segunda-feira, 26 de março de 2018

Sophia 2018: Guarda-Roupa

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Peregrinação, Sílvia Grabowski
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Sophia 2018: Actriz Secundária

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Isabel Abreu, Uma Vida à Espera
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Sophia 2018: Documentário Curta-Metragem

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O Homem Eterno, de Luís Costa
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Sophia 2018: Curta-Metragem de Animação

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A Gruta de Darwin, de Joana Toste
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Sophia 2018: Curta-Metragem de Ficção

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Coelho Mau, de Carlos Conceição
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domingo, 25 de março de 2018

Lys Assia

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1924 - 2018
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sábado, 24 de março de 2018

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sexta-feira, 23 de março de 2018

Ralph Woolsey

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1914 - 2018
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DuShon Monique Brown

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1968 - 2018
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quinta-feira, 22 de março de 2018

Morgana King

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1930 - 2018
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Peregrinação (2017)

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Peregrinação de João Botelho, realizador de Tráfico (1998), Quem és Tu? (2000) e Os Maias: Cenas da Vida Romântica (2014), é o relato das viagens de Fernão Mendes Pinto ao Extremo Oriente no século XVI e uma epopeia à epopeia dos Descobrimentos Portugueses da época escritos na obra homónima como um diário de viagem que explora as aventuras dos Europeus pelos mares do Índico passando pela costa Africana, pela Índia rumo à China e Japão.
Se por um lado o espectador reconhece o trabalho de João Botelho em trazer à luz cinematográfica obras de escritores maiores como Fernando Pessoa, Eça de Queirós ou Fernão Mendes Pinto ao qual é acrescida a vontade maior de retratar uma certa portugalidade como já é costume, aliás, na obra passada do realizador, Peregrinação transforma-se rapidamente numa obra que oscila entre o conto histórico e a novela musical que nem sempre se confirma pela positiva.
Do passado - de Mendes Pinto - ao presente - do mesmo - em que se analisa a sua constante necessidade de manter viva a sua viagem através dum registo da mesma, há algo que ensombra a sua vontade ao confirmar-se como alguém como uma história factual que pretende deixar como legado mas que, ao mesmo tempo, vive na sombra de um Luís Vaz de Camões que escreveria aquela que se mantém como a obra maior deste Portugal há beira Atlântico plantado, Peregrinação celebra a narração e reconstituição histórica - dentro dos seus limites - levando o espectador ao passado de um homem que cruzou os mares e viveu uma vida que, há época, não só era (im)possível como assumidamente uma numa vida. Por outras palavras, é depois de Mendes Pinto ter regressado à Europa que não só sente a necessidade de compreender e registar a viagem que viveu como finalmente percebe que para lá dos perigos sentidos e vividos está algo que deixou, que não irá repetir mas que o marcou para todo o sempre definindo uma parte do seu ser que jamais irá reencontrar.
Mendes Pinto está, portanto, numa espécie de limbo existencial que o torna incapaz de se assumir como pleno no espaço em que se encontra... estará ele no local certo nesta Europa que abandonou para conhecer o mundo ou, por sua vez, é a vida dupla que construiu por outras paragens aquela que melhor o define na sua essência?! É com estas questões que cabem apenas ao espectador tentar decifrar que se vive nas quase duas horas de duração de Peregrinação, deixando em aberto um único cenário... a viagem do Homem é tanto física como assumidamente psicológica tentando, no final, encontrar uma resposta para as suas dúvidas quer filosóficas quer existenciais ao mesmo tempo que tenta deixar para a posterioridade o seu testemunho como marca da sua passagem pela Terra... independentemente da paragem específica em que se terá encontrado.
A viagem física, tal como a psicológica, é um relato dos desafios e das novidades que por ela se encontraram. Da descoberta de uma exuberante fauna marítima e flora terrestre, é no alto mar que tudo se define... dos interlúdios musicais que retratam a mente de Mendes Pinto, bem como daqueles que o acompanham, aos povos com que se cruzam já, alguns deles, dotados de uma Europeização notada, Peregrinação funciona como que uma evangelização da alma - de Mendes Pinto ou mesmo do Homem - por destinos e paragens nunca antes alcançados mas nos quais se tentou espalhar a palavra de uma civilização em civilizações que já eram, também elas, dotadas de uma iluminação tão ou mais marcante que aquela - Portuguesa - que a essas paragens chegava. Pelo meio de tempestades físicas e meteorológicas, Peregrinação é assim interrompida por esses já referidos momentos musicais que mais não são, no fundo, do que o espelho de uma incerteza pessoal e nacional em paragens distantes enquanto se relatam as escaramuças e as viagens, o estado de Portugal e a desorientação em alto mar, os motins a bordo ou o desespero pela perda de orientação sem esquecer as ofertas e as oferendas comerciais que se estabelecem pelos povos visitados com quem se estabelecem negócios e negociatas sem esquecer a sempre presente "palavra do Senhor" onde elas, por vezes, já se encontra bem implantada.
Com uma magnífica reconstituição histórica como vem sendo habitual na obra de João Botelho - que o comprove o excelente Os Maias: Cenas da Vida Romântica -, também Peregrinação - nomeada a onze Sophia da Academia Portuguesa de Cinema - é dotada de uma interessante execução que insere o espectador não só na época como principalmente no próprio choque de culturas entre o Ocidente e o Oriente comprovando que a globalização começou, de facto, graças a este contacto cultural existente na época dos Descobrimentos. Ainda com uma interessante interpretação de Cláudio da Silva que se afirma uma vez mais com um actor de cinema presente e capaz de dinamizar o grande ecrã, Peregrinação firma-se não como uma obra maior do cinema nacional mas, ainda assim, um marco nas adaptações de grandes obras literárias nacionais aqui reconstituídas com o primor de cinema clássico de permanecerá na memória para tempos vindouros e que poderá servir de um interessante e importante alicerce de transmissão dessas mesmas obras, de forma "animada", a um público mais jovem nem sempre receptivo às mesmas.
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"Fernão Mendes Pinto: Nós, os Portugueses... numa mão o crucifixo, noutra a espada."
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7 / 10
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IndieLisboa - Festival Internacional de Cinema Independente 2018: Competição Internacional

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Foram divulgadas as longas e curtas-metragens que farão parte da selecção oficial internacional da décima-quinta edição do IndieLisboa - Festival Internacional de Cinema Independente que irá decorrer na Culturgest, Cinema São Jorge, Cinema Ideal, Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema e na Biblioteca Palácio Galveias.
São as obras seleccionadas:
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Longas-Metragens
An Elephant Sitting Still, de Hu Bo
Baronesa, de Juliana Antunes
El Día que Resistía, de Alessia Chiesa
Il Risoluto, de Giovanni Donfrancesco
Lembro Mais dos Corvos, de Gustavo Vinagre
Les Garçons Sauvages, de Bertrand Mandico
Person to Person, de Dustin Guy Defa
Pororoca, de Constantin Popescu
The Image You Missed, de Donal Foreman
Three Quarters, de Ilian Metev

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Curtas-Metragens
(Fool Time) JOB, de Gilles Cuvelier
A Gentle Night, de Qiu Yang
A Love Letter to the One I Made Up, de Rachel Gutgarts
Afternoon Clouds, de Payal Kapadia
Amor, Avenidas Novas, de Duarte Coimbra
Anina, de Alkaios Spyrou
Area 51, Nevada, USA, Annabelle Amoros
Arr. for a Scene, de Jonna Kina
Beetle Trouble, de Gabriel Böhmer
Coqueluche, de Aurélien Peyre
Dansons Maintenant, de Mathilde Buy
Déjalo Ser, de Novelo Txema
Doei, de Pien van Grinsven
Eight Images from the Life of Nastya Sokolova, de Alina Kotova e Vladlena Sandu
El Cielo de los Animales, de Juan Renau
Enough, de Anna Mantzaris
Evidence of the Evidence, de Alexander Johnston
Gros Chagrin, de Céline Devaux
Have Heart, de Will Anderson
Histórias de Lobos, de Agnes Meng
Matria, de Álvaro Gago
Moulinet, de Sander Joon
Prends Mon Poing, de Sarah Al Atassi
Rabbit's Blood, de Sarina Nihei
Snow White, de Thadeusz Tischbein
Solar Walk, de Réka Bucsi
Standing Nymph and Man, de Milad Hosseini-Mozari
The Good Education, de Gu Yu
The Men Behind the Wall, de Inés Moldavsky
The Splintering Sun, de Rossella Nisio
Trajectory Drift, de Iván Castiñeiras
Tremors, de Dawid Bodzak
Vando Vulgo Vedita, de Andreia Pires e Leonardo Mouramateus
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O IndieLisboa - Festival Internacional de Cinema Independente irá decorrer nas já referidas salas de Lisboa entre os próximos dias 26 de Abril e 6 de Maio.
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quarta-feira, 21 de março de 2018

David di Donatello 2018: os vencedores

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Foram há momentos anunciados os vencedores dos David di Donatello, prémios entregues anualmente pela Academia Italiana de Cinema, que coroaram Ammore e Malavita, dos Manetti Bros. como o Melhor Filme do Ano arrecadando um total de cinco troféus.
São os nomeados:
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Filme: Ammore e Malavita, de Manetti Bros.
Documentário: La Lucida Follia di Marco Ferreri, de Anselma dell'Olio
Curta-Metragem: Bismillah, de Alessandro Grande
David Giovani: Tutto Quello che Vuoi, de Francesco Bruni
Filme da União Europeia: The Square, de Ruben Östlund (Suécia)
Filme Estrangeiro: Dunkirk, de Christopher Nolan (EUA)
Produtor: Gatta Cenerentola, Luciano Stella e Maria Carolina Terzi por Mad Entertainment e RaiCinema
Realização: Jonas Carpignano, A Ciambra
Realizador Revelação: Donato Carrisi, La Ragazza nella Nebbia
Actor Protagonista: Renato Carpentieri, La Tenerezza
Actriz Protagonista: Jasmine Trinca, Fortunata
Actor Secundário: Giuliano Montaldo, Tutto Quello che Vuoi
Actriz Secundária: Claudia Gerini, Ammore e Malavita
Argumento Original: Nico. 1988, Susanna Nicchiarelli
Argumento Adaptado: Sicilian Ghost Story, Fabio Grassadonia e Antonio Piazza
Montagem: Affonso Gonçalves, A Ciambra
Fotografia: Gian Filippo Corticelli, Napoli Velata
Música Original: Aldo de Scalzi e Pivio de Scalzi, Ammore e Malavita
Canção Original: "Bang Bang", Aldo de Scalzi e Pivio de Scalzi (música), Nelson (texto) e interpretada por Serena Rossi, Franco Ricciardi e Giampaolo Morelli, Ammore e Malavita
Som: Adriano di Lorenzo, Alberto Padoan, Marc Bastien, Eric Grattepain e Franco Piscopo, Nico. 1988
Direcção Artística: Ivana Gargiulo e Deniz Gokturk Kobanbay, Napoli Velata
Guarda-Roupa: Daniela Salernitano, Ammore e Malavita e Massimo Cantini Parrini, Riccardo Va all'Inferno
Maquilhagem: Marco Altieri, Nico. 1988
Design de Cabelo: Daniela Altieri, Nico. 1988
Efeitos Digitais: Mad Entertainment, Gatta Cenerentola
Carreira: Diane Keaton, Stefania Sandrelli e Steven Spielberg

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David di Donatello 2018: Filme

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Ammore e Malavita, de Manetti Bros.
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David di Donatello 2018: Filme Estrangeiro

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Dunkirk, de Christopher Nolan (EUA)
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David di Donatello 2018: Filme da União Europeia

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The Square, de Ruben Östlund (Suécia)
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David di Donatello 2018: David Giovani

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Tutto Quello che Vuoi, de Francesco Bruni
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David di Donatello 2018: Som

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Adriano di Lorenzo, Alberto Padoan, Marc Bastien, Eric Grattepain e Franco Piscopo, Nico. 1988
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David di Donatello 2018: Efeitos Digitais

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Mad Entertainment, Gatta Cenerentola
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David di Donatello 2018: Curta-Metragem

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Bismillah, de Alessandro Grande
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