night
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Melhor Música Original
Dascha Dauenhauer, Berlin Alexanderplatz
Lorenz Dangel, Deutschstunde
John Gürtler, Systemsprenger
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Melhor Som
Simone Galavazi e Michel Schöpping, Berlin Alexanderplatz
Corinna Zink, Jonathan Schorr, Dominik Leube, Oscar Stieblitz e Gregor Bonse, Systemsprenger
Andreas Mücke-Niesytka, Martin Steyer, Dominik Schleier, Benjamin Hörbe e Bettina Böhler, Undine
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Melhor Direcção Artística
Silke Buhr, Berlin Alexanderplatz
Tim Tamke, Freies Land
Matthias Müsse, Ich War Noch Niemals in New York
Sebastian Soukup, Narziss und Goldmund
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Melhor Guarda-Roupa
Ingken Benesch, Freies Land
Thomas Oláh e Nora Bates, Ich War Noch Niemals in New York
Sabine Böbbis, Lindenberg! Mach dein Ding
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Melhor Caracterização
Gerhard Zeiss, Ich War Noch Niemals in New York
Astrid Weber e Hannah Fischleder, Lindenberg! Mach dein Ding
Helene Lang, Narziss und Goldmund
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Melhores Efeitos Especiais e Animação
Frank Kaminski, Berlin Alexanderplatz
Sven Martin, Ich War Noch Niemals in New York
Jan Stoltz, Die Känguru-Chroniken
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Filme Popular: Das Perfekte Geheimnis, de Bora Dagtekin (real.) e Lena Schömann (prod.)
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Prémio Carreira: Edgar Reitz
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Os vencedores serão conhecidos numa cerimónia a realizar no próximo dia 24 de Abril no Palais am Funkturm, em Berlim.
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CinEuphoria... 11º aniversário

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domingo, 8 de março de 2020

Max von Sydow

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1929 - 2020
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sábado, 7 de março de 2020

Prémio Mestre Mateo 2020: os vencedores

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A Academia Galega do Audiovisual entregou os Mestre Mateo, os seus troféus anuais, numa cerimónia que declarou O que Arde, de Oliver Laxe como o grande vencedor do ano ao arrecadar oseis troféus incluindo os de Melhor Filme e Realização. Hierro, série do canal Moviestar+ recebeu quatro incluindo Melhor Série e Argumento.
São os vencedores:
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Filme: O que Arde, de Oliver Laxe
Série: Hierro (Moviestar+)
Curta-Metragem de Ficção: 16 de Decembro, de Álvaro Gago Díaz
Produção: Ana Míguez, Hierro
Realização: Oliver Laxe, O que Arde
Actor: Miguel de Lira, Eroski Paraíso
Actriz: Patrícia de Lorenzo, Eroski Paraíso
Actor Secundário: Xan Cejudo, Quien a Hiero Mata
Actriz Secundária: María Vázquez, Quien a Hierro Mata
Argumento: Pepe Coira, Fran Araújo, Araceli Gonda, Coral Cruz e Carlos Portela, Hierro
Montagem: Cristóbal Fernández, O que Arde
Fotografia: Mauro Herce, O que Arde
Música Original: Elba Fernández e Xavi Font, Hierro
Som: David Machado, Amanda Villavieja, Sergio da Silva e Xavier Souto, O que Arde
Design de Produção: Samuel Lema e Curru Garabal, O que Arde
Guarda-Roupa: María Fandiño, Lobos e Cordeiros
Caracterização: Susana Veira e Bea Antelo, Quien a Hierro Mata
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sexta-feira, 6 de março de 2020

Prémios AIP Cinema 2020: os vencedores

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Foram hoje revelados os vencedores dos troféus anuais da AIP - Associação de Imagem Portuguesa numa cerimónia que se realizou na Casa do Alentejo, em Lisboa. Entre os diversos vencedores encontra-se Leonardo Simões pela direcção de fotografia de Vitalina Varela, de Pedro Costa confirmando-o, uma vez mais, como um dos mais referenciados directores de fotografia do último ano.
São os vencedores:
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Longa-Metragem
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Leonardo Simões, Vitalina Varela
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Documentário
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Jorge Quintela, Hálito Azul
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Série
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Carlos Lopes, Sara
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Curta-Metragem
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Miguel Robalo, Último Acto
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Filme de Arte
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William Sossai, The Black Cat
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Fotografia Estudante
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Afonso Vieira, Banho Santo
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Prémio Honorário
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Alberto Pimenta
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Prémio Fernando Costa - CINEMATE
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Filipe Gonçalves
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Prémio Associação de Imagem
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MOTELx
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Shortcutz Ovar 2020: os vencedores

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Decorreu na Escola de Artes e Ofícios de Ovar a cerimónia de entrega dos troféus anuais do Shortcutz Ovar que destacaram Entre Sombras da dupla de realizadoras Alice Guimarães e Mónica Santos como o melhor filme curto do ano.
São os vencedores:
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Curta do Ano: Entre Sombras, de Alice Guimarães e Mónica Santos
Menção Honrosa: Flutuar, de Artur Serra Araújo
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Prémio Especial do Júri: Pele de Luz, de André Guiomar
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Prémio do Público: Sleepwalk, de Filipe Melo
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Primeira Obra: Red Hill, de Laura Carreira
Menção Honrosa: Um Homem Não é Um Homem Só, de Alberto Seixas
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Animação: Agouro, de David Doutel e Vasco Sá
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terça-feira, 3 de março de 2020

Nicholas Tucci

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1981 - 2020
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Orly - Academia Polaca de Cinema 2020: os vencedores

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Boże Ciało, de Jan Komasa foi o grande vencedor dos Prémios Orly, entregues anualmente pela Academia Polaca de Cinema às melhores produções cinematográficas do país, ao arrecadar onze troféus inlucindo Melhor Filme, o Prémio do Público e quatro troféus na área da interpretação.
São os vencedores:
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Filme: Boże Ciało, de Jan Komasa
Documentário: Tylko nie Mów Nikomu, de Tomasz Sekielski
Prémio do Público: Boże Ciało, de Jan Komasa
Filme Europeu: The Favourite, de Yorgos Lanthimos (Irlanda/Reino Unido/EUA)
Série: Wataha - 3ª temporada, de Kasia Adamik e Olga Chajdas
Realização: Jan Komasa, Boże Ciało
Actor: Bartosz Bielenia, Boże Ciało
Actriz: Aleksandra Konieczna, Boże Ciało
Actor Secundário: Łukasz Simlat, Boże Ciało e Robert Więckiewicz, Ukryta Gra
Actriz Secundária: Eliza Rycembel, Boże Ciało
Argumento: Mateusz Pacewicz, Boże Ciało
Montagem: Przemysław Chruścielewski, Boże Ciało
Fotografia: Piotr Sobociński Jr., Boże Ciało
Música: Leszek Możdżer, Ikar. Historia Mietka Kosza
Som: Maciej Pawłowski e Robert Czyżewicz, Ikar. Historia Mietka Kosza
Direcção Artística: Magdalena Dipont e Robert Czesak, Pan T.
Guarda-Roupa: Magdalena Biedrzycka, Pan T.
Caracterização: Dariusz Krysiak, Krew Boga
Revelação: Mateusz Pacewicz, Boże Ciało (argumento)
Carreira: Maja Komorowska
Prémio Especial: Polski Instytut Sztuki Filmowej
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segunda-feira, 2 de março de 2020

James Lipton

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1926 - 2020
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