sexta-feira, 31 de julho de 2026

Justin Hardy



1964 - 2026

quinta-feira, 30 de julho de 2026

Manolo Solo



1964 - 2026

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Glen Hansard



1970 - 2026

Globos de Ouro SIC/Caras 2026: os nomeados


Foram há instantes revelados os nomeados para a 30ª edição dos Globos de Ouro anualmente entregues pela SIC e pela revista Caras aos melhores feitos da arte e cultura portuguesa nas mais diversas áreas nomeadamente Cinema, Televisão, Música e Teatro entre outras. Lavagante, de Mário Barroso é a longa-metragem mais nomeada em Cinema recolhendo nomeações não três categorias a premiar enquanto que em Televisão é Rabo de Peixe a produção mais mencionada com um total de cinco nomeações.
São os nomeados:

Cinema
Melhor Filme
Entroncamento, de Pedro Cabeleira
Hanami, de Denise Fernandes
Lavagante, de Mário Barroso
A Memória do Cheiro das Coisas, de António Ferreira
O Riso e a Faca, de Pedro Pinho

Melhor Actor
Sérgio Coragem, O Riso e a Faca
Francisco Froes, Lavagante
Albano Jerónimo, Primeira Pessoa do Plural
José Martins, A Memória do Cheiro das Coisas
Francisco Melo, A Vida Luminosa

Melhor Actriz
Isabel Abreu, Primeira Pessoa do Plural
Cleo Diára, O Riso e a Faca
Denise Fraga, Sonhar com Leões
Júlia Palha, Lavagante
Ana Vilaça, Entroncamento

Ficção
Melhor Projecto
Casa-Abrigo
Páginas da Vida
Rabo de Peixe
Refúgio do Medo
Vitória


Melhor Actor
José Condessa, Rabo de Peixe
Albano Jerónimo, Lume
Afonso Pimental, Rabo de Peixe e Vitória
José Raposo, Vitória
Rodrigo Tomás, Rabo de Peixe

Melhor Actriz
Sofia Alves, Páginas da Vida
Maria João Bastos, Páginas da Vida
Helena Caldeira, Rabo de Peixe
Catarina Rebelo, Refúgio do Medo
Cláudia Vieira, Vitória

Os vencedores serão conhecidos no próximo dia 26 de Setembro, numa cerimónia a realizar no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.



Ava Gillies



2000 - 2026

terça-feira, 28 de julho de 2026

Vincent "Kavinsky" Belorgey



1975 - 2026

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Phyllida Law



1932 - 2026

quinta-feira, 23 de julho de 2026

William Orbit



1956 - 2026

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Chuck Russell



1952 - 2026

Luís Represas



1956 - 2026

terça-feira, 21 de julho de 2026

Kaylee Hottle



2007 - 2026

sábado, 18 de julho de 2026

Terence Donovan



1935 - 2026

sexta-feira, 17 de julho de 2026

Shortcutz Ovar 2025: os vencedores


Tão Pequeninas, Tinham Ar de Serem Já Crescidas, de Tânia Dinis foi a curta-metragem do ano para o júri do Shortcutz Ovar que celebrou mais um ano de premiação ao que de melhor se faz no cinema curto nacional num ano em que a categoria de Animação sai duplamente premiada.
São os vencedores:

Curta-Metragem: Tão Pequeninas, Tinham Ar de Serem Já Crescidas, de Tânia Dinis
Primeira Obra: Uma Mãe vai à Praia, de Pedro Hasrouny
Prémio Especial do Júri: Atom & Void, de Gonçalo Almeida
Animação: T-Zero, de Vicente Niro
Animação - Menção Especial: Amanhã Não dão Chuva, de Maria Trigo Teixeira
Prémio do Público: Maria Maria, de Benjamin Quadros Costa



quinta-feira, 16 de julho de 2026

Brenda Fricker



1945 - 2026

terça-feira, 14 de julho de 2026

People Who Wait Backwards (2026)


People Who Wait Backwards (EUA) é mais uma das curtas-metragens recentemente editadas dirigidas com o recurso à Inteligência Artificial. Nesta história, todas as manhãs os cidadãos de uma qualquer cidade aguardam numa plataforma de metro pela chegada do seu transporte. Mas esta espera não é feita de qualquer forma... todos esperam de costas voltadas para a linha em absoluto silêncio. A que se deve esta estranha transe que ninguém consegue explicar?
Sem uma aparente coerência na sua narrativa, esta curta-metragem tem uma premissa interessante que gira em torno da ideia da rotina que todos assola diariamente. A repetição de actos, movimentos e acções condenam todos a uma prisão a céu aberto que, em último recurso, acabam por a todos condenar a um esvaziamento da alma lançando-(n)os nesta impermeabilidade de sensações e sentimentos. No fundo todos estão presos a uma solidão (silêncio) no meio de tanta gente, já o dizia a canção.
No entanto, se esta premissa tem o seu potencial para criar um filme que permita a reflexão sobre os dias de hoje e sobre essa solidão cosmopolita, a verdade é que entregar a sua execução a esta nova tendência da inteligência artificial acaba por minar o resultado final e entregar ao espectador algo que acaba por ser, em diversos momentos, francamente bizarro. Bizarria esta que inicia com a movimentação artificial das personagens, a opacidade da sua presença no ecrã e sobretudo às expressões e (falta de) emoções que as personagens criadas transmitem. Expressões essas que são muitas vezes quase cópias baratas de filmes como Body Snatchers, de Abel Ferrara (1993) onde todos parecem estar numa transe (caras deformadas) dentro da própria transe que já prevê a própria história ao colocá-los num espaço e ambiente de saturação social.
Assim, o argumento que foca essencialmente os efeitos a longo prazo de um ambiente centrado na rotina e numa sociedade onde a comunidade vive perto fisicamente mas distante psicologicamente de si própria acaba por se perder numa execução que se transforma em pequenos momentos de bizarria e desconectividade provocados por uma "entidade" que, felizmente, ainda se distancia e não compreende a verdade concepção dos sentimentos e emoções humanas criando, em sua representação, figuras que são em muitos momentos, fantasmagóricos e disfuncionais daquilo que entendemos como seres "humanos"... mesmo quando vivem o auge das suas adversidades.
Potencialmente interessante sob uma perspectiva da mensagem que parece pretender transmitir, este People Who Wait Backwards acaba por ser irrelevante graças à sua execução que se torna assustadora e não pelos melhores motivos.


3 / 10

Burning Sky (2025)


Burning Sky (EUA) é uma curta-metragem realizada com o recurso à Inteligência Artificial que centra a sua acção numa dinâmica pré-apocalipse onde se analisam os efeitos do porvir e pós-apocalipse no âmbito da acção da população após observarem as transformações com que terão de lidar. Num mundo em transformação, será o legado deixado por um pai a uma filha o motor para a salvação da Humanidade?
Este argumento centra-se sobretudo nas dinâmicas humanas; primeiro em tempos em que uma sociedade vive as rotinas do dia-a-dia sem pensar ou questionar os seus porquês mas sim na falta de estímulo para executar aquilo que se tornou banal. É a aproximação da mudança, aqui na forma de um caos apocalíptico, que tudo se revela. O descontrolo das comunidades, a falência da sociedade e a ruptura das instituições que se revelam incapazes de moderar e guiar uma população sem rumo. Quando tudo desmorona questionam-se os sobreviventes sobre "o que resta" mas, num mundo sem ordem ou controlo o que poderá ser feito para que essa sobrevivência se efective?
A dinâmica destes filmes sobre o fim dos tempos raramente ultrapassa elementos óbvios sendo sempre explorada a destruição (quanto mais melhor), a morte (relação causa-efeito) e o que sucederá àqueles que, afortunados, conseguiram resistir ao último embate de um planeta que pelos vistos é ameaçado "dentro e fora de portas". Considerando que aqui a ameaça "vem de fora", o que é analisado nesta história é a problemática de se se consegue ou não enganar esse invasor cujos planos não se enquadram necessariamente numa onda de ocupação mas sim de total aniquilação do que existe. Da já referida ordem e sociedade, dos valores que se perdem face a uma crise, da vida tal como a conhecemos e, no final, do próprio planeta que parece ser sucessivamente considerado uma nódoa no universo. Neste âmbito poderá a Humanidade ser mais inteligente do que uma civilização (tão inteligente) que conseguiu alcançar a Terra sem que ninguém por ela desse? Poderá a tal "manha" do Homem ultrapassar vastos conhecimentos tecnológicos que permitem a uma qualquer entidade viajar pelo espaço, anos-luz e galáxias distantes? Do engenho à realidade... apenas fica lugar para a imaginação de cada um de nós.
Estranho mundo este em que observamos um cada vez maior número de histórias, principalmente neste cinema em formato curto, que se deixam levar pelas novas tecnologias entregando histórias em que um dos principais factores se perde ou dilui no espaço: o factor humano. Mais curioso ainda quando, neste caso concreto, falamos de uma história em que é a própria sobrevivência do Homem que está em causa e onde expressões, rostos e emoções se diluem a um conjunto de momentos que foram captados numa qualquer biblioteca de imagens e que servem agora como "expressões reais" face ao terror. Mas, não será o terror perdermos nós espectadores esta vertente humana que nos faz ligar ao "outro" compreendendo-o como um "eu"? Se por um lado nos questionamos - eventualmente - sobre a possibilidade da perda, da sobrevivência ou do extermínio numa história que fala (ainda que brevemente) sobre o "legado" de um pai à sua filha, por outro lado encontramos uma história que vive de expressões pré-formatadas que de real pouco têm para lá da compreensão que existem de facto mas aqui não se encontram filmadas.
Interessante sobre esse ponto de vista do "novo cinema", comum sobre uma perspectiva de filme temático que já em muito foi filmado mas, ao mesmo tempo, assustador na possibilidade de um cinema sem rostos reais, sem imagens captadas livremente resumindo-se a um momento pré-fabricado de locais, paisagens e pessoas que compreendermos estarem numa biblioteca online que serviu... para mais um filme.



4 / 10

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Sam Neill



1947 - 2026

domingo, 12 de julho de 2026

Rui Resende



1938 - 2026

Luis Goytisolo



1935 - 2026

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Festival Ibérico de Cinema 2026: os vencedores


Terminou hoje a 32ª edição do Festival Ibérico de Cinema que decorre anualmente na Extremadura espanhola tendo, este ano pela primeira vez, também tido sede na cidade de Elvas. Homing, de Hansel Rodrigues e Elizabeth Atherton foi a grande vencedora do prémio Onofre de Melhor Curta-Metragem sendo que foi In Memoriam, de Teresa Bellón e César F. Calvillo o filme curto mais premiado do ano ao arrecadar os três troféus do público de Badajoz, Olivenza e San Vicente de Alcántara. A curta-metragem portuguesa A Fronteira Azul, de Dinis M. Costa foi duplamente premiada e Rui Carlos, de Margarida Paias recolheu o troféu do Público Infantil.
São os vencedores:

Curta-Metragem: Homing, de Hansel Rodrigues e Elizabeth Atherton
Curta-Metragem Extremeña: MA-MA, de Isabel María Monge
Público de Badajoz: In Memoriam, de Teresa Bellón e César F. Calvillo
Público de Olivenza: In Memoriam, de Teresa Bellón e César F. Calvillo
Público de San Vicente de Alcántara: In Memoriam, de Teresa Bellón e César F. Calvillo
Público Infantil: Rui Carlos, de Margarida Paias
Prémio Jurado Jovem: Los Murciélagos han Abandonado el Campanario, de Alfonso Bernal e Manuel Bernal
Realização: Marta G. Ayerbe, Señuelo
Interpretação Masculina: Guillermo Leal "Oso", El Príncipe Nigeriano
Interpretação Feminina: Ángela Molina, La Última Canción
Argumento: Óscar Carrascal, El Príncipe Nigeriano
Fotografia: Tomás Brice, A Fronteira Azul
Música Original: Francisco Ferro, A Fronteira Azul



Josh Grisetti



1981 - 2026

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Bonnie Tyler



1951 - 2026

Pedro Oliveira



1960 - 2026

terça-feira, 7 de julho de 2026

Joanna Pettet



1942 - 2026

Louise Lasser



1939 - 2026

Leonel Brito



1941 - 2026

domingo, 5 de julho de 2026

João Milagre



1969 - 2026

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Yervant Gianikian



1942 - 2026