domingo, 14 de fevereiro de 2016

BAFTA 2016 - Documentário

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Amy, de Asif Kapadia e Jame Gay-Rees
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BAFTA 2016 - Fotografia

 
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The Revenant, Emmanuel Lubezki
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BAFTA 2016 - Caracterização

 
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Mad Max: Fury Road, Lesley Vanderwalt e Damian Martin
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BAFTA 2016 - Prémio Alexander Korda - Melhor Filme Britânico

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Brooklyn, de John Crowley
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Writers Guild Awards 2016: os vencedores

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Foram ontem entregues os Writers Guild Awards que premiaram dois dos nomeados a Oscar nas categorias de Argumento Original e Argumento Adaptado.
Foram vencedores:
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Argumento Original: Spotlight, Josh Singer e Tom McCarthy
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Argumento Adaptado: The Big Short, Charles Randolph e Adam McKay - baseado no livro de Michael Lewis
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Argumento de Documentário: Going Clear: Scientology and the Prison of Belief, Alex Gibney
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Canadian Screen Awards 2016: os nomeados

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Melhor Filme
Brooklyn, Pierre Even, Marie Claude Poulin, Finola Dwyer e Amanda Posey
Corbo, Félize Frappier
Les Démons, Galilé Marion-Gauvin e Philippe Lesage
Les Êtres Chers, Sylvain Corbeil e Nancy Grant
Félix et Meira, Sylvain Corbeil e Nancy Grant
The Forbidden Room, Phoebe Greenberg, Penny Mancuso, Phyllis Laing, David Christensen e Guy Maddin
Guibord s'en va-t-en Guerre, Luc Déry e Kim McCraw
Remember, Robert Lantos e Ari Lantos
Room, David Gross e Ed Guiney
Sleeping Giant, Karen Harnisch, Andrew Cividino, Marc Swenker, James Vandewater e Aaron Yeger
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Melhor Documentário
The Amina Profile
Hadwin's Judgement
How to Change the World
Hurt
Last of the Elephant Men
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Melhor Realizador
Philippe Lesage, Les Démons
Maxime Giroux, Félix et Meira
Anne Émond, Les Êtres Chers
Lenny Abrahamson, Room
Andrew Cividino, Sleeping Giant
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Melhor Actor Protagonista
Maxim Gaudette, Les Êtres Chers
Jasmin Geljo, The Waiting Room
Christopher Plummer, Remember
Rossif Sutherland, River
Jacob Tremblay, Room
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Melhor Actriz Protagonista
Céline Bonnier, La Passion d'Augustine
Leah Goldstein, Diamond Tongues
Brie Larson, Room
Karelle Tremblay, Les Êtres Chers
Hadas Yaron, Félix et Meira
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Melhor Actor Secundário
Waris Ahluwalia, Beeba Boys
Irdens Exantus, Guibord s'en va-t-en Guerre
Patrick Hivon, Ville-Marie
Tony Nardi, Corbo
Nick Serino, Sleeping Giant
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Melhor Actriz Secundária
Joan Allen, Room
Cynthia Ashperger, The Waiting Room
Christine Beaulieu, Le Mirage
Balinder Johal, Beeba Boys
Mylène Mackay, Endorphine
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Melhor Argumento Original
André Turpin, Endorphine
Anne Émond, Les Êtres Chers
Philippe Falardeau, Guibord s'en va-t-en Guerre
Benjamin August, Remember
Matt Hansen, Zoom
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Melhor Argumento Adaptado
Josh Epstein e Kyle Rideout, Eadweard
Emma Donoghue, Room
Wiebke von Carolsfeld, The Saver
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Melhor Montagem
Mathieu Bouchard-Malo, Les Êtres Chers
Renée Beaulieu, Le Garagiste
David Wharnsby, Hyena Road
Nathan Nugent, Room
James Vandewater, Sleeping Giant
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Melhor Fotografia
Yves Bélanger, Brooklyn
Sara Mishara, Félix et Meira
Rene Ohashi, Forsaken
Karim Hussain, Hyena Road
Danny Cohen, Room
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Melhor Música Original
Michel Corriveau, Anna
Michael Brook, Brooklyn
François Dompierre, La Passion d'Augustine
Stephen Rennicks, Room
Chris Gestrin, Songs She Wrote About People She Knows
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Melhor Canção Original
"Where the Light Used to Be", Peter Katz e Karen Kosowski, 88
"Red and Yellow", Martin Léon, Les Êtres Chers
"People Hold On", Noah Reid, People Hold On
"C'est Aujourd'hui que Je Sors", Jenny Salgado e André Courcy, Scratch Un Hip Opéra
"Asshole Dave", Kris Elgstrand, Songs She Wrote About People She Knows
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Melhor Design de Produção
Louisa Schabas, Félix et Meira
Galen Johnson, Brigitte Henry, Chris Lavis e Maciek Szczerbowski, The Forbidden Room
Ken Rempel, Kathy McCoy e Erik Gerlund, Forsaken
Arv Grewal, Steve Shewchuk, Larry Spittle e David Best, Hyena Road
Ethan Tobman e Mary Kirkland, Room
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Melhor Guarda-Roupa
Joanne Hansen, Beeba Boys
Judy Jonker, Corbo
Christopher Hargadon, Forsaken
Katelynd Johnston, Hyena Road
Arabella Bushnell, Songs She Wrote About People She Knows
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Melhor Caracterização
Catherine Beaudoin, Anna
David Scott e Trina Brink, Backcountry
Gail Kennedy, Jo-Dee Thomson, Rochelle Parrent e Jojo Preece, Forsaken
Jayne Dancose, Debra Johnson, Charles Porlier e Doug Morrow, Hyena Road
Sid Armour e Jennifer Gould, Room
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Melhor Som
Bernard Gariépy Strobl, Daniel Bisson, Jean-Charles Desjardins e François Grenon, Endorphine
Sylvain Brassard, Arnaud Têtu, Pascal Van Strydonck, Olivier Léger e Gaëlle Komàr, Le Garagiste
Bernard Gariépy Strobl, Daniel Bisson, Claude La Haye e Benoît Leduc, Guibord s'en va-t-en Guerre
Lou Solakofski, Ian Rankin, Joe Morrow, Russ Dyck, Graham Rogers, James Bastable, André Azoubel, Don White e Jack Hereen, Hyena Road
Lou Solakofski, Kirk Lynds, Kristian Bailey, Don White, Jack Heeren, Rob Coxford e Peter Carlstedt, Into The Forest
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Melhores Efeitos Sonoros
Sylvain Bellemare, Claire Pochon, Jérôme Décarie e François Senneville, Endorphine
John Gurdebeke e David Rose, The Forbidden Room
Mark Gingras, Jill Purdy, Adam Stein e Steve Baine, Forsaken
Benoît Dame, Stéphane Cadotte e Bertrand Duranleau, Le Garagiste
Jane Tattersall, David McCallum, Martin Gwynn Jones, Barry Gilmore, David Evans, Dave Rose, Brennan Mercer, Ed Douglas, Kevin Banks, Goro Koyama e Andy Malcolm, Hyena Road
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Melhores Efeitos Visuais
Darren Wall, Borealis
Alain Lachance e Eve Brunet, Endorphine
Phil Jones, Sarah Wormsbecher, Eric Doiron, Anthony DeChellis, Lon Molnar, Geoff D.E. Scott, Nathan Larouche e Mark Fordham, Hyena Road
Geoff D.E. Scott, Sarah Wormsbecher, Eric Doiron, Nathan Larouche, Anthony DeChellis, Lon Molnar, Joel Chambers, Jason Snea, Kaiser Thomas e Rob Kennedy, Remember
Marcelo Alves de Souza, Paulo Barcellos, Adams Carvalho, George Schall, Luis Dourado, Emerson Bonadias, Diego Moreira, Luciano Santa Barbara, Thiago Sá e Luis Dreyfuss, Zoom
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Shortcutz Viseu - vencedor de Janeiro

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O Shortcutz Viseu anunciou a curta-metragem Xico+Xana, de Francisco Falcão a.k.a..Fakano como a vencedora do mês de Janeiro tornando-se assim como a mais recente candidata ao prémio de Melhor Curta do Ano.
A curta-metragem Xico+Xana junta-se assim às anteriores vencedoras que estão a competir pelo prémio de Melhor Curta-Metragem do Ano sendo elas Deus Providenciará, de Luís Porto, O Silêncio Entre Duas Canções, de Mónica Lima, Doce Lar, de Nuno Baltazar, Lei da Gravidade, de Tiago Rosarosso e Oobe, de Joana Maria Sousa e Manuel Carneiro.
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Les Magritte du Cinéma 2016: os vencedores

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Filme: Le Tout Nouveau Testament, de Jaco Van Dormael
Filme Flamengo: D'Ardennen, de Robin Pront
Primeiro Filme: Tous les Chats sont Gris, de Savina Dellicour
Filme Estrangeiro em Co-Produção: La Famille Bélier, de Eric Lartigau
Documentário: L'Homme qui Répare les Femmes, de Thierry Michel
Curta-Metragem de Ficção: L'Ours Noir, de Méryl Fortunat-Rossi e Xavier Seron
Curta-Metragem de Animação: Dernière Porte au Sud, de Sacha Feiner
Realizador: Jaco Van Dormael, Le Tout Nouveau Testament
Actor: Wim Willaert, Je Suis Mort Mais J'ai des Amis
Actriz: Veerle Baetens, Un Début Prometteur
Actor Secundário: Laurent Capelluto, L'Enquête
Actriz Secundária: Anne Coesens, Tous les Chats sont Gris
Revelação Masculina: Benjamin Ramon, Être
Revelação Feminina: Lucie Debay, Melody
Argumento Original ou Adaptado: Le Tout Nouveau Testament, Thomas Gunzig e Jaco Van Dormael
Montagem: Alleluia, Anne-Laure Guégan
Fotografia: Alleluia, Manu Dacosse
Música Original: Le Tout Nouveau Testament, An Pierlé
Som: Alleluia, Emmanuel de Boissieu, Frédéric Meert e Ludovic Van Pachterbeke
Direcção Artística: Alleluia, Emmanuel de Meulemeester
Guarda-Roupa: La Dame dans l'Auto avec des Lunettes et un Fusil, Pascaline Chavanne
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El Corredor (2014)

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El Corredor de José Luis Montesinos é uma curta-metragem espanhola de ficção e a vencedora do Goya da Academia Espanhola de Cinema na respectiva categoria.
Um homem (Miguel Ángel Jenner) corre. Poderia ser um homem qualquer não fosse ser abordado por outro homem mais novo (Roger Batalla) que o conhece. As ironias da vida cruzam assim um antigo patrão e um antigo empregado que agora ocupam posições diferentes na vida... Ou pelo menos assim aparentam.
Vencedora do já referido Goya e nomeado na mesma categoria ao European Film Award da Academia Europeia de Cinema, El Corredor é um trágico e mordaz retrato de uma crise económica actual que a todos apanha desprevenidos relegando-os para lugares e momentos da vida nos quais jamais julgariam poder encontrar-se. Aqui o argumento que é, também ele, da autoria de José Luis Montesinos, traça uma intrigante ironia quando os papéis dos dois homens se invertem colocando aquele que havia sido dispensado pelas agruras da crise numa posição privilegiada em relação àquele que havia sido, em tempos, o seu empregador. Os dois homens cuja arrogância e prepotência os encontra em diferentes - e inversos - momentos, discutem agora como a crise e os tortuosos caminhos da vida os levaram até àquele momento.
O primeiro - Miguel Ángel Jenner - um antigo e influente homem que teve a seu cargo sabe-se lá outros quantos, é agora um homem apagado pelo tempo e pelo momento. As suas empresas ruíram o aquele que fora em tempos o seu todo poderoso império, é agora uma mancha na sua memória que procura dias melhores sem, no entanto, os conseguir encontrar. Sem uma actividade profissional e com a sua vida pessoal destruída, este homem tenta agora trilhar o mesmo caminho que outros tantos milhares perseguem numa Europa devastada com a mais violenta crise económica de que há memória. No entanto, o outro homem - Roger Batalla - revela-lhe a boa vida que leva propondo ao seu antigo patrão um trabalho enquanto chauffeur da empresa de limousines da qual é agora sócio. Da relutância de um passado imponente a um potencial emprego oferecido por aquele que noutros dias liderou, este homem tenta a sua sorte numa corrida que poderá modificar toda a sua vida agora em ruínas.
José Luis Montesinos cria um argumento brilhante na medida em que o espectador ganha empatia - em pesos e medidas diferentes - pelos dois homens que se encontram nos respectivos antípodas. A vida de um ruíra enquanto a de outro encontrou uma estranha e quase impossível oportunidade, fazendo crer ao espectador que nem tudo pode ser tomado como certo numa vida cheia de incertezas e infortúnios. Mas, se esta empatia parece ganhar uma forma, não deixa de permanecer no seu subconsciente de que todo este encontro e cruzar de vidas parece oportuno demais para ser realidade. Que esconde aquele homem mais novo com toda a sua vida pela frente ao confrontar aquele que o despedira e, de certa forma, o lançara numa incerteza que agora também vive? Se por um lado este argumento parece querer berrar que as oportunidades são criadas por cada um de nós, é também um facto que nos esclarece que a vida pode modificar a qualquer momento invertendo a dinâmica de uma pirâmide social transformando camponeses em empresários e estes em meras almas sem rumo ou propósito.
A corrida, e claro está o corredor, são assim metáforas para um caminho que necessita ser traçado... para uma resposta que se encontra num fundo da pista e para uma vida que não deve julgar ser algo mais do que o outro. Outro esse que pode viver e atravessar um momento complicado mas que um dia poderá ver na sua existência a resposta para os próprios problemas... Ou, por sua vez, ser a irónica resposta para aquilo que um dia se provocou indiferente aos resultados que daí advinham.
Com brilhantes interpretações de Miguel Ángel Jenner e Roger Batalla que captam dois lados opostos de uma mesma barricada que podendo ser comum encontra, nas suas próprias experiências, todos os argumentos para se distanciar e criar barreiras mais altas do que aquelas que poderiam transpôr em conjunto, El Corredor é uma curta-metragem corrosiva, mordaz, irónica e com uma leve pitada de um humor negro e quanto baste maldoso assumindo-se como um - mais um - interessante e crítico exemplar cinematográfico que retrata a crise, as suas vítimas e os seus perpetradores qualificando-os de estranhos semelhantes que atravessam todo um momento de viragem ainda que para alguns a desgraça alheia seja... simplesmente indiferente.
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8 / 10
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Les Prix Lumières 2016: os vencedores

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Filme: Mustang, de Deniz Gamze Ergüven
Prix Heike Hurst - Melhor Primeira-Obra: Mustang, de Deniz Gamze Ergüven
Filme Francófono: Much Loved, de Nabil Ayouch (França/Marrocos)
Documentário: El Botón de Nácar, de Patricio Guzmán e L’Image Manquante, de Rithy Pan
Realizador: Arnaud Desplechin, Trois Souvenirs de ma Jeunesse
Actor: Vincent Lindon, La Loi du Marché e Journal d’une Femme de Chambre
Actriz: Catherine Frot, Marguerite
Revelação Masculina: Rod Paradot, La Tête Haute
Revelação Feminina: Güneş Nezihe Şensoy, Doğa Zeynep Doğuşlu, Elit Işcan, Tuğba Sunguroğlu e Ilayda Akdoğan, Mustang
Argumento: Philippe Faucon, Fatima
Fotografia: David Chizallet, Mustang, Les Anarchistes e Je Suis un Soldat
Música: Grégoire Hetzel, La Belle Saison e Trois Souvenirs de ma Jeunesse
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Robert 2016 - Academia Dinamarquesa de Cinema: os vencedores

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Filme: Under Sandet, de Nordisk Film Production, Mikael Rieks (prod.) e Martin Zandvliet (real.)
Prémio do Público: Under Sandet, de Nordisk Film Production, Mikael Rieks (prod.) e Martin Zandvliet (real.)
Filme para a Família: Skammerens Datter, de Nepenthe Film, Nina Lyng e Eva Juel Hammerich (prods.) e Kenneth Kainz (real.)
Documentário Longa-Metragem: The Man Who Saved the World, de Statement Film ApS, Jakob Staberg (prod.) e Peter Anthony (real.)
Documentário Curta-Metragem: Home Sweet Home, de Good Company Pictures, Katrine A. Sahlstrøm (prod.) e Katrine Philip (real.)
Curta-Metragem: Mommy, de Milad Alami (real.) e Stinna Lassen (prod.)
Filme Americano: Birdman or (The Unexpected Virtue of Ignorance), de Alejandro González Iñárritu
Filme Não-Americano: Mommy, de Xavier Dolan (Canadá)
Realizador: Martin Zandvliet, Under Sandet
Actor Protagonista: Ulrich Thomsen, Sommeren '92
Actriz Protagonista: Tuva Novotny, Krigen
Actor Secundário: Nicolas Bro, Mænd og Høns
Actriz Secundária: Trine Dyrholm, Lang Historie Kort
Argumento Original: Martin Zandvliet, Under Sandet
Argumento Adaptado: Anders Thomas Jensen, Skammerens Datter
Montagem: Per Sandholt e Molly Malene Stensgaard, Under Sandet
Fotografia: Camilla Hjelm Knudsen, Under Sandet
Som: Peter Albrechtsen, Idealisten
Música Original: Jeppe Kaas, Skammerens Datter
Canção Original: "Svæver Over Byen", de Wafande, Andreas Keilgaard e Søren Schou, Iqbal & Den Hemmelige Opskrift
Direcção Artística: Mia Steensgaard, Mænd og Høns
Guarda-Roupa: Kicki Ilander, Skammerens Datter
Caracterização: Anne Cathrine Sauerberg, Morten Jacobsen e Thomas Foldberg, Mænd og Høns
Efeitos Visuais: Martin Madsen e Morten Jacobsen, Skammerens Datter
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A Perfect Day (2015)

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Um Dia Perfeito de Fernando León de Aranoa é uma longa-metragem espanhola vencedora do Goya de Melhor Argumento Adaptado - também da autoria de León de Aranoa - com a interpretação de actores como Benicio Del Toro, Tim Robbins, Olga Kurylenko e Mélanie Thierry.
Balcãs 1995. Mambrú (Del Toro), B (Robbins) e Sophie (Thierry) fazem parte do grupo de ajuda humanitária que após o conflito que dividiu a Jugoslávia tenta resolver alguns dos problemas do território devolvendo-lhe alguma "normalidade" dentro dos limites do possível.
Quando num poço aparece o corpo de um homem, os três tentam encontram uma solução para o remover e, pequenos problemas aos quais não prestariam atenção noutras condições ou noutros territórios ganham agora uma dimensão que os aproxima do impossível ao mesmo tempo que se aproximam de Nikola (Eldar Residovic), um jovem que espera pela companhia dos seus pais.
Fernando León de Aranoa que dirigiu histórias como Barrio (1998), Los Lunes al Sol (2002) ou Princesas (2005) volta a pegar na mão do espectador levando-o, uma vez mais, para factos que, mais ou menos ficcionados, representam momentos de crise social na História contemporânea. De vidas sem esperança em Barrio e Princesas às vidas com um futuro comprometido de Los Lunes al Sol, León de Aranoa aqui apresenta a esquizofrenia de um conflito avassalador que ultrapassou os limites do imaginado colocando todos aqueles que o atravessaram numa sentida incerteza sobre o espaço que os viu nascer, o então presente de uma realidade à qual pareciam distantes e incertos de um futuro que tardaria a chegar.
Em A Perfect Day o espectador começa por conhecer este conjunto de funcionários de organizações humanitárias que confiantes no seu trabalho de apoio no terreno percebem - aliás, compreendem - as suas ilimitadas limitações enquanto outros confiantes num futuro melhor começam, também eles, a compreender que nem tudo é tão simples num pós-conflito e mesmo as boas intenções estão rodeadas de um sem fim de entraves que os colhem nas suas esperanças e momentos de positividade que são rapidamente eclipsados pela dura realidade. A relação entre as personagens interpretadas por Del Toro e Robbins mais experientes no terreno e que encaram o momento com uma estranha energia que os impede de cair no buraco sem fundo que a Bósnia do pós-guerra representava, apenas encontra os seus antípodas na positividade de uma sonhadora "Sophie" de Mélanie Thierry cuja jovem idade e anos de inexperiência inocentemente lhe conferem. O contraste inicial entre os três rapidamente se dissipa com o respeito dos dois primeiros para com o idealismo de uma jovem que espera e quer fazer a mudança, e a compreensão desta última de que tem muito que aprender com os seus parceiros cuja experiência será a verdadeira mestre de toda esta sua passagem por aquele território.
Se a dinâmica dos três encontra lentamente um ponto em comum permitindo-lhes não só cooperar como respeitarem-se, não é menos verdade que o território bósnio os consome mais rapidamente do que aquilo que imaginariam... O principal elemento desse factor é a simples incapacidade de pensar para onde regressar quando já se sentem tão "habituados" àquele território desolado onde o negro das cinzas e das explosões se embaraça no próprio território natural que parece incapaz de renascer após o conflito. De vegetação escassa e de uma rudeza visível, a Bósnia é uma área que (in)desejadamente se tornou parte deles tornando estranha ou quase irreal a ideia de "voltar para onde?" quando aquela é agora a sua casa... Ainda a confirmar esta sensação de que aos poucos eles são mais pequenos do que o espaço ou do que aquilo que as suas acções podem concretizar estão todos aqueles pequenos detalhes que ganham forma como as vinganças que se desenham, as famílias destroçadas que não encontram ponto de reunião como é o caso do pequeno "Nikola" desconhecer do verdadeiro destino dos seus pais e por quem o grupo ganha uma inesperada empatia e amizade.
A complementar esta sensação de incapacidade operatória está também a sabotagem das pequenas grandes acções diárias que se vêem incapacitados de cumprir que vão desde a libertação de um poço de água que possa satisfazer as necessidades das populações locais ou até mesmo as sucessivas ordens e leis que têm de respeitar pela transição de jurisdição que chega sem qualquer conhecimento. É quando todas as tarefas que se cumprem surgem inesperadamente bloqueadas que a sensação de impotência sentida ganha todo um novo contorno... avassalador e desgastante. A vontade de uma justiça que se desconhece ou mesmo que não lhes compete ganha forma e "corpo" deixando-os num limbo e numa incerteza sobre qual será a sua verdadeira importância num território que... não os deixa cumprir a sua missão.
Num terreno ao qual se lhes opões aqueles para quem trabalham como os nativos que ainda vivem num momento de transição onde justiça e vingança se mesclam ao ponto de não conseguirem distinguir qual é qual, A Perfect Day regista assim um instante de uma lúcida esquizofrenia onde uns vivem pelo idealismo, outros pela realidade do momento, outros ainda pelo distanciamento que criam para com aquilo com que vivem diariamente e finalmente outros que se deixam viver lado a lado com as limitações incessantes de um país devastado por uma guerra fraticida. León de Aranoa, justo vencedor do Goya de Argumento Adaptado, cria então um filme que filma as relações entre os homens - principalmente aqueles externos ao próprio espaço - vivendo, no entanto, para lá do mesmo como que desejando que o espectador observe essa mesma esquizofrenia tendo com fim último uma única mensagem... haverá algum sentido numa guerra?
Ainda que Benicio Del Toro detenha o protagonismo em A Perfect Day como o seu "Mambrú", um homem desgastado pela vivência num cenário abalado pelo conflito e incapaz de manter as suas relações sentimentais de pé, e para lá das simpáticas presenças de Olga Kurylenko (quase uma participação especial) e de Mélanie Thierry como uma sonhadora e idealista convicta dos seus desejos é, no entanto, Tim Robbins que com o seu "B" - interpretação nomeada ao Goya de Actor Secundário - cria a perspectiva mais "humana" de um conflito graças a momentos mais ligeiros onde se percebe que encarna aquele homem que apenas resiste por se distanciar de toda a loucura com que se cruza. Destaque ainda para Fedja Stukan como "Damir", o fiel intérprete que acompanha o grupo e para a jovem revelação - e agradável surpresa - que é Eldar Residovic que com o seu "Nikola" consegue incutir ao ambiente a humanidade que lhe falta.
Abrilhantado com uma direcção de fotografia de Alex Catalán que consegue conferir a desejada desumanização do espaço ao evitar qualquer tonalidade mais forte e expressiva, A Perfect Day é uma não tão simples mensagem sobre a decadência e degradação do Homem... durante e pós conflito... no qual se conhecem as verdadeiras facetas de todos aqueles que em tempos foram considerados vizinhos e irmãos.
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8 / 10
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domingo, 7 de fevereiro de 2016

International Cinephile Society 2016: os nomeados

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A International Cinephile Society divulgou hoje o seu conjunto de nomeados aos seus prémios anuais encontrando-se entre eles Carol, de Todd Haynes como um dos filmes mais nomeados e ainda a trilogia As Mil e Uma Noites, de Miguel Gomes que estreou nos Estados Unidos no final de 2015.
A cerimónia de divulgação dos vencedores será no próximo dia 21 de Fevereiro. São os nomeados:
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Melhor Filme

45 Years, de Andrew Haigh
As Mil e Uma Noites - Volume I, II e III, de Miguel Gomes
Carol, de Todd Haynes
Clouds of Sils Maria, de Olivier Assayas
The Duke of Burgundy, de Peter Strickland
En Duva satt på en gren och Funderade på Tillvaron, de Roy Andersson
Inside Out, de Pete Docter e Ronnie Del Carmen
P'tit Quinquin, de Bruno Dumont
Mad Max: Fury Road, de George Miller
Nie yin Niang, de Hou Hsiao-Hsien
Tangerine, de Sean Baker
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Melhor Documentário
Amy, de Asif Kapadia
El Botón de Nácar, de Patrício Guzmán
Heart of a Dog, de Laurie Anderson
In Jackson Heights, de Frederick Wiseman
The Look of Silence, de Joshua Oppenheimer
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Melhor Filme de Animação
Anomalisa, de Charlie Kaufman e Duke Johnson
Inside Out, de Pete Docter e Ronnie Del Carmen
Omoide no Mâni, de Hiromasa Yonebayashi
Shaun the Sheep Movie, de Mark Burton e Richard Starzak
World of Tomorrow, de Don Hertzfeldt
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Melhor Filme em Língua Não-Inglesa
Amour Fou, de Jessica Hausner (Áustria)
En Duva satt på en gren och Funderade på Tillvaron, de Roy Andersson (Suécia)
Jauja, de Lisandro Alonso (Argentina)
As Mil e Uma Noites, Volume I, II e III, de Miguel Gomes (Portugal)
Nie yin Niang, de Hou Hsiao-Hsien (Taiwan)
P'tit Quinquin, de Bruno Dumont (França)
Phoenix, de Christian Petzold (Alemanha)
Saint Laurent, de Bertrand Bonello (França)
La Sapienza, de Eugène Green (Itália)
Saul Fia, de László Nemes (Hungria)
Trudno byt Bogom, de Aleksey German (Rússia)
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Menções Honrosas - Filme em Língua Não Inglesa:
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Cavalo Dinheiro, de Pedro Costa (Portugal)
Mustang, de Deniz Gamze Ergüven (França)
Plemya, de Miroslav Slaboshpitsky (Ucrânia)
Timbuktu, de Abderrahmane Sissako (Mauritânia)
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Melhor Realizador
Sean Baker, Tangerine
Bruno Dumont, P'tit Quinquin
Todd Haynes, Carol
Hou Hsiao-Hsien, Nie yin Niang
George Miller, Mad Max: Fury Road
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Melhor Actor
Christopher Abbott, James White
Samuel L. Jackson, The Hateful Eight
Géza Röhrig, Saul Fia
Jacob Tremblay, Room
Gaspard Ulliel, Saint Laurent
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Melhor Actriz

Juliette Binoche, Clouds of Sils Maria
Cate Blanchett, Carol
Nina Hoss, Phoenix
Rooney Mara, Carol
Charlotte Rampling, 45 Years
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Melhor Actor Secundário
Helmut Berger, Saint Laurent
Emory Cohen, Brooklyn
Benicio Del Toro, Sicario
Walton Goggins, The Hateful Eight
Oscar Isaac, Ex Machina
Mark Rylance, Bridge of Spies
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Melhor Actriz Secundária
Jennifer Jason Leigh, The Hateful Eight
Cynthia Nixon, James White
Erica Rivas, Relatos Salvajes
Kristen Stewart, Clouds of Sils Maria
Mya Taylor, Tangerine
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Melhor Argumento Original
Amour Fou, Jessica Hausner
Clouds of Sils Maria, Olivier Assayas
En Duva satt på en gren och Funderade på Tillvaron, Roy Andersson
Inside Out, Pete Docter, Ronnie Del Carmen, Meg LeFauve e Josh Cooley
P'tit Quinquin, Bruno Dumont
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Melhor Argumento Adaptado
45 Years, Andrew Haigh
Anomalisa, Charlie Kaufman
Carol, Phyllis Nagy
Mad Max: Fury Road, George Miller, Brendan McCarthy e Nick Lathouris
Nie yin Niang, Cheng Ah, T’ien-wen Chu, Hou Hsiao-Hsien e Hai-Meng Hsieh
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Melhor Fotografia
Carol, Edward Lachman
Jauja, Timo Salminen
Mad Max: Fury Road, John Seale
Nie yin Niang, Ping Bin Lee
The Revenant, Emmanuel Lubezki
Trudno byt Bogom,  Vladimir Ilin e Yuriy Klimenko
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Melhor Montagem
Carol, Affonso Gonçalves
The Duke of Burgundy, Matyas Fekete
It Follows, Julio Perez IV
Mad Max: Fury Road, Margaret Sixel
Nie yin Niang, Ching-Song Liao e Chih-Chia Huang
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Melhor Design de Produção
Carol, Judy Becker
Crimson Peak, Thomas E. Sanders
Mad Max: Fury Road, Colin Gibson
Nie yin Niang, Wen-Ying Huang
Saint Laurent, Katia Wyszkop
Trudno byt Bogom, Sergei Kokovkin, Georgiy Kropachyov e Elena Zhukova
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Melhor Banda-Sonora
Carol, Carter Burwell
The Duke of Burgundy, Faris Badwan, Rachel Zeffira a.k.a. Cat’s Eyes
The Hateful Eight, Ennio Morricone
It Follows, Rich Vreeland a.k.a. Disasterpeace
Mad Max: Fury Road, Tom Holkenborg a.k.a. Junkie XL
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Melhor Elenco
Brooklyn
Carol
Gett: The Trial of Viviane Amsalem
The Hateful Eight
P'tit Quinquin
Spotlight
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Melhor Flme sem Estreia em 2015
El Abrazo de la Serpiente, de Ciro Guerra
Aferim!, de Radu Jude
Closet Monster, de Stephen Dunn
Comoara, de  Corneliu Porumboiu
Je-geum-eun-mat-gogeu-ddae-neum-teul-li-da, de Hong San-soo
Knight of Cups, de Terrence Mallick
The Lobster, de Yorgos Lanthimos
Mia Madre, de Nanni Moretti
No Home Movie, de Chantal Akerman
L'Ombre des Femmes, de Philippe Garrel
Rak ti Khon Kaen, de Apichatpong Weerasethakul
Sangue del Mio Sangue, de Marco Bellocchio
Shan he gu Ren, de Jia Zhangke
Sunset Song, de Terence Davis
Trois Souvenirs de Ma Jeunesse, de Arnaud Desplechin
The Witch, de Robert Eggers
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Cinema Bloggers Awards 2016: os nomeados

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Competição Nacional
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Melhor Filme Português
Capitão Falcão, de João Leitão
As Mil e Uma Noites: Volume 1, O Inquieto, de Miguel Gomes
As Mil e Uma Noites: Volume 2, O Desolado, de Miguel Gomes
As Mil e Uma Noites: Volume 3, O Encantado, de Miguel Gomes
Montanha, João Salaviza
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Melhor Curta Portuguesa
Ana Crónica, de Luís Queiroga Ferraz
Coro dos Amantes, de Tiago Guedes
(des)ligado, de Diogo Simão
A Glória de Fazer Cinema em Portugal, de Manuel Mozos
Marta, de Bernardo Gomes de Almeida
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Melhor Realizador
João Leitão, Capitão Falcão
Manuel Mozos, A Glória de Fazer Cinema em Portugal
Miguel Gomes, As Mil e Uma Noites: Volume 1, O Inquieto
Miguel Gomes, As Mil e Uma Noites: Volume 2, O Desolado
João Salaviza, Montanha
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Melhor Actor
Carloto Cotta, Montanha
David Mourato, Montanha
Gonçalo Waddington, As Mil e Uma Noites: Volume 2, O Desolado
Gonçalo Waddington, Capitão Falcão
Mário Moutinho, Ana Crónica
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Melhor Actriz
Beatriz Pereira, Ana Crónica
Luísa Cruz, As Mil e Uma Noites: Volume 2, O Desolado
Maria João Pinho, Montanha
Sara Barros Leitão, Marta
Victoria Guerra, Amor Impossível
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Melhor Argumento
Capitão Falcão
Marta
As Mil e Uma Noites: Volume 1, O Inquieto
As Mil e Uma Noites: Volume 2, O Desolado
Montanha
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Competição Internacional
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Melhor Filme Europeu
Amy, de Asif Kapadia
Capitão Falcão, de João Leitão
Ex Machina, de Alex Garland
As Mil e Uma Noites: Volume 2, O Desolado, de Miguel Gomes
Phoenix. Christian Petzold
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Melhor Filme Norte-Americano
Birdman or (The Unexpected Virtue of Ignorance), de Alejandro González Iñárritu
Bridge of Spies, de Steven Spielberg
Mad Max: Fury Road, de George Miller
Star Wars: The Force Awakens, de J.J. Abrams
Whiplash, de Damian Chazelle
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Melhor Filme Asiático
Gui Lai, de Zhang Yimou
Kaguyahime no Monogatari, de Isao Takahata
Kaze Tachinu, de Hayao Miyazaki
Masaan, de Neeraj Ghaywan
Taxi, de Jafar Panahi
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Melhor Filme de Animação
Inside Out, de Pete Docter e Ronnie Del Carmen
Kaguyahime no Monogatari, de Isao Takahata
Kaze Tachinu, de Hayao Miyazaki
The Little Prince, de Mark Osborne
Shaun the Sheep Movie, de Mark Burton e Richard Starzak
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Melhor Realizador
Alejandro González Iñárritu, Birdman or (The Unexpected Virtue of Ignorance)
Alex Garland, Ex Machina
Andrey Zvyagintsev, Leviafan
Damien Chazelle, Whiplash
George Miller, Mad Max: Fury Road
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Melhor Actor
Eddie Redmayne, The Danish Girl
Eddie Redmayne, The Theory of Everything
Michael Fassbender, Steve Jobs
Michael Keaton, Birdman or (The Unexpected Virtue of Ignorance)
Miles Teller, Whiplash
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Melhor Actriz
Charlize Theron, Mad Max: Fury Road
Emily Blunt, Sicario
Julianne Moore, Still Alice
Margherita Buy, Mia Madre
Nina Hoss, Phoenix
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Melhor Actor Secundário
Benicio Del Toro, Sicario
Edward Norton, Birdman or (The Unexpected Virtue of Ignorance)
J.K. Simmons, Whiplash
Oscar Isaac, Ex Machina
Ronald Zehrfeld, Phoenix
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Melhor Actriz Secundária
Alicia Vikander, The Danish Girl
Alicia Vikander, Ex Machina
Emma Stone, Birdman or (The Unexpected Virtue of Ignorance)
Kate Winslet, Steve Jobs
Rachel Weisz, Youth
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Melhor Argumento
Birdman or (The Unexpected Virtue of Ignorance)
Ex Machina
Inside Out
The Martian
Steve Jobs
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Melhor Montagem
Birdman or (The Unexpected Virtue of Ignorance)
Ex Machina
Leviafan
Mad Max: Fury Road
Whiplash
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Melhor Fotografia
Birdman or (The Unexpected Virtue of Ignorance)
Leviafan
Mad Max: Fury Road
Phoenix
Sicario
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Melhor Banda-Sonora
Birdman or (The Unexpected Virtue of Ignorance)
Mad Max: Fury Road
Star Wars: The Force Awakens
The Theory of Everything
Whiplash
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Melhor Guarda-Roupa
The Danish Girl
Inherent Vice
Into the Woods
Mad Max: Fury Road
Phoenix
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Melhor Direcção Artística
Birdman or (The Unexpected Virtue of Ignorance)
The Danish Girl
Ex Machina
Mad Max: Fury Road
Star Wars: The Force Awakens
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Melhor Caracterização
Birdman or (The Unexpected Virtue of Ignorance)
The Danish Girl
Foxcatcher
Mad Max: Fury Road
Star Wars: The Force Awakens
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Melhores Efeitos Sonoros
Ex Machina
Jurassic World
Mad Max: Fury Road
Star Wars: The Force Awakens
Whiplash
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Melhores Efeitos Especiais
Ex Machina
Jurassic World
Mad Max: Fury Road
The Martian
Star Wars: The Force Awakens
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Piranha 3DD (2012)

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Piranha XXL de John Gulager é uma longa-metragem norte-americana e a sequela de Piranha 3D (2010), de Alexandre Aja retomando portanto a temática de frenesim de sangue à custa das tão mal fadadas piranhas desta vez num parque aquático que espera fazer as delícias dos seus visitantes.
Quano a empenhada Maddy (Danielle Panabaker) descobre que o parque aquático Big Wet pode ser alvo da acção implacável das piranhas mais carnívoras de sempre, ela tenta avisar Chet (David Koechner), o seu proprietário. Mas quando o poder do dinheiro se revela mais importante do que a segurança daqueles que "invadem" o seu novo projecto, a carnificina está a pequenos instantes de ocorrer.
É óbvio para qualquer pessoa minimamente inteligente que este poderá seguramente ser um dos piores filmes de todos os tempos. Não pelo seu argumento que é praticamente inexistente, mas sim pela forma como facilmente se transformam em objectos sexuais todos os seus actores e figurantes destacando de forma exuberante os atributos femininos desde cedo com o esclarecedor título de "duplo D" e isto sem esquecer como as mangueiras são utilizadas como réplicas fálicas mais ou menos animadas ou o cúmulo quando uma piranha entra pelo corpo de uma mulher saindo-lhe por um dos seus orifícios em pleno actual sexual para arrancar o... (evito mais grafismos)...
O absurdo de Piranha 3DD não tem limites... E essa quebra de fronteiras chega mesmo a atingir os seus actores nomeadamente Christopher Lloyd que é aqui recuperado de forma pouco digna, principalmente se os recordarmos dos tempos de Who Framed Roger Rabbit? ou da Trilogia Back to the Future, e que aqui parece um fantasma apagado desses tempos ou até de um sempre soberbo Ving Rhames que aqui é uma paródia de si mesmo e de percursos bem mais inteligentes e bem sucedidos. Se a isto juntarmos a presença de Gary Busey ou de um David Hasselhoff que se recria enquanto um desgastado "Mitch Buchannon" do sucesso dos anos 90 Baywatch que aqui ganha a vida enquanto o próprio Hasselhoff no rescaldo decadente da sua personagem, então Piranha 3DD não só se enquadra nesse aspecto de um dos piores filmes de todos os tempos como aparenta orgulhar-se do facto descendo a cada instante numa potencial escala de (falta) qualidade.
De absurdo em absurdo e de mau momento para um ainda pior, esta longa-metragem que suspeito ser como a saga Anaconda que brinda o espectador com as mais variadas sequelas e, quem sabe, um mix de Piranha versus Ptedoractilo, deixa o espectador numa espécie de transe que ou não acredita no que está a ver (e com razões para tal visto tudo ser francamente mal feito... propositadamente ou não... nunca saberemos) ou está de tal forma desconcertado com a quantidade de "copa duplo D" que vê que... se perda no reino do "absurdistão" não conseguindo de lá sair.
Mas... nem tudo são maus dizeres... Se esta é uma das piores longas-metragens alguma vez filmadas - e acreditem que não gastei nem um cêntimo para poder visualizar este filme, facto que agradece a um qualquer canal de televisão nacional cujo nome não irei mencionar - não deixa de ser verdade que graças a esse mesmo aspecto consegue cativar um ou outro sorriso e momentos surreais que o espectador não irá esquecer... quer seja pela presença desastrosa de Hasselhoff ou pela piranha que sobrevive nas entranhas de uma das personagens pronta para dar uma dentada num qualquer orgão... em acção... Piranha 3DD (sobre)vive desse tal absurdo... da vontade de não ser uma obra de jeito e da boa vontade que aqueles que o filmaram nele depositaram... pelo orgulho de ter no seu curriculum um filme assumidamente mau ou por nele verem a oportunidade de elevar a sua carreira a algo que já foi mas jamais voltará a ser.
Dito isto... e por muito que se diga... Piranha 3DD é tão mau, mas tão mau... que apenas sendo visto se acredita (ou não) na quantidade de dinheiro que se gasta a fazer (não arrisco dizer criar) um objecto nulo, opaco e completamente absurdo que apesar de ter momentos de alguma graça não consegue - nem se pode - ser levado a sério. Nem tão pouco nas próprias piranhas que por momentos parecem mais interessadas em morder orgãos genitais e seios femininos do que propriamente em saciar os seus instintos alimentares e de sobrevivência. Mau... muito mau... mas ainda assim um "interessante" veículo de algum entretenimento absurdo e idiota (motivo pelo qual não lhe dou apenas um ponto).
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2 / 10
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Directors Guild of America 2016: os vencedores

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Foram ontem divulgados os vencedores dos Directors Guild of America tendo sido o grande vencedor da noite Alejandro González Iñárritu pelo filme The Revenant estabelecendo, ao mesmo tempo, um importante marco histórico ao ser o primeiro realizador a conquistar o troféu dois anos consecutivos.
Iñárritu que fora nomeado em 2007 por Babel, venceu o primeiro DGA nesta categoria em 2015 pelo filme Birdman or (The Unexpected Virtue of Ignorance) - tendo depois conquistado o Oscar de Melhor Realizador - é assim o preferido ao troféu da Academia.
Entre os restantes vencedores da noite encontram-se Alex Garland como Realizador de Primeiro Filme por Ex Machina e na categoria de Documentário o vencedor foi Matthew Heineman por Cartel Land.
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Goya 2016: os vencedores

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Filme: Truman, de Trumanfilm, A.I.E. (Marta Esteban), Bdcine, S.R.L. (Diego Dubcovsky), Imposible Films (Marta Esteban)
Documentário: Sueños de Sal, de Alfredo Navarro
Filme de Animação: Atrapa la Bandera, de Enrique Gato
Filme Ibero-Americano: El Clan, de Pablo Trapero (Argentina)
Filme Europeu: Mustang, de Deniz Gamze Erugüven (França)
Curta-Metragem de Ficção: El Corredor, de José Luis Montesinos
Curta-Metragem Documental: Hijos de la Tierra, de Álex O'Mill Tubau e Patxi Uriz Domezáin
Curta-Metragem de Animação: Alike, de Daniel Martínez Lara e Rafael Cano Méndez
Realizador: Cesc Gay, Truman
Realizador Revelação: Daniel Guzmán, A Cambio de Nada
Direcção de Produção: Andrés Santana e Marta Miró, Nadie Quiere la Noche
Actor: Ricardo Darín, Truman
Actriz: Natalia de Molina, Techo y Comida
Actor Secundário: Javier Cámara, Truman
Actriz Secundária: Luisa Gavasa, La Novia
Actor Revelação: Miguel Herrán, A Cambio de Nada
Actriz Revelação: Irene Escolar, Un Otoño sin Berlín
Argumento Original: Cesc Gay e Tomás Aragay, Truman
Argumento Adaptado: Fernando León de Aranoa, Un Día Perfecto
Montagem: Jorge Coira, El Desconocido
Fotografia: Miguel Ángel Amoedo, La Novia
Música Original: Lucas Vidal, Nadie Quiere la Noche
Canção Original: "Palmeras en la Nieve”, de Lucas Vidal e Pablo Alborán, Palmeras en la Nieve
Direcção Artística: Antón Laguna, Palmeras en la Nieve
Guarda-Roupa: Clara Bilbao, Nadie Quiere la Noche
Caracterização: Pablo Perona, Paco Rodríguez H. e Sylvie Imbert, Nadie Quiere la Noche
Som: David Machado, Jaime Fernández e Nacho Arenas, El Desconocido
Efeitos Especiais: Lluís Castells e Lluis Rivera, Anacleto, Agente Secreto
Goya de Honor: Mariano Ozores
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Goya 2016 - Filme

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Truman
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Trumanfilm, A.I.E. (Marta Esteban), Bdcine, S.R.L. (Diego Dubcovsky), Imposible Films (Marta Esteban)
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Goya 2016 - Realizador

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Cesc Gay, Truman
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Goya 2016 - Actor

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Ricardo Darín, Truman
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sábado, 6 de fevereiro de 2016

Goya 2016 - Actriz

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Natalia de Molina, Techo y Comida
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Goya 2016 - Argumento Original

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Cesc Gay e Tomás Aragay, Truman
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Goya 2016 - Argumento Adaptado

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Fernando León de Aranoa, Un Día Perfecto
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Goya 2016 - Filme de Animação

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Atrapa la Bandera, de Enrique Gato
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Goya 2016 - Curta-Metragem de Animação

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Alike, de Daniel Martínez Lara e Rafael Cano Méndez
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Goya 2016 - Direcção de Produção

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Andrés Santana e Marta Miró, Nadie Quiere la Noche
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