segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Shortcutz Viseu - Melhor Realização 2017: os nomeados

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Foram divulgados há instantes pelo Shortcutz Viseu os últimos nomeados do ano relativos à categoria de Melhor Realização cujo vencedor será premiado pela ocasião do seu quarto aniversário.
São os nomeados:
  • A Instalação do Medo, Ricardo Leite
  • Jigging, Ramón de los Santos
  • Marasmo, Gonçalo Loureiro
  • Post-Mortem, Belmiro Ribeiro
Os vencedores desta e de todas as demais categorias serão anunciados na página oficial do Shortcutz Viseu a 13 de Setembro próximo não existindo, este ano, a realização de uma cerimónia oficial.
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domingo, 27 de agosto de 2017

Shortcutz Viseu - Melhor Argumento 2017: os nomeados

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Foram hoje divulgados pelo Shortcutz Viseu os nomeados na categoria de Melhor Argumento que será premiado pela ocasião do seu quarto aniversário.
São os nomeados:
  • A Instalação do Medo, Ricardo Leite
  • Lingo, Vicente Niro
  • Post-Mortem, João Silva Santos
  • Vícios para uma Família Feliz, Tiago R. Santos
Os vencedores desta e de todas as demais categorias serão anunciados na página oficial do Shortcutz Viseu a 13 de Setembro próximo não existindo, este ano, a realização de uma cerimónia oficial.
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Shortcutz Figueiró dos Vinhos - Melhor Actriz 2017: as nomeadas

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Na continuação da divulgação dos nomeados aos prémios do primeiro aniversário do Shortcutz Figueiró dos Vinhos, a organização anunciou hoje as nomeadas ao prémio de Melhor Actriz do Ano. São elas:
  • Sara Barros Leitão, Marta
  • Helena Canhoto, Vícios para uma Família Feliz
  • Tânia Figueiras Ribeiro, Prefiro Não Dizer
  • Margarida Moreira, A Instalação do Medo
Os vencedores desta e das demais categorias serão conhecidos numa cerimónia a realizar no próximo dia 2 de Setembro na Casa da Cultura de Figueiró dos Vinhos.
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sábado, 26 de agosto de 2017

Tobe Hooper

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1943 - 2017
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Shortcutz Viseu - Melhor Fotografia 2017: os nomeados

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Foram hoje divulgados pelo Shortcutz Viseu os nomeados na categoria de Melhor Actor que será premiado pela ocasião do seu quarto aniversário.
São eles:
  • Bastien, Leandro Ferrão
  • Jigging, Pedro Azevedo
  • Marasmo, António Pinheiro
  • Post-Mortem, Ivan Markelov
Os vencedores desta e de todas as demais categorias serão anunciados na página oficial do Shortcutz Viseu a 13 de Setembro próximo não existindo, este ano, a realização de uma cerimónia oficial.
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Shortcutz Figueiró dos Vinhos - Melhor Actor 2017: os nomeados

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Na continuação da divulgação dos nomeados aos prémios do primeiro aniversário do Shortcutz Figueiró dos Vinhos, a organização anunciou há instantes os nomeados a Melhor Actor do Ano. São eles:
  • Welket Bungué, Bastien
  • Nuno Janeiro, A Instalação do Medo
  • José Mata, Luto Branco
  • Jorge Paupério, Palhaços
Os vencedores desta e das demais categorias serão conhecidos numa cerimónia a realizar no próximo dia 2 de Setembro na Casa da Cultura de Figueiró dos Vinhos.
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Shortcutz Figueiró dos Vinhos - nomeados de 2017

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O Shortcutz Figueiró dos Vinhos divulgou há instantes os seus nomeados oficiais para aquela que será a sua primeira gala de aniversário. Os nomeados, decorrentes da votação mensal ao longo do último ano, para Melhor Curta do Ano e Prémio do Público são:
  • #Lingo, de Vicente Niro
  • Arcana, de Jerónimo Ribeiro Rocha
  • A Instalação do Medo, de Ricardo Leite
  • Marasmo, de Gonçalo Loureiro
  • Ode, de Ana Pio
  • Post-Mortem, de Belmiro Ribeiro
  • Pronto, Era Assim, de Joana Nogueira e Patrícia Rodrigues
  • Turp, de Liliana Gonçalves e Francisco Neves
  • Vícios para uma Família Feliz, de Tiago R. Santos
Os vencedores serão conhecidos no próximo dia 2 de Setembro no decorrer de uma cerimónia a realizar na Casa da Cultura de Figueiró dos Vinhos a partir das 21h30.
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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Shortcutz Viseu - Melhor Actor 2017: os nomeados

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Foram hoje divulgados pelo Shortcutz Viseu os nomeados na categoria de Melhor Actor que será premiado pela ocasião do seu quarto aniversário.
São eles:
  • Welket Bungué, Bastien
  • Cristóvão Carvalheiro, Post-Mortem
  • José Carlos Garcia, Jigging
  • Tiago Viegas, Jigging
Os vencedores desta e das demais categorias serão apenas anunciados na página oficial do Shortcutz Viseu a 13 de Setembro não existindo este ano, a realização de uma cerimónia oficial.
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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Jay Thomas

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1948 - 2017
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Shortcutz Viseu - Melhor Som 2017: os nomeados

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Depois de ontem ter anunciado os nomeados a Melhor Montagem, o Shortcutz Viseu divulgou hoje os seus nomeados na categoria de Melhor Som a premiar neste que será o seu quarto aniversário.
São eles:
  • Fosso, Ricardo Sousa
  • A Instalação do Medo, Tiago Cardoso
  • Marasmo, Tiago Cardoso
  • Post-Mortem, Jérémy Pouivet
Os vencedores desta e demais categorias serão, contrariamente ao que aconteceu nos últimos três anos, apenas anunciados na página oficial do Shortcutz Viseu a 13 de Setembro não existindo este ano, a realização de uma cerimónia oficial.
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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Shortcutz Viseu - Melhor Montagem 2017: os nomeados

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Depois dos nomeados a Melhor Curta do Ano e Melhor Actriz, o Shortcutz Viseu divulgou hoje os seus nomeados na categoria de Melhor Montagem.
São eles:
  • Cavallo, Joana Maria Sousa
  • Jigging, Ramón de los Santos
  • Mirror, Sara Eustáquio
  • Post-Mortem, Belmiro Ribeiro e João S. Santos
Os vencedores desta e demais categorias serão, contrariamente ao que aconteceu nos últimos três anos, apenas anunciados na página oficial do Shortcutz Viseu a 13 de Setembro não tendo, este ano, a realização de uma cerimónia oficial.
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Fénix - Premio IberoAmericano de Cine 2017: a pré-selecção

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Foram recentemente anunciadas as longas-metragem de ficção e documentário em formato de longa-metragem pré-seleccionados aos Fénix - Premio IberoAmericano de Cine. Entre os grandes sucessos do cinema Ibero-Americano encontram-se obras de Portugal e Espanha bem como de todos os países da América Latina e vários dos potenciais seleccionados nacionais aos Oscar na categoria de Filme Estrangeiro.
São os pré-seleccionados:
  • Amazona, de Clare Weiskopf (Colômbia)
  • El Amparo, de Rober Calzadilla (Colômbia/Venezuela)
  • El Año del Apocalipsis, de Rafael Arévalo (Perú)
  • Arábia, de Affonso Uchoa e João Dumans (Brasil)
  • Atrás Hay Relámpagos, de Julio Hernández Cordón (México/Costa Rica)
  • El Auge del Humano, de Eduardo Williams (Argentina/Brasil/Portugal)
  • Beduíno, de Julio Bressane (Brasil)
  • Belén, de Adriana Vila Guevara (Espanha/Venezuela)
  • El Candidato, de Daniel Hendler (Argentina/Uruguai)
  • Carpinteros, de José María Cabral (República Dominicana)
  • Casa Roshell, de Camila José Donoso (México/Chile)
  • El Ciudadano Ilustre, de Mariano Cohn e Gastón Duprat (Argentina/Espanha)
  • Colo, de Teresa Villaverde (Portugal/França)
  • Comboio de Sal e Açúcar, de Licínio Azevedo (Brasil/Portugal/França/Moçambique/África do Sul)
  • Como Me Da la Gana II, de Ignacio Agüero (Chile)
  • La Cordillera, de Santiago Mitre (Argentina/Espanha/França)
  • Cuatreros, de Albertina Carri (Argentina)
  • La Defensa del Dragón, de Natalia Santa (Colômbia)
  • As Duas Irenes, de Fabio Meira (Brasil)
  • Ejercicios de Memoria, de Paz Encina (Argentina/Paraguai/Alemanha/Qatar/França)
  • En Un Rincón del Alma, de Jorge Dalton (El Salvador)
  • Era o Hotel Cambridge, de Eliane Caffé (Brasil/Espanha/França)
  • Estiu 1993, de Carla Simón (Espanha)
  • Etiqueta No Rigurosa, de Cristina Herrera Bórquez (México)
  • A Fábrica de Nada, de Pedro Pinho (Portugal)
  • La Familia, de Gustavo Rondón Córdova (Chile/Venezuela/Noruega)
  • La Felicidad del Sonido, de Ana Endara Mislov (Panamá)
  • El Futuro Perfecto, de Nele Wohlatz (Agentina)
  • Gabriel e a Montanha, de Fellipe Gamarano Barbosa (Brasil/França)
  • Girasoles de Nicaragua, de Florence Jaugey (Nicarágua)
  • Hermia & Helena, de Matías Piñeiro (Argentina/EUA)
  • Las Hijas de Abril, de Michel Franco (México)
  • El Hombre de las Mil Caras, de Alberto Rodriguez (Espanha)
  • La Hora Azul, de Evelyne Pégot-Ogier (Perú)
  • Hoy Partido a las Tres, de Clarisa Navas (Argentina/Paraguai)
  • El Invierno, de Emiliano Torres (Argentina/França)
  • Jeffrey, de Yanillys Pérez (República Dominicana/França)
  • Jesus, de Fernando Guzzoni (Chile/Colômbia/Alemanha/França/Grécia)
  • Joaquim, de Marcelo Gomes (Brasil/Portugal)
  • Júlia Ist, de Elena Martín (Espanha)
  • Kékszakállú, de Gastón Solnicki (Argentina)
  • Kimura, de Aldo Rey Valderrama (Panamá)
  • La Libertad del Diablo, de Everardo González (México)
  • El Limonero Real, de Gustavo Fontán (Argentina)
  • La Luz en el Cerro, de Ricardo Velarde (Perú)
  • Mala Junta, de Claudia Huaiquimilla (Chile)
  • María (y los Demás), de Nely Reguerra (Espanha)
  • Martírio, de Vincent Carelli, Ernesto de Carvalho e Tatiana Almeida (Brasil)
  • Medea, de Alexandra Latishev Salazar (Argentina/Chile/Costa Rica)
  • Mirando al Cielo, de Guzmán García (Uruguai)
  • Mona, Tesoro del Caribe, de Sonia Fritz (Puerto Rico)
  • A Monster Calls, de Juan Antonio Bayona (Espanha/EUA)
  • La Mujer del Animal, de Víctor Gavíria (Colômbia)
  • Mutlab, de Elena Gutierrez (Costa Rica)
  • Las Mujeres Deciden, de Xiana Yago (Equador)
  • Niñato, de Adrián Orr (Espanha)
  • No Intenso Agora, de João Moreira Salles (Brasil)
  • La Novia del Desierto, de Cecília Atán e Valeria Pivato (Argentina/Chile)
  • O Ornitólogo, de João Pedro Rodrigues (Portugal/Brasil/França)
  • El Otro Hermano, de Israel Adrián Caetano (Argentina/Espanha/Uruguai/França)
  • El Pacto de Adriana, de Lissette Orozco (Chile)
  • El Paletero, de Michael Bendeck (Honduras)
  • Pariente, de Iván D. Gaona (Colômbia)
  • La Pelicula de Nuestra Vida, de Enrique Baró Ubach (Espanha)
  • Los Perros, de Marcela Said (Chile/França)
  • Que Dios Nos Perdone, de Rodrigo Sorogoyen (Espanha)
  • La Reconquista, de Jonás Trueba (Espanha)
  • La Región Salvaje, de Amat Escalante (México/Alemanha/França/Dinamarca/Suíça/Noruega)
  • Resonancia, de José Saldaña (Guatemala)
  • Rey, de Niles Atallah (Chile/Holanda/Alemanha/Qatar/França)
  • Río Verde. El Tiempo de los Yakurunas, de Alvaro Sarmiento e Diego Sarmiento (Perú)
  • Sambá, de Laura Amelia Guzmán e Israel Cárdenas (República Dominicana)
  • Santa y Andrés, de Carlos Lechuga (Colômbia/Cuba/França)
  • São Jorge, de Marco Martins (Portugal)
  • Señorita María: La Falda de la Montaña, de Rubén Mendoza (Colômbia)
  • Severo Secreto, de Cruz Gustavo Pérez e Oneyda González (Cuba)
  • Sin Muertos No Hay Carnaval, de Sebastián Cordero (México/Equador/Alemanha)
  • Spell Reel, de Filipa César (Portugal/Alemanha/França/Guiné-Bissau)
  • Sueño en Otro Idioma, de Ernesto Contreras (México/Holanda)
  • Tarde para la Ira, de Raúl Arévalo (Espanha)
  • El Teatro de la Desaparición, de Adrián Villar Rojas (Argentina/Coreia do Sul)
  • El Techo, de Patricia Ramos Hernández (Cuba/Nicarágua)
  • La Última Tarde, de Joel Calero (Colômbia/Perú)
  • Últimos Días en La Habana, de Fernando Pérez (Espanha/Cuba)
  • Una Mujer Fantástica, de Sebastián Lelio (Espanha/Chile/Alemanha/EUA)
  • La Vendedora de Fósforos, de Alejo Moguillansky (Argentina)
  • Viejo Calavera, de Kiro Russo (Bolívia/Qatar)
  • El Vigilante, de Diego Ross (México)
  • X 500, de Juan Andrés Arango (México/Colômbia/Canadá)
  • Yo Soy un Político, de Javier Colón (Puerto Rico)
A quarta edição dos Prémios Fénix do Cinema Ibero-Americano irá decorrer no dia 6 de Dezembro no Teatro de la Ciudad Esperanza Iris, na Cidade do México.
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terça-feira, 22 de agosto de 2017

Shortcutz Viseu - Melhor Actriz 2017: as nomeadas

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O Shortcutz Viseu iniciou ontem a divulgação oficial dos seus nomeados. Hoje foram anunciadas as nomeadas a Melhor Actriz do Ano por entre a selecção das curtas-metragens que foram exibidas ao longo do último ano nas sessões mensais.
São as nomeadas:
  • Mafalda Banquart, Post-Mortem
  • Helena Canhoto, Vícios para uma Família Feliz
  • Maria do Céu Guerra, Bastien
  • Margarida Moreira, A Instalação do Medo
Contrariamente ao que aconteceu nos últimos três anos, o quarto aniversário do Shortcutz Viseu não será celebrado com a realização de uma cerimónia sendo que os vencedores serão anunciados na sua página oficial no próximo dia 13 de Setembro.
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European Film Awards 2017: longas-metragens pré-seleccionadas

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A Academia Europeia de Cinema divulgou hoje as cinquenta e uma longa-metragens pré-seleccionadas aos European Film Awards de 2017.
Com trinta e um países representados, os mais de três mil membros da Academia irão agora decidir quais os nomeados nas categorias de Filme, Realizador, Actor, Actriz e Argumento deixando para uma comissão de especialistas os vencedores nas categorias de Fotografia, Montagem, Design de Produção, Guarda-Roupa, Caracterização, Música Original e Som.
São os pré-seleccionados:
  • 120 Battements par Minute, de Robin Campillo (França)
  • Ana, Mon Amour, de Calin Peter Netzer (Roménia/Alemanha/França)
  • Baba Z Ledu, de Bohdan Sláma (República Checa/Eslováquia/França)
  • Bezbog, de Ralitza Petrova (Bulgária/Dinamarca/França)
  • Brimstone, de Martin Koolhoven (Holanda/Alemanha/Bélgica/França/Suécia/Reino Unido/Hungria)
  • A Ciambra, de Jonas Carpignano (Itália/EUA/França/Suécia)
  • A Date for Mad Mary, de Darren Thornton (Irlanda)
  • Du Forsvinder, de Peter Schonau Fog (Dinamarca/Suécia)
  • Estiu 1993, de Carla Simón (Espanha)
  • A Fábrica de Nada, de Pedro Pinho (Portugal)
  • Fortunata, de Sergio Castellitto (Itália)
  • Frantz, de François Ozon (França/Alemanha)
  • Frost, de Sharunas Bartas (Lituânia/França/Polónia/Ucrânia)
  • O Gios tis Sofias, de Elina Psykou (Grécia/Bulgária/França)
  • Happy End, de Michael Haneke (França/Alemanha/Áustria)
  • Hjartasteinn, de Gudmundur Arnar Gudmundsson (Islândia/Dinamarca)
  • Home, de Fien Troch (Bélgica)
  • In Zeiten des Abnehmenden Lichts, de Matti Geschonneck (Alemanha)
  • Indivisibili, de Edoardo De Angelis (Itália)
  • Insyriated, de Philippe Van Leeuw (Bélgica/França)
  • Istanbul Kirmizisi, de Ferzan Ozpetek (Turquia/Itália)
  • Jupiter Holdja, de Kornél Mundruczó (Hungria/Alemanha)
  • The Killing of a Sacred Deer, de Yorgos Lanthimos (Irlanda/Reino Unido)
  • Koca Dünya, de Reha Erdem (Turquia)
  • Kongens Nei, de Erik Poppe (Noruega/Dinamarca/Suécia/Irlanda)
  • Krotkaya, de Sergei Loznitsa (França/Alemanha/Lituânia/Holanda)
  • Lady Macbeth, de William Oldroyd (Reino Unido)
  • Layla M., de Mijke de Jong (Holanda/Jordânia/Bélgica/Alemanha)
  • A Monster Calls, de Juan Antonio Bayona (Espanha)
  • Moya Babusya Fani Kaplan, de Olena Demyanenko (Ucrânia)
  • Nelyubov, de Andrey Zvyagintsev (Rússia/Bélgica/Alemanha/França)
  • Ostatnia Rodzina, de Jan P. Matuszynski (Polónia)
  • The Party, de Sally Potter (Reino Unido)
  • Pokot, de Agnieszka Holland e Katarzyna Adamik (Polónia/Alemanha/República Checa/Suécia/Eslováquia)
  • Powidoki, de Andrzej Wajda (Polónia)
  • Rai, de Andrei Konchalovsky (Rússia)
  • Rekvijem za Gospodu J., de Bojan Vuletic (Sérvia/Bulgária/Macedónia/Rússia/França)
  • Return to Montauk, de Volker Schlöndorff (Alemanha/França/Irlanda)
  • Sameblod, de Amanda Kernell (Suécia/Dinamarca/Noruega)
  • The Square, de Ruben Östlund  (Suécia/França/Alemanha/Dinamarca)
  • Tarde para la Ira, de Raúl Arévalo (Espanha)
  • Teströl es Lelekröl, de Ildikó Enyedi (Hungria)
  • Toivon Tuolla Puolen, de Aki Kaurismäki (Finlândia/Alemanha)
  • Tom of Finland, de Dome Karukoski (Finlândia/Alemanha/Suécia/Dinamarca)
  • Ucitelka, de Jan Hrebejk (Eslováquia/República Checa)
  • Un Beau Soleil Intérieur, de Claire Denis (França)
  • Un Juif pour l'Exemple, de Jacob Berger (Suíça)
  • Ustav Republike Hrvayske, de Rajko Grlic (Croácia/Eslovénia/República Checa/Macedónia)
  • Vor der Morgenröte, de Maria Schrader (Áustria/Alemanha/França)
  • Western, de Valeska Grisebach (Alemanha/Bulgária/Áustria)
  • Wilde Maus, de Josef Hader (Áustria)
Os nomeados serão conhecidos em Novembro durante o Festival de Cinema Europeu de Sevilha, em Espanha e os vencedores revelados numa cerimónia a realizar no próximo dia 9 de Dezembro, em Berlim, na Alemanha.
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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Shortcutz Viseu - Melhor Curta do Ano 2017: as nomeadas

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O Shortcutz Viseu iniciou hoje a divulgação oficial dos seus nomeados. Hoje foram anunciadas as nomeadas a Melhor Curta-Metragem do Ano numa escolha que fora feita ao longo do ano pelos seus jurados.
São elas:
  • Cavallo, de Joana Maria Sousa
  • Fosso, de Rui Costa, Paulo Varela, Ricardo Sousa, Bruno Lamelas e Vasco Simões
  • A Instalação do Medo, de Ricardo Leite
  • Jigging, de Ramón de los Santos
  • Marasmo, de Gonçalo Loureiro
  • Post-Mortem, de Belmiro Ribeiro
  • A Rapariga de Berlim, de Bruno Freitas Leal
  • A Terceira Metade, de Virgílio Pinto e Rodrigo Morais
Contrariamente ao que acontecer nos últimos anos, o quarto aniversário do Shortcutz Viseu não ocorrerá de forma física mas os vencedores desta e demais categorias serão anunciados na sua página oficial no próximo dia 13 de Setembro.
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Jerry Lewis

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1926 - 2017
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sábado, 19 de agosto de 2017

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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Sonny Landham

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1941 - 2017
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The Dark Tower (2017)

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A Torre Negra de Nikolaj Arcel é uma longa-metragem norte-americana e a mais recente adaptação da obra de Stephen King ao grande ecrã baseado no seu conto homónimo.
Algures no Universo existe a Torre Negra que previne que o mal se propague pelo mesmo condenando todos os mundos à sua passagem. Roland (Idris Elba) um combatente pelo Bem vive numa constante batalha com Walter (Matthew McConaughey) conhecido com o Homem de Negro e um emissário desse Mal que pretende destruir a Torre Negra. Mas depois de anos de perdas e de batalhas que lhe roubaram o mais importante da vida, é quando surge Jake (Tom Taylor) no caminho de Roland que volta a surgir uma esperança não só para o seu mundo como para todo o Universo.
É sempre um momento excitante para um cinéfilo quando a obra de Stephen King é adaptada ao cinema ou à televisão. Independentemente da obra que venha a ser filmada, existe uma certa magia e curiosidade quando associada à mesma vem o nome do autor e a materialização do seu Universo se transforma diante dos olhos do espectador mais incrédulo. Isto, aliado a um trailer mais ou menos enigmático e repleto de uma dinâmica que cruza os "mundos" paralelos confere à sua obra um imaginário místico e desafiante que ninguém quer perder.. e com isto se pensarmos que esta é a primeira de duas obras do autor adaptada ao cinema este ano - sendo a próxima o enigmático It -, The Dark Tower tem tudo para que o espectador mais desatento esteja em peso nas salas de cinema.
No entanto, o que nos traz este The Dark Tower? Em primeiro lugar a noção de que tudo aquilo que acontece num mundo ecoa directamente em todos os demais influenciando a vida e a dinâmica nos mesmos... isto claro, se se acreditar na existência destes universos paralelos onde a vida se desenvolve à sua própria maneira... Esta existência dos referidos mundos paralelos não só cria a teorização da vida para lá das fronteiras com as quais a conhecemos como, ao mesmo tempo está automaticamente implícita a "realidade" das viagens temporais (ou entre mundos) que podem ser muito apelativas a uma obra cinematográfica que mescla o suspense, o esperado terror (falamos de King) e a ficção científica mas que, no entanto, precisa de um pulso filme por detrás da câmara para que não se torne nem confusa... nem maçadora. The Dark Tower consegue, no entanto, disparar em todas as direcções sem se concentrar na esperada credibilidade que era devida à obra de Stephen King.
Arcej, que também colaborou no argumento com Akiva Goldsman, Jeff Pinkner e Anders Thomas JEnsen parece ter querido contar tudo numa pequena história que pouco ultrapassa os noventa minutos de duração e, como tal, deixar de lado todos os pequenos detalhes que seriam de esperar nesta execução. Temos as viagens temporais, temos a ficção científica, temos até o sempre presente elemento da obra de King transformando sempre em protagonista um jovem com um passado mais ou menos problemático mas, ainda assim, esquece-se que esta história está cheia de pequenas grandes subtilezas que foram obliteradas em nome de uma longa-metragem que tinha um prazo de estreia e a qual necessitava de uma receita de bilheteira urgente. Impossível de se confirmarem todos os pequenos inuendos nesta longa-metragem... o que sobra dela? Pouco... muito pouco! The Dark Tower tem alguns momentos de  acção, tem a presença de King na sua narrativa e até uma dupla de actores protagonistas suficientemente confirmados para que o espectador lhe dedique alguma atenção mas, ao mesmo tempo, por muito que decorram os minutos permanece sempre uma sensação de que a mesma está a ser direccionada para um caminho sem retorno - especialmente se considerarmos que não existe nada programado para que esta história se desenvolva para lá daquilo que aqui é entregue - e que tudo se aparenta como uma colagem de momentos depois transformados em filme. Esteticamente apelativo? Sim... Dinâmico? Por breves momentos...  E interessante? Nem por isso...
Quanto aos seus actores... nem McConaughey consegue ser credível como vilão nem Elba consegue ser dinâmico o suficiente como herói de serviço mantendo-se apenas como uma aparente referência de um passado glorioso ensombrado pela desgraça, pela perda e pela dor física e psicológica que limitam as suas capacidades de enfrentar um mal cada vez maior.
Dotado de uma estética visual apelativa - talvez o único factor predominantemente positivo em toda esta longa-metragem - The Dark Tower mantém-se naquele patamar de filme fantasia/ficção científica que nunca chega a categoria de suspense ou terror na qual se insere toda a obra de Stephen King limitando assim - e muito - o seu potencial espectador habituado à dinâmica das obras do autor e, ao mesmo tempo, dificilmente consegue inserir-se no espectro das obras de aventura ou sobrenatural ao nunca assumir o rosto desse mal - afinal, se é assim tão poderoso e destruidor deveria ter um rosto (não necessariamente "deformado") que as demais personagens conseguissem de facto temer - que se impusesse simplesmente pela sua presença ou compreensão da mesma. Não basta saber-se que existe... é preciso que ele se imponha e marque pela sua acção devastadora...
Promissor pela marca autoral e pela premissa, afinal se fôr corrompida a camada mais jovem de uma população, o que restará da mesma como sua directa consequência, The Dark Tower é daquelas longas-metragens que o espectador mais atento facilmente identifica como o típico filme estival com poucas pretensões para lá do lucro de bilheteira aquando da sua estreia, que não retira o melhor dos grandes actores que lhe tentam dar alma mas que apenas se ficam pelo "corpo presente" e, finalmente, pela oportunidade perdida de filmar uma das obras mais enigmáticas de um autor referência mundial no universo do terror e do sobrenatural.
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4 / 10
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terça-feira, 15 de agosto de 2017

European Film Awards 2017: Documentários pré-seleccionados

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A Academia Europeia de Cinema divulgou hoje os quinze documentários pré-seleccionados ao EFA de Melhor Documentário em formato de Longa-Metragem recomendados pelos dez festivais de cinema associados - IDFA (Holanda), CPH:DOX (Dinamarca), Visions du Réel (Suíça), DokLeipzig (Alemanha), DocLisboa (Portugal), Thessaloniki Documentary Film Festival (Grécia), Jihlava (República Checa), Cinéma du Réel (França), Krakow Film Festival (Polónia) e Sheffield Doc/Fest( Reino Unido).
Um comité composto pelos membros da Academia Roberto Cicutto (Itália), Vanessa Henneman (Holanda), Marek Rozembaum (Israel), Sari Volanen (Finlândia) e Paul Pauwels (Bélgica), escolheu os quinze finalistas. São eles:
  • Austerlitz, de Sergei Loznitsa (Alemanha)
  • La Chana, de Lucija Stojevic (Espanha/Islândia/EUA)
  • Dead Donkeys Fear No Hyenas, de Joakim Demmer (Suécia/Alemanha/Finlândia)
  • The Good Postman, de Tonislav Hristov (Finlândia/Bulgária)
  • How to Meet a Mermaid, de Coco Schrijber (Holanda/Dinamarca)
  • In Loco Parentis, de Neasa Ní Chianáin e David Rane (Irlanda/Espanha)
  • Komunia, de Anna Zamecka (Polónia)
  • Liberami, de Federica Di Giacomo (Itália/França)
  • Nothingwood, de Sonia Kronlund (França/Alemanha)
  • A l'Ouest du Jourdain, de Amos Gitai (França)
  • Stranger in Paradise, de Guido Hendrikx (Holanda)
  • Taste of Cement, de Ziad Kalthoum (Alemanha/Líbano/Síria/Emiratos Árabes Unidos/Qatar)
  • Ultra, de Balazs Simonyi (Hungria/Grécia)
  • Le Venerable W, de Barbet Schroeder (França/Suíça)
  • The War Show, de Andreas Dalsgaard e Obaídah Zytoon (Dinamarca/Síria/Finlândia)
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Os nomeados serão conhecidos durante o mês de Novembro e os vencedores revelados durante uma cerimónia que se irá realizar em Berlim a 9 de Dezembro seguinte.
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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Annabelle: Creation (2017)

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Annabelle 2: A Criação do Mal de David F. Sandberg é a longa-metragem prequela de Annabelle (2014), de John R. Leonetti e James Wan que transporta o espectador para a primeira metade do século XX quando, doze anos após a morte da sua filha por atropelamento, Samuel (Anthony LaPaglia) e a mulher Esther (Miranda Otto) recebem em sua casa a Irmã Charlotte (Stephanie Sigman) e um conjunto de jovens orfãs que serão muito rapidamente o alvo de interesse demoníaco de Annabelle... e vê em Janice (Talitha Eliana Bateman) o objecto de toda a sua atenção.
Com argumento de Gary Dauberman, também criador das próprias personagens, Annabelle: Creation é o esperado "início de" tudo. O próprio título desta nova entrega de Annabelle insere o espectador no imaginário colectivo dos primeiros momentos em que a mesma denotou a origem da sua possessão e que aqui é explicada através do desespero de dois pais que, tendo perdido muito precocemente a sua filha, recorrem ao improvável e ao imaginado para poderem ter mais alguns instantes com ela. No entanto, o que aconteceria se, ao cruzar para o "outro lado", algo mais intenso e extremo decidisse atravessar a fronteira para o nosso mundo e apoderar-se dos mais frágeis de espírito? Com isto em mente, porque não apoderar-se de um corpo humano que lhe conferisse uma vida disfarçada entre os demais?!
É então que, a partir desta premissa, o espectador se deixa levar por este Annabelle: Creation e regressa aos idos anos '50 para conhecer um pouco mais da história desta boneca amaldiçoada. No seio de um conjunto de raparigas sem lar acompanhadas por uma freira benevolente que lhes confere alguma tranquilidade, todas elas dirigem-se para a América profunda onde um casal que atravessa a sua fatalidade lhes disponibiliza guarida tendo, no entanto, algumas condições que devem ser respeitadas. Entre elas, nunca entrar no tal misterioso quarto onde, mais cedo ou mais tarde, alguma delas ousa entrar. Assim, dando início a uma série de trágicos e mórbidos acontecimentos, Annabelle: Creation revela-se como a esperada prequela onde tudo tem de ser explicado deixando pouca liberdade para a imaginação mais criativa, e antecedendo um "regresso ao futuro" unindo várias longas-metragens desde The Conjuring (2013) ao já referido Annabelle.
Desta forma, e para lá dos potenciais sustos que um ou outro momento mais intensos, um bravo à banda sonora que para eles muito contribui, o que esperar deste Annabelle: Creation? A já referida explicação da origem do mal - e que, em certa medida, pode ser útil mas não o suficiente para que o espectador ganhe mais empatia para com esta saga -, um entretenimento de suspense (raramente chega ao terror... se é que alguma vez chega) que insere o espectador na dinâmica da América profunda, isolada e com muitos segredos por revelar que se assume como um ponto positivo desta história não só pela sua reconstituição de época como principalmente pelo ambiente sinistro e inquietante que todas as esquinas denotam - e que aquela casa parece querer fazer florescer -, bem como umas simpáticas interpretações das jovens actrizes que, obviamente, são a tal alma atormentada facilmente possuída pelo mal que por ali espreita. O terror, quando e se existe, não se prende com grandes produções onde os efeitos especiais predominam mas sim na breve - mas não leve - sugestão de que no escuro há algo que espreita... Algo que se alimenta da nossa mórbida curiosidade de olhar e tentar perceber o que por lá se encontra mas que, ao mesmo tempo, não se anuncia até ter conquistado todo o poder de nos controlar pelo medo, pela ilusão e principalmente pelo que pensamos ver mas que realmente não existe, em detrimento daquilo que realmente marca "ali" a sua presença.
Com toda uma reconstituição de época resistente à dúvida do espectador são, no entanto, os instantes finais que conseguem tornar-se mais dinâmicos e interessantes na medida em que estabelecem uma directa relação com Annabelle (2014) revelando alguns detalhes que ficaram por contar nesta última conferindo-lhes, dessa forma, a essência que parecia faltar. E ainda que as duas não criem um directo elo de ligação entre si, é a explicação destes pequenos detalhes que não só irão criar uma longa-metragem intermédia como revelam que o mal se passeia "por aí" entre os mais distraídos.
Para lá de ser a tal incursão no género - ou na saga - que tudo explica, Annabelle: Creation não é, no entanto, aquele filme indispensável. A pensar bem, e vendo as duas longas-metragens seguidas, o espectador certamente concordará que tudo condensado e num filme de duração superior a noventa minutos, conseguiria ter o mesmo resultado e, eventualmente, alguns sustos mais dinamizados transformando-a na "tal" longa de terror pela qual tanto espera. Assim, e com a excepção de algumas personagens, tudo o que aqui é registado acaba por se tornar potencialmente dispensável... interessante enquanto objecto de entretenimento para uma noite entre amigos onde todos acabam por se assustar mais em grupo do que propriamente com o que passa pelo ecrã mas, na realidade, longe de ser o grande filme como o foi The Conjuring no ano em que estreou.
Fácil de se gostar enquanto peça de entretenimento mas incapaz de se assumir como um dos filmes de terror do ano, Annabelle: Creation cumpre a sua função como a tal obra demoradamente explicativa de todos os segredos mas, no entanto, poucos dos mesmos conseguem ser suficientemente marcantes para torná-la como uma longa-metragem independente de toda a saga. No fundo... está lá... mas poderia ser condensada e inserida num simpático prólogo de Annabelle (2014).
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6 / 10
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domingo, 13 de agosto de 2017

Joseph Bologna

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1934 - 2017
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sábado, 12 de agosto de 2017

El Bar (2017)

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El Bar de Álex de la Iglesia é uma longa-metragem espanhola e a mais recente obra do realizador de El Día de la Bestia (1995), La Comunidad (2000), Balada Triste de Trompeta (2010) e Las Brujas de Zugarramurdi (2013).
No centro de Madrid. O reboliço de uma cidade que não pára contrasta com a relativa calmaria que se faz sentir no bar de Amparo (Terele Pávez) onde algumas pessoas do bairro se reúnem. As conversas de ocasião são interrompidas quando após a saída de um cliente este é abatido a tiro à porta do bar. A cena repete-se uma segunda vez e todos compreendem que não podem sair. Existirá escapatória para este conjunto de pessoas que agora lutam pela sua sobrevivência... também dentro do bar?!
Álex de la Iglesia regressa à sua já longa parceria com Jorge Guerricaechevarría - enquanto argumentista - iniciada com Acción Mutante (1993), criando mais uma história que celebra, uma vez mais, a evolução dos medos humanos quando colocados em situações de pressão ou crise extrema. Assim o verificámos com a descida à Terra de um Diabo então celebrado - El Día de la Bestia -, com o anúncio de uma pequena grande fortuna por todos cobiçada - La Comunidad - ou até com o medo do extermínio por parte de um conjunto de bruxas sedentas de sangue e vingança - Las Brujas de Zugarramurdi - e que aqui ganha forma com a potencial chegada de um vírus que pode infectar toda uma população desprotegida. Aquilo que começa por ser um relato de uma qualquer sociedade moderna, indiferenciada e cínica face à existência individual alheia - mendigos que são forçados a sair do espaço em que se encontram sem que os seus problemas sejam resolvidos, conversas intermináveis ao telemóvel em detrimento das relações humanas que se degradam ou uma simples ida às compras sem que sequer se olhe na cara de quem nos atende ou mesmo um qualquer indivíduo doente que chega sem que ninguém se preocupe com o seu bem-estar (ou falta dele) -, termina como uma exploração dos medos primários de cada um de nós que face a um potencial "fim" revela o mais selvagem e irracional dos comportamentos que têm - eles sim - como único intuito uma sobrevivência e perpetuação que poderá não chegar. É neste preciso momento de percepção da crise que tudo começa a ruir. A pouca simpatia existente dá lugar ao distanciamento e a já inexistente amabilidade desaparece para fazer valer a lei do mais forte. Aqueles que estão na base da pirâmide social surgem como os primeiros que devem ser eliminados... não por uma qualquer debilidade que aparentem ter mas sim porque são considerados com os que têm menos a perder... nada ambicionam... nada desejam... porque não serem os primeiros a desaparecer?!
Mas, se El Bar dá corpo a essa indiferença do Homem face ao seu semelhante nos ditos tempos de crise extrema, é interessante observar como a dupla de la Iglesia e Guerricaechavarría celebra a facilidade com que no mundo das tecnologias, das redes sociais e da premissa de que o "longe" está hoje cada vez mais "perto", se torna realmente distante e de difícil acesso a comunicação entre os Homens... não será esta outra forma de desumanização mas mais... socialmente aceite?! E na sua continuidade... não será esta manipulação da divulgação dos acontecimentos que tão facilmente podem ser distorcidos ou vedados do conhecimento de um grande público a nova forma de uma qualquer censura que a todos reúne no mesmo espaço com os mesmos factos e com a mesma ausência de curiosidade pelos ditos? Até que ponto questiona, qualquer um de nós, a "notícia" que nos chega evitando (in)conscientemente o seu contraditório ou o apuramento de todas as suas vertentes e implicações?
No rescaldo de toda esta história, o espectador apenas memoriza uma não tão simples questão... quando realmente pedimos auxílio... será que existe alguém que nos escuta?! Um telemóvel não atendido, alguém que percorre desamparado as ruas ou mesmo um esclarecido pedido de apoio que nunca irá chegar... Serão (seremos) todos danos colaterais que alguém prefere nunca contabilizar?
A dar corpo às (sempre) ricas personagens que compõem as suas obras cinematográficas, El Bar conta uma vez mais com a colaboração de Terele Pávez (nesta que seria a última colaboração com o realizador), como "Amparo", a sempre humana dona do bar em que se vêem obrigados a ficar refugiados mas que cedo revela os seus mais negros instintos de sobrevivência, Secun de la Rosa como "Satur", o seu fiel, Jaime Ordoñez como "Israel", a vítima da mais recente crise económica agora mendigo nas ruas de Madrid e ainda Mario Casas como "Nacho" o hipster que todos confundem com um potencial terrorista quando tudo começa a dar para o torto. A juntar-se-lhes encontramos ainda Blanca Suárez como "Elena", a menina "bem" que rapidamente tem de sujar as mãos se quer sobreviver, Carmen Machi que com a sua "Trini" revela o rosto de tantas pessoas que se mantêm anónimas como a única forma de sobrevivência face a um desespero diário e ainda Joaquin Climent como "Andrés" e Alejandro Awada como "Sergio", os dois rostos de uma força repressora que rapidamente se vê privada do seu poder ilusório. Todos encarnam personagens que inicialmente são meros adornos da vida de uma cidade. Todos compõem aqueles com quem diariamente qualquer um de nós se cruza na rua e a quem pouca - se é que alguma - importância lhes é conferida. Mas ali, naquele espaço cada vez mais minúsculo e onde todos começam a desesperar pela ideia de um auxílio que não irá chegar e de uma suspeita crescente sobre as intenções daqueles com quem ali partilham uma vivência forçada, revelam os medos mais impossíveis e irracionais que lentamente ganham forma como realidades e certezas das quais todos querem fugir ou, até mesmo, eliminar. Se o mal - ou o medo - chega daquilo que presenciaram vindo da rua... rapidamente todos começam a temer aqueles que ali se encontram... privados do conhecimento sobre o que se passa "lá fora" e com receio que seja um deles o verdadeiro motivo ou receptáculo do medo. O grupo divide-se e o poder é exibido como aqueles que detêm a força... ou o poder de pressionar para depois separar... mas, como tudo na vida, é em crise que se percebe que esse poder mais não é do que uma ilusão e é, quando as vidas não contabilizadas - e logo desconhecidas - se tornam irrelevantes, que as ironias se sucedem e o poder se revela tal como é... uma mera e efémera ilusão.
No entanto a luta pelo poder vai mais longe, e ainda mais selvagem, quando aqueles que foram momentaneamente considerados como mais fracos começam, também entre eles, a disputar o poder por uma sobrevivência que parece cada vez menos provável ou mesmo, quando essa sobrevivência parece resultar do seu domínio - enquanto indivíduos - sobre aqueles com quem partilharam a base da pirâmide... no entanto, mesmo nesta, existe a hipótese (e os meios) para a escalonar.
Irreverente como sempre e cómico quanto baste para revelar o mais profundo espaço da alma humana, El Bar proporciona não só os elementos fundamentais para que o espectador se sinta abstraído durante  pouco mais de hora e meia mas, ao mesmo tempo, confere-lhe a capacidade de (se) analisar em tempo de crise... de perceber os seus limites (se é que alguns) e demonstrar que por mais humano, preocupado com a realidade do mundo e com o planeta... existe aquele, por vezes não tão breve, momento em que tudo pode ruir e ser liberto uma animal feroz e perigoso que consegue, em sociedade, esconder.
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"Elena: El miedo cambia las personas...
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Nacho: El miedo muestra como realmente somos."
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8 / 10
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Festival del Film Locarno 2017: os vencedores

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Foram divulgados há momentos os vencedores da mais recente edição do Festival del Film Locarno que decorreu desde o passado dia 2 de Agosto e, entre os quais uma forte presença portuguesa no palmarés nas mais diversas secções.
São os vencedores:
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Competição Oficial
Leopardo de Ouro: Mrs. Fang, de Wang Bing (França/China/Alemanha)
Prémio Especial do Júri: As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra (Brasil/França)
Realizador: F. J. Ossang, 9 Doigts (França/Portugal)
Interpretação Masculina: Elliott Crosset Hove, Vinterbrodre (Islândia/Dinamarca)
Interpretação Feminina: Isabelle Huppert, Madame Hyde (França/Bélgica)
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Competição Cineasti del Presente
Leopardo de Ouro: 3/4, de Ilian Metev (Bulgária/Alemanha)
Menção Especial: Distant Constellation, de Shevaun Mizrahi (EUA/Turquia/Holanda) e Verão Danado, de Pedro Cabeleira (Portugal)
Prémio Especial do Júri: Milla, de Valerie Massadian (França/Portugal)
Realizador Revelação: Dae-Hwan Kim, Cho-Haeng (Coreia do Sul)
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Competição Signs of Life
Filme: Cocote, de Nelson Carlos de Los Santos Arias (Rep. Dominicana/Argentina/Alemanha/Qatar)
Menção Especial: Era Uma Vez Brasília, de Adirley Queirós (Brasil/Portugal)
Prémio Fundación Casa Wabi-Mantarraya: Dane Komljen, Phantasiesätze (Alemanha/Dinamarca)
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Competição Primeira Obra
Primeira Obra: Sashishi Deda, de Ana Urushadze (Geórgia)
Menção Especial: Dene Wos Guet Geit, de Cyril Schäublin (Suíça)
Prémio Art Peace Hotel: Meteorlar, de Gürcan Keltek (Holanda/Turquia)
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Competição Pardi di Domani Internacional
Pardino d'Oro Curta-Metragem: António e Catarina, de Cristina Hanes (Portugal)
Menção Especial: Armageddon 2, de Corey Hughes (Cuba)
Pardino d'Argento Curta-Metragm: Shmama, de Miki Polonski (Israel)
Prémio Pianifica - EFA: Jeunes Hommes à la Fenêtre, de Loukianos Moshonas (França)
Prémio Medien Patent Verwaltung AG: Kapitalistis, de Pablo Muñoz Gómez (Bélgica/França)
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Competição Pardi di Domani Nacional
Pardino d'Oro Curta-Metragem: Rewind Forward, de Justin Stoneham (Suíça)
Pardino d'Argento Curta-Metragem: 59 Secondes, de Mauro Carraro (Suíça)
Prémio Revelação: Les Intranquilles, de Magdalena Froger (Suíça)
Prémio Variety Piazza Grande: Drei Zinnen, de Jan Zabeil (Alemanha/Itália)
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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Terele Pávez

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1939 - 2017
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Zeichnen Gegen das Vergessen (2015)

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Desenhar para Nunca Mais Esquecer de Bärbel Jacks é um documentário austríaco centrado na acção do pintor e fotógrafo Manfred Bockelmann nascido durante a Segunda Guerra Mundial - em 1943 -, numa época em que milhões de pessoas foram mortas nos campos de concentração nazis por toda a Europa.
Centrado na memória das crianças e adolescentes que se encontravam por entre esses milhões, Bockelmann iniciou uma investigação pelas fotografias existentes dos mesmos e imortalizá-los em pinturas a carvão que recuperavam algumas das suas expressões (então) sob o jugo da detenção e cativeiro nazi. Perdidas que foram milhares de entidades e a individualidade de cada um roubada e substituída por um número, Bockelmann tenta desta forma entregar um nome ao número pelo qual passaram a ser identificados.
Percorrendo os mais variados arquivos cuja missão é a preservação da memória do Holocausto e das suas vítimas, o realizador Bärbel acompanha o artista austríaco não só na missão que tenta cumprir mas principalmente nos seus objectivos e propósitos para com a mesma. ao longo deste documentário compreendemos que Bockelmann é um homem que hoje, nos seus mais de setenta anos de idade, vive atormentado com a ideia que no seu passado enquanto criança, milhares eram aqueles que da sua idade morriam bem perto dos mesmos locais onde ele passava os seus Verões entre amigos e família. Enquanto jovem distante dos problemas que afectavam milhões por toda a Europa, Bockelmann era aquilo que hoje considerava como uma criança feliz mas ignorante quanto ao que se passava do outro lado dos seus muros.
Centrado numa busca incessante pela recolha e identificação das mais diversas identidades e histórias, Bockelmann tenta, com o seu contributo enquanto artista, perpetuar a imagem, a memória e sobretudo a individualidade de cada um daqueles jovens rostos que pereceram, conferindo-lhes o nome que lhes fora roubado e deixando "cair" o número com o qual foram desumanizados durante os terríveis anos do conflito europeu.
Para lá de uma obra esta é uma missão de vida que assumiu como sua, que lhe retira o descanso pela necessidade inerente em identificar todos aqueles que encontra e cuja identidade se perdeu não só na década de 40 em questão mas também em todas estas décadas já decorrentes pela escassez de informação que acompanha a grande maioria daqueles rostos. Existirão familiares ainda vivos? Poderá alguém identificar aqueles jovens? Ou, por sua vez, terá a sua identidade sido perdida para todo o sempre?
Movido por uma enorme sensibilidade e sentido de missão, também o realizador Bärbel Jacks embarca nesta viagem pela História, pela memória - uma constante em documentários deste género e que se assume cada vez mais como um Direito Humano fundamental -, e sobretudo por um sentido de justiça que todas aqueles vítimas ainda lhes vê negado, Zeichnen Gegen das Vergessen é um intenso mas extremamente tranquilo documentário que tenta - e consegue - dar nome a muitas destas vítimas cuja memória não só não pode ser esquecida como poderá ser didacticamente utilizada como forma de alerta e prevenção para que estes momentos na História - que tende a repetir-se -, jamais possam ser repetidos cumprindo não só a sua missão enquanto registo dessa mesma História como sobretudo um documento de ensinamento para o futuro.
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8 / 10
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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Glen Campbell

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1936 - 2017
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Barbara Cook

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1927 - 2017
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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Haruo Nakajima

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1929 - 2017
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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Robert Hardy

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1925 - 2017
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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Daniel Licht

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1957 - 2017
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terça-feira, 1 de agosto de 2017

In a Heartbeat (2017)

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In a Heartbeat de Esteban Bravo e Beth David é uma curta-metragem de animação norte-americana que em breves minutos cruza os destinos de dois jovens rapazes. Um deles Sherwin, tímido e perdido de amores por Jonathan, um rapaz confiante que segue para todo o lado sem ser visto. É, no entanto, quando o coração de Sherwin manifesta uma vontade maior do que o próprio que ele terá de seguir o seu próprio coração ou ver os seus sentimentos expostos perante Jonathan... e toda a escola.
Curta-metragem revelação do ano pela forma como expõe a mais inocente forma de amar com honestidade e nobreza numa temática que ainda insiste em ser tabu, In a Heartbeat conquista o espectador por conseguir fazer sorrir e emocionar ao mesmo tempo que o deixa na esperança de que este amor - tido como inconfessável - possa vencer.
Aqui encontramos dois adolescentes, na tal altura da formação individual - e como indivíduo -, da expressão dos primeiros sentimentos amorosos e onde tudo pode - ou tende - a poder correr mal. Enquanto um passa pelos jardins da escola descontraído e sem pensar que é o alvo da manifestação amorosa de alguém, o outro - "Sherwin" - "sofre" ao observá-lo sem nunca conseguir expressar os seus pensamentos, sentimentos ou emoções... até que o seu coração - cheio de amor - decide por iniciativa própria fazer chegar a "Jonathan", tudo aquilo que o seu portador sente. Em breves instantes que fazem nascer todo o tipo de manifestações pelo espectador, a personagem dominante desta curta-metragem de animação é o improvável "coração" que com os rasgos de toda a esperança do mundo e de quem começou naquele preciso momento a sentir, decide expressar e lutar pelo tal amor "proibido" ou, até então, inconfessável. Numa corrida contra o tempo e frente aos olhares de todos... a confirmação deste amor poderá estar por breves instantes.
Sóbria, honesta e longe de qualquer preconceito, In a Heartbeat voa e em quatro breves minutos conseguimos observar uma das mais nobres e sentidas manifestações de amor na adolescência que o cinema - e seguramente o cinema de animação - consegue transmitir criando ainda uma das mais carismáticos personagens do género. Seguramente é não só uma das histórias de animação do ano... que surge sob o formato de cinema curto tantas vezes ignorado independente da sua qualidade aqui tão bem manifestada expressando, ao mesmo tempo, a sua independência criativa com cariz social capaz de chegar tanto aos mais novos como aos adultos tantas vezes cépticos de que o cinema de animação pode ultrapassar fronteiras... geográficas, físicas e principalmente psicológicas.
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8 / 10
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