sábado, 12 de outubro de 2019

Carlo Croccolo

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1927 - 2019
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Stephen Moore

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1937 - 2019
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Manuel Frattini

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1965 - 2019
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sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Robert Forster

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1941 - 2019
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terça-feira, 8 de outubro de 2019

European Film Awards - European Discovery - Prix FIPRESCI 2019: os nomeados

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A Academia Europeia de Cinema anunciou hoje os nomeados ao European Discovery - Prix FIPRESCI para as primeiras obras dos respectivos realizadores. Os nomeados, deliberados por Mike Goodridge (Reino Unido), Valérie Delpierre (Espanha), Azize Tan (Turquia), Marta Balaga (Finlândia), Robbie Eksiel (Grécia) e Michael Pattison (Reino Unido) um conjunto de críticos e membros da Academia, são:
  • Aniara, de Pella Kagerman e Hugo Lilja (Suécia/Dinamarca)
  • Atlantique, de Mati Diop (França/Senegal/Bélgica)
  • Blindsone, de Tuva Novotny (Noruega/Dinamarca)
  • Irina, de Nadejda Koseva (Bulgária)
  • Les Misérables, de Ladj Ly (França)
  • Ray & Liz, de Richard Billingham (Reino Unido)
Os nomeados desta e das demais categorias serão conhecidos na trigésima-segunda cerimónia dos European Film Awards a realizar no próximo dia 7 de Dezembro, em Berlim.
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domingo, 6 de outubro de 2019

Rip Taylor

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1934 - 2019
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Karen Pendleton

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1946 - 2019
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Ginger Baker

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1939 - 2019
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sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Diahann Carroll

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1935 - 2019
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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Philip Gips

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1931 - 2019
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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Paul LeBlanc

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1946 - 2019
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terça-feira, 1 de outubro de 2019

European Film Awards - European University Film Award 2019: os nomeados

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A Academia Europeia de Cinema divulgou hoje os cinco nomeados ao European University Film Award entregue por um colectivo de estudantes universitários espalhados por vinte e cinco países europeus.
São os nomeados:
  • And Then We Danced, de Levan Akin (Geórgia/Suécia/França)
  • Gospod Postoi, Imeto I' e Petrunija, de Teona Stugar Mitevska (Macedónia do Norte/Bélgica/Eslovénia/França/Croácia)
  • La Paranza dei Bambini, de Claudio Giovannesi (Itália)
  • Portrait de la Jeune Fille en Feu, de Céline Sciamma (França)
  • System Sprenger, de Nora Fingscheidt (Alemanha)
O vencedor será conhecido no próximo dia 5 de Dezembro e o troféu será entregue na cerimónia a realizar no dia seguinte durante a cerimónia dos European Film Awards, em Berlim.
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segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Jessye Norman

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1945 - 2019
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domingo, 29 de setembro de 2019

Globos de Ouro SIC/Caras 2019: Prémio Mérito e Excelência

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Maria do Céu Guerra
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Globos de Ouro SIC/Caras 2019: os vencedores

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Foram há instantes revelados no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, os Globos de Ouro SIC/Caras na categoria de Cinema tendo Raiva, de Sérgio Tréfaut sido o grande vencedor ao arrecadar o troféu de Melhor Filme e Actriz.
São os vencedores:
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Filme: Raiva, de Sérgio Tréfaut
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Actor: Carloto Cotta, Diamantino
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Actriz: Isabel Ruth, Raiva
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Globos de Ouro SIC/Caras 2019: Filme

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Raiva, de Sérgio Tréfaut
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Globos de Ouro SIC/Caras 2019: Actor

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Carloto Cotta, Diamantino
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Globos de Ouro SIC/Caras 2019: Actriz

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Isabel Ruth, Raiva
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Shortcutz Viseu - Sessão #132

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Realiza-se na próxima sexta-feira dia 4 de Outubro a Sessão #132 do Shorcutz Viseu. A Sessão regressa com o tradicional segmento de Curtas em Competição onde irão ser exibidos os filmes curtos Cinzas, de Célia Fraga, A Era das Ovelhas, de Sara Augusto, Eva Mendes e Joana de Rosa e ainda Natureza Morta, de Bruno Fraga Braz.
A Sessão #132 contará ainda com o segmento Convidado Especial e com a presença de Nuno Rocha, realizador das curtas-metragens 3x3, Momentos, Vicky & Sam e da longa-metragem A Mãe é que Sabe.
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sábado, 28 de setembro de 2019

Queer Lisboa 2019: os vencedores

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Terminou hoje o Queer Lisboa 23 que decorreu desde o passado dia 20 de Setembro no Cinema São Jorge, em Lisboa por onde passaram dezenas de filmes entre Curtas e Longas-Metragens de Ficção, Animação e Documentário.
São os vencedores:
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Longas-Metragens
Filme: Sócrates, de Alexandre Moratto
Menção Especial: Greta, de Armando Praça
Prémio do Público: Carmen y Lola, de Arantxa Echevarría
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Documentários
Filme: Una Banda de Chicas, de Marilina Giménez
Menção Especial: Ni d'Ève, ni d'Adam. Une Histoire Intersexe, de Floriane Devigne
Prémio do Público: Ni d'Ève, ni d'Adam. Une Histoire Intersexe, de Floriane Devigne
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Curtas-Metragens
Filme: Parsi, de Eduardo Williams e Mariano Blatt
Menção Especial: Ant-Man, de Viet Vu
Prémio do Público: Estamos Todos Aqui, de Chico Santos e Rafael Mellim
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In My Shorts
Filme: Constanza, de Melisa Liebenthal e Dants vs Mohammed Ali, de Marc Wagenaar
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Queer Art
Filme: Normal, de Adele Tulli
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sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Luis Ospina

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1949 - 2019
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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Estamos Todos Aqui (2018)

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Estamos Todos Aqui de Chico Santos e Rafael Mellim (Brasil) foi mais uma das curtas-metragens apresentadas neste último dia de exibição da Competição Oficial da vigésima-terceira edição do Queer Lisboa a decorrer até ao próximo Sábado no Cinema São Jorge, em Lisboa.
Rosa, que nunca se sentiu Lucas o nome que lhe havia sido dado ao nascimento, fora expulsa de casa. Na emergência de construir a sua própria casa na Favela da Prainha, a expansão do maior porto da América Latina vê não só os seus como os sonhos de toda a comunidade ameaçados privando-a de um ideal de futuro.
A dupla de realizadores, que também escreveu o argumento desta curta-metragem que se assume desde o primeiro instante como breve demais para aquilo que nos poderá oferece, enquadra o espectador naquilo que é inegável... a extrema pobreza (social, cultural e económica) do espaço e da população que o habita. Longe de qualquer juízo de valor sobre os mesmos mas sim acentuado sobre as condições que a todos obrigaram a encontrar-se naquele local, é esse mesmo espectador que é imediatamente seduzido pelos comportamentos e rituais quase mecânicos que levam a nossa protagonista a uma busca incansável por um espaço e pelos materiais que a poderão permitir construir o seu novo lar num ambiente assumidamente agressivo.
"Rosa" - personagem docuficcionada - é uma jovem mulher numa transição desconhecida para o espectador. Na prática, essa mesma transição é apenas protagonista por ser (deduzimos) a razão pela qual ela necessita procurar pelo seu espaço sem se remeter para uma mendicidade ou prostituição quase forçadas, e encontrar assim um potencial lugar ao qual chame seu... e de lar. Um lar que lhe fora privado por uma família que compreendemos ter sido abusiva, injusta e que lhe renegou o direito a ser aquilo que sempre foi... uma mulher livre. Nesta medida, aquilo que o espectador compreende é todo o seu ambiente agora "natural" centrado em todo um conjunto de adversidades que lhe são forçadamente propostas e das quais terá de escapar se lhes quiser sobreviver.
Neste contexto, "Rosa" é uma mulher personagem de um espaço que joga desde o primeiro instante contra ela própria, onde reina o perigo, a miséria, as dificuldades e sobretudo todo um conjunto de impossibilidades que a privam de viver a sua vida tal como ela deveria ser... livre. O espaço apresentado pelos realizadores não poderia ser mais adverso... todo um bairro (favela) onde reina a miséria e o empobrecimento. Habitações precárias erguidas por entre o lixo e os detritos esquecidos pelo sem fim de construções que crescem ao seu redor e "na outra margem" das suas possibilidades, fazendo criar famílias que estão, em todas as frentes, num limiar de vida digna e que para sobreviver apenas está garantido pelo recurso à ilegalidade.
É, neste mesmo meio, que "Rosa" tem não só de sobreviver como também lutar e insurgir-se contra as ameaças que se sucedem quando o próprio local está ameaçado pela expansão de um novo motor económico que irá colocar em causa toda a sua (nova) forma de sobrevivência. Atenta, lutadora e agora despertada para a realidade de toda a sua nova condição, "Rosa" terá de se insurgir contra as ameaças ou perder-se e morrer face à incerteza a que a remetem e que a espera sem qualquer piedade.
Para lá de um atento olhar sobre a transição de uma jovem mulher, Estamos Todos Aqui é um intenso relato sobre a sobrevivência humana. Sobrevivência essa que se pode assumir física, psicológica, económica, cultural ou sob uma qualquer outra forma que ameace a dignidade humana e que mais ou menos moderadamente catapulta todos os seus intervenientes a uma luta sem fim pelo seu espaço e sobretudo pela sua existência. Estamos Todos Aqui poderia, dessa forma, ser a interessante pergunta colocada ao "outro" com o fim último de compreender quem tem mais direito sobre o "espaço"... "eu"... "tu"... "o outro"?! Serão umas formas de existência mais válidas que as outras? Terei "eu" mais direito ao espaço do que "tu"? Será a minha existência mais válida do que a "tua"?
Vivida de forma intensa e quase sempre a atingir um clímax, "Rosa" e o seu grito de revolta que a obriga a incorporar esse Estamos Todos Aqui como o seu lema de vida constituíram-se como um dos mais interessantes filmes curtos a passar este ano pelo Queer Lisboa e um tubo de ensaio para aquilo que poderia ser uma história mais longa e, sem qualquer ponta de filosofia, um interessante relato sobre quanto tempo dura ou resiste a luta por essa dignidade tantas vezes perdida.
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8 / 10
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Mom's Clothes (2018)

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Mom's Clothes de Jordan Wong (EUA) é uma das curtas-metragens na Competição Oficial da vigésima-terceira edição do Queer Lisboa a decorrer no Cinema São Jorge, em Lisboa que reflecte sobre o que será estar "fora do armário" numa perspectiva apresentada na primeira pessoa sendo aqui o realizador o principal interveniente da história não-ficcionada que pretende ralatar.
À medida que o espectador observa todo um conjunto de padrões que, pela própria pista dada pelo título, se deduz serem de um roupeiro mais ou menos elaborado e exuberante da sua mãe, compreende as palavras do narrador que assume a sua diferença e individualidade e o facto destas terem sido não só de difícil descoberta como, sobretudo, tão importantes para a definição do seu próprio "eu" escondido, tal como elas, no fundo de um armário que insistia em ter as suas portas cerradas para o mundo exterior. Num sem fim de imagens que rodopiam e circulam no grande ecrã, o espectador escuta então o relato confessional do realizador e da sua auto-descoberta que se impõe ao mundo mais do que uma afirmação mas sim como uma forma de dizer que finalmente estava apto para reclamar a sua dignidade e auto-estima como uma parte integrante do seu ser e da sua personalidade.
Ainda que original pela forma como relaciona a definição de "armário" ou de roupa como camuflagem para a realidade que tanto tempo levou a aceitar e assumir, Mom's Clothes é, sobretudo, uma curta-metragem que demora tanto como a escritura de uma carta na qual se assume uma confissão... para si... talvez para o mundo mas onde principalmente se reclama a auto-valorização do "eu" e a esperança - não tácita - de que um "amanhã" pode ser mais bem vivido sendo que é esperado pelo espectador o que, ou como será, esse dia depois do qual nada se chegará a saber.
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4 / 10
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terça-feira, 24 de setembro de 2019

European Film Awards - European Achievement in World Cinema 2019

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A Academia Europeia de Cinema anunciou esta manhã o nome da homenageada deste ano com o seu troféu European Achievement in World Cinema.
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Juliette Binoche (Paris, 1964) cujo percurso cinematográfico é "rico e diverso" segundo a Academia Europeia de Cinema e onde figuram mais de sessenta longas-metragens, teve a sua primeira participação no grande ecrã no início da década de '80 com Liberty Belle (1983), de Pascal Kané tendo, no entanto, sido dois anos depois com Je Vous Salue, Marie (1985), de Jean-Luc Godard que a lançou como actriz emergente em França. No mesmo ano participaria ainda em Les Nanas, de Annick Lanoë, La Vie de Famille, de Jacques Doillon, Adieu Balireau, de Bob Decout, Le Meilleur de la Vie, de Renaud Victor e Rendez-Vous, de André Téchiné aos quais se seguiriam Mon Beau-Frère a Tué ma Soeur (1986), de Jacques Rouffio, Mauvais Sang (1986), de Leos Carax, The Unbearable Lightness of Being (1988), de Philip Kaufman que lhe conferiu a porta de entrada para um percurso internacional e Un Tour de Manège (1989), de Pierre Pradinas.
A década de '90 começaria com a interpretação de Binoche em Les Amants du Pont-Neuf (1991), de Leos Carax, Wuthering Heights (1992), de Peter Kosminsky, Damage (1992), de Louis Malle, a trilogia Trois Couleurs com Bleu (1993), Blanc (1994) e Rouge (1994), de Krzystof Kieslowski, Le Hussard sur le Toit (1995), de Jean-Paul Rappeneau, Un Divan à New York (1996), de Chantal Akerman e The Englih Patient (1996), de Anthony Minghella que lhe viria a conferir não só a sua primeira nomeação como o seu primeiro Oscar na categoria de Melhor Actriz Secundária. Alice et Martin (1998), de André Téchiné e Les Infants du Siècle (1999), de Diane Kurys viriam a encerrar a década.
O novo século iniciaria com três longas-metragens sendo elas La Veuve de Saint-Pierre (2000), de Patrice Leconte, Code Inconnu (2000), de Michael Haneke e Chocolat (2000), de Lasse Hallström que lhe viria a conferir a sua segunda nomeação a Oscar agora enquanto Actriz Protagonista. Seguir-se-lhe-iam Décalage Horaire (2002), de Danièle Thompson, Country of My Skull (2004), de John Boorman, Caché (2005), de Michael Haneke, Bee Season (2005), de Scott McGehee e David Siegel, Mary (2005), de Abel Ferrara, Paris Je T'Aime (2006), no segmento realizado por Nobuhiro Suwa, Quelques Jours en Septembre (2006), de Santiago Amigorena, Breaking and Entering (2006), de Anthony Minghella, na curta-metragem Le Monde n'est pas un Panorama (2006), de Iacopo Bedogni e Nicolò Massazza, Le Voyage du Ballon Rouge (2007), de Hsiao-Hsien Hou, Disengagement (2007), de Amos Gitai, Dan in Real Life (2007), de Peter Hedges, Paris (2008), de Cédric Klapisch, L'Heure d'Été (2008), de Olivier Assayas e Shirin (2008), de Abbas Kiarostami.
A década seguinte iniciar-se-ia com Copie Conforme (2010), de Abbas Kiarostami, The Son of No One (2011), de Dito Montiel, Elles (2011), de Malgorzata Szumowska, La Vie d'Une Autre (2012), de Sylvie Testud, Cosmopolis (2012), de David Cronenberg, À Coeur Ouvert (2012), de Marion Laine, Camille Claudel 1915 (2013), de Bruno Dumont, Tusen Ganger God Natt (2013), de Erik Poppe, Words and Pictures (2013), de Fred Schepisi, Godzilla (2014), de Gareth Edwards, Clouds of Sils Maria (2014), de Olivier Assayas, Nadie Quiere la Noche (2015), de Isabel Coixet, 7 Letters (2015), de Junfeng Boo, Eric Khoo, Jack Neo, K Rajagopal, Pin Pin Tan, Royston Tan e Kelvin Tong, The 33 (2015), de Patricia Riggen, na curta-metragem Mara (2015), de Mike Figgis, L'Attesa (2015), de Piero Messina, Ma Loute (2016), de Bruno Dumont, Polina, Danser sa Vie (2016), de Valérie Müller e Angelin Preljocaj, Ghost in the Shell (2017), de Rupert Sanders, Telle Mère, Telle Fille (2017), de Noémie Saglio, Un Beau Soleil Intérieur (2017), de Claire Denis, Vision (2018), de Naomi Kawase, Doubles Vies (2018), de Olivier Assayas, High Life (2018), de Claire Denis, Celle que vous Croyez (2019), de Safy Nebbou e finalmente La Vérité (2019), de Hirokazu Koreeda tendo ainda por estrear Le Quai de Ouistreham (2020), de Emmanuel Carrère e La Bonne Épouse (2020), de Martin Provost.
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Além do já mencionado Oscar de Actriz Secundária por The English Patient, Juliette Binoche já foi galardoada com um BAFTA e o Urso de Ouro de Berlim pelo mesmo filme, com o prémio de interpretação em Cannes por Copie Conforme, com o César da Academia Francesa de Cinema por Trois Couleurs: Bleu (num total de dez nomeações), com três European Film Awards - dois de Melhor Actriz e um prémio atribuído pelo público -, o Prémio Tributo pelo Lisbon & Estoril Film Festival e a Coppa Volpi de Veneza entre diversos outros prémios e nomeações destacando-se, entre elas, ao David di Donatello e ao Goya das Academias Italiana e Francesa respectivamente.
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A actriz, bem como os demais nomeados nas mais diversas categorias, estará em Berlim no próximo dia 7 de Dezembro, para a trigésima-segunda edição dos European Film Awards.
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sábado, 21 de setembro de 2019

Sid Haig

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1939 - 2019
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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Jan Merlin

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1925 - 2019
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AFI Life Achievement Award 2020

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O American Film Institute anunciou a atribuição do seu do seu 48º galardão à actriz britânica Julie Andrews numa cerimónia que se irá realizar no próximo dia 25 de Abril de 2020, em Los Angeles.
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Andrews, distinguida recentemente com o Leão de Ouro Carreira pelo Festival Internacional de Cinema de Veneza é, segundo a Presidente do AFI Kathleen Kennedy "praticamente perfeita em todos os sentidos tendo deixado ao longo de décadas e gerações um sentimento de alegria, e o seu talento é um testamento ao poder da arte cinematográfica e à nossa herança cultural".
Julie Andrews, também com uma destacada presença tanto no palco como no pequeno ecrã, iniciou o seu percurso cinematográfico em 1949 ao dobrar uma personagem da longa-metragem de animação La Rosa di Bagdad, de Anton Gino Domenighini tendo sido, no entanto, a sua primeira longa-metragem Mary Poppins (1964), de Robert Stevenson que lhe granjeou não só fama internacional como o seu primeiro, e único à data, Oscar de Melhor Actriz Protagonista.
À obra de Stevenson seguiram-se The Americanization of Emily (1964), de Arthur Hiller e The Sound of Music (1965), de Robert Wise que a confirmou o seu estatuto de estrela internacional e a segunda nomeação ao Oscar enquanto Actriz Protagonista. Com três longas-metragens estreadas e uma carreira firmada, Andrews viria a participar em Torn Curtain (1966), de Alfred Hitchcock, Hawaii (1966) e Throughly Modern Millie (1967) ambos de George Roy Hill e Star! (1968), de Robert Wise que encerraria a década para a actriz.
Já na década de '70 Julie Andrews iria atravessar um período mais calmo apenas participando em quatro longas-metragens de Blake Edwards - com quem havia casado em 1969 -, sendo elas Darling Lili (1970), The Tamarind Seed (1974), The Pink Panther Strikes Again (1976) - onde daria a voz a uma das suas personagens -, e finalmente 10 (1979).
Little Miss Marker (1980), de Walter Bernstein foi a longa-metragem que viria a iniciar a nova década e à qual se seguiria um novo conjunto de colaborações com Blake Edwards entre as quais S.O.B. (1981), Victor Victoria (1982), que lhe proporcionaria a terceira e última nomeação ao Oscar de Melhor Actriz, Trail of the Pink Panther (1982), The Man Who Loved Women (1983) e That's Life! (1986) terminando a década com Duet for One (1986), de Andrey Konchalovskiy.
Andrews voltaria ao cinema seis anos depois com Cin Cin (1992), de Gene Saks naquela que seria a sua única aparição no cinema na década e regressaria con Relative Values (2000), de Eric Styles e o grande êxito junto do público em The Princess Diaries (2001), de Garry Marshall seguido por Unconditional Love (2002), de P. J. Hogan e o sucesso de animação Shrek 2 (2004), de Andrew Adamson, Kelly Asbury e Conrad Vernon ao qual regressaria em Shrek the Third (2007), de Chris Miller e Raman Hui e em Shrek Forever After (2010), de Mike Mitchell. Ainda em 2004 voltaria para The Princess Diaries 2: Royal Engagement, de Garry Marshall, Enchanted (2007), de Kevin Lima e para a curta-metragem do mesmo realizador Pip's Predicament: A Pop-Up Adventure (2008).
Tooth Fairy (2010), de Michael Lembeck, Despicable Me (2010), de Pierre Coffin e Chris Renaud, Despicable Me 3 (2017), de Kyle Balda, Pierre Coffin e Eric Guillon e Aquaman (2018), de James Wan viriam a encerrar as suas participações cinematográficas estando, no momento, em gravações da série Bridgerton.
Entre os inúmeros troféus alcançados por Julie Andrews encontram-se para lá do já mencionado Oscar, três Globos de Ouro, dois Emmy, um BAFTA, dois David di Donatello da Academia Italiana de Cinema, um Grammy e um Screen Actors Guild.
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terça-feira, 17 de setembro de 2019

Suzanne Whang

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1962 - 2019
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segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Shortcutz Viseu - Sessão #131

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É já no próximo dia 20 de Setembro - sexta-feira - que o Shortcutz Viseu regressa para a Sessão #131 e, desta vez, inteiramente dedicada ao público mais jovem numa extensão do Festival Internacional de Cinema de Curtas-Metragens de Vila do Conde.
Na sessão serão assim exibidas um conjunto de curtas-metragens de animação sendo elas Le Tigre sans Rayures, de Raul 'Robin' Morales Reyes (França/Suíça), Matches, de Géza M. Tóth (Hungria), Pouset Draka, de Martin Smatana (Rep. Checa/Eslováquia/Polónia), Kids, de Michael Frei (Suíça), Le Rêve de Sam, de Nolwenn Roberts (França) e ainda Bamboule, de Emilie Pigeard (Bélgica/França).
A Incubadora do Centro Histórico recebe assim mais uma vez uma sessão do Shortcutz Viseu e, esta semana, a partir das 14 horas da próxima sexta-feira dia 20 de Setembro.
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domingo, 15 de setembro de 2019

MOTELx - Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa 2019: os vencedores

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Terminou hoje a décima-terceira edição do MOTELx - Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa que decorreu no Cinema São Jorge desde o passado dia 10 de Setembro e pelo qual passaram dezenas de obras nas mais diversas secções.
Foram os vencedores:
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Prémio MOTELx - Longa-Metragem Europeia de Terror: Papa, Sdokhni, de Kirill Sokolev
Menção Especial: The Hole in the Ground, de Lee Cronin
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Prémio do Público: Midsommar, de Ari Aster
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Prémio MOTELx - Curta-Metragem Portuguesa de Terror: Erva Daninha, de Guilherme Daniel
Menção Honrosa: Häuschen - A Herança, de Paulo A. M. Oliveira e Pedro Martins
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