quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Corria o ano de 1935...

... quando pela primeira vez foram seleccionadas canções para o Oscar na respectiva categoria. Entre as três escolhidas havia de sair como vencedora "The Continental" do filme The Gay Divorcee com música de Con Conrad e letra de Herb Magidson. Esta seria a primeira de uma longa lista que irei divulgar oportunamente por aqui para os apreciadores de uma categoria que acho tem sido algo maltratada e considerada menor. Espero que gostem!

terça-feira, 11 de agosto de 2009

The Darkbar (2008)

The Darkbar de Erick Schiele que pode ser consultada aqui, não adianta muito ao universo das curta.
Uma tipa entra num bar e lança um olhar fatal ao barman, que não o é, porque está fugida do gajo com quem estava. C'est tout!
Rapidamente se vê e mais rápido ainda se esquece! Algum trabalho interessante de fotografia... nada mais.
2 / 10

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Leo (2007)

Joseph D. Reitman realizou esta curta-metragem de nome Leo, e o melhor que dela possa dizer é... há algo a dizer sobre isto ?
Um leão actor que sai de África rumo a Hollywood para tentar a sua carreira como actor e que perde todas as hipóteses de trabalho inclusive aquele para o qual era talhado porque um amigo seu conhece o realizador do filme ?
Poupem-me!!! Se isto é um conceito de filme e se é para isto que alguém investe... estamos de facto muito MAL!
1 / 10

domingo, 9 de agosto de 2009

Come See the Paradise (1990)

Venham Ver o Paraíso mais uma excelente obra de Alan Parker, que já nos havia presenteado com excelentes filmes tais como Mississippi em Chamas e o Expresso da Meia-Noite, e desta vez com o relato da vida da comunidade japonesa nos Estados Unidos nos anos da guerra.
Como em muitas das suas obras, Alan Parker dá-nos aqui uma visão da América real e de alguns momentos da sua História mais negra e não muito divulgada. Os momentos em que a terra da liberdade mostra que também a pode retirar e neste caso em particular àqueles que também são dos seus. Parker dá-nos um olhar crítico e muito bem construído sem cair em chavões ou clichés.
O filme tem um argumento consistente e bem dirigido (outra coisa aliás não seria de esperar), que se centra na relação amorosa entre um Americano de origem irlandesa e uma Americana de origem japonesa, a qual tem a oposição clara do pai desta, durante todos os anos da Segunda Guerra Mundial.
A banda-sonora da autoria de Randy Edelman... resumo-a simplesmente numa palavra... EMOCIONANTE! É um (mais um) dos pontos fortes do filme e completa-o a 100%. Inesquecível!
De resto, e repetindo que não seria isso que iria dar mais importância ao filme, apenas tenho a lamentar que tenha sido TOTALMENTE esquecido dos Oscars ou de qualquer outra cerimónia significativa de prémios (com a excepção devida a Cannes claro está). No entanto não é de estranhar que tal tenha acontecido considerando que é um filme que coloca o dedo na ferida a um acontecimento relativamente recente e embaraçoso da História norte-americana.
Para quem gosta de um bom drama passado em tempo de guerra este filme será sem dúvida um a ver urgentemente... até porque já tem 19 anos!



"Lily Yuriko Kawamura: I don't why I left your papa that day, but sometimes you get pushed and pulled without ever knowing the reasons why. But I knew I couldn't stay. I had to be with Mama and Papa Kawamura."

10 / 10

Marion Cotillard por Lisboa ?

Pois é... Marion Cotillard por Lisboa? Como seria perfeito!
Raoul Ruiz irá realizador o filme (e possível versão televisiva) de Mistérios de Lisboa, uma adaptação da obra de Camilo Castelo Branco com a participação de actores como Adriano Luz, Rui Morrison, Filipe Duarte, Ivo Canelas, Ana Bustorff e Rogério Samora, e agora ao consultar o IMDb verifica-se que se encontra em negociação a participação da actriz premiada com um Oscar Marion Cotillard.
Que se confirme pois seria francamente positiva a divulgação não só dos nossos actores como também das nossas obras literárias através do grande ecrã.

Fatal (2006)


Fatal curta-metragem de Pedro Sousa que aqui vos disponibilizo tem dois, apenas dois, factores francamente positivos. O primeiro, uma fotografia excelente em tons de preto e vermelho. Gostei e dá um ambiente muito "noir" ao filme. O segundo é a presença de uma Helena Laureano à la femme fatale algo que extravaza os habituais papéis de mulher simples e modesta. Fosse isto uma longa-metragem e estou convencido que teria um papel excelente.

2 / 10

sábado, 8 de agosto de 2009

No Ordinary Joe (2005)



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A curta-metragem No Ordinary Joe de Jules Nurrish é uma história de ficção sobre um jovem homossexual e os seus pensamentos. Pelo meio temos a presença de uma família disfuncional onde não existe diálogo e a descoberta e aceitação da sexualidade.

Simples e bem construída que tenta passar a ideia de aproveitar a vida enquanto por cá se está... o sítio escolhido para passar a mensagem é que de facto não foi o melhor!


6 / 10

Raul Solnado


1929 - 2009


Apenas um muito pequeno cheirinho da sua obra... Até sempre!

Diogo Morgado goes to Hollywood



É oficial... Diogo Morgado será o protagonista do filme Mary, Mother of Christ do realizador James Foley, ao lado dos actores Al Pacino, Peter O´Toole e Jessica Lange.
Diogo Morgado foi escolhido para interpretar o papel de José, ao lado da actriz Camila Belle, como Maria, num drama bíblico passado no tempo de Herodes que será interpretado pelo actor Al Pacino.
Em declarações à agência Lusa, Diogo Morgado disse que esta estreia no cinema norte-americano é "uma oportunidade que não acontece todos os dias".
A possibilidade de participação no filme surgiu há cerca de dois meses, depois de Diogo Morgado ter enviado à produtora um vídeo com o seu trabalho e feito uma audição na qual foi seleccionado.
Citado pelo Hollywood Reporter, o realizador James Foley recordou o processo que originou a escolha de Diogo Morgado: "Vimos muitos jovens actores e alguns eram notáveis. Pensámos que tínhamos terminado a nossa escolha quando nos chegou às mãos uma gravação com este rapaz incrível. Uma estrela em ascensão entrou na sala e percebi de imediato que tínhamos encontrado o actor".
O filme vai ser rodado em Marrocos a partir de Outubro e durante 13 semanas. A sua estreia está prevista para Abril de 2010, coincidindo com o período pascal.
Esta é uma produção independente com realização do norte-americano James Foley e argumento de Barbara Nicolosi e Benedict Fitzgerald, que assinou a adaptação de "A paixão de Cristo", de Mel Gibson.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Amália (2008)

Amália de Carlos Coelho da Silva, o filme português mais visto de 2008 tendo apenas estreado no mês de Dezembro foi confesso, uma agradável surpresa.
Muita já havia sido a polémica sobre o filme que correu tinta na nossa comunicação social, considerando que mostrava uma Amália Rodrigues, diva do fado, numa perspectiva mais sentimental/amorosa do que a grande senhora da canção portuguesa. Polémica ? Para quê ? Não foi ela uma mulher como qualquer outra em qualquer outro país que além de estrela era também MULHER ?
Ao contrário do que seria habitualmente de esperar de um filme sobre uma estrela, onde mostram salas de espectáculo por todo o mundo repletos de fãs que a aplaudem de pé, este Amália mostra-nos a vida de uma mulher que vivia ansiosamente à espera que alguém simplesmente a amasse. E é essa mesma perspectiva que me surpreendeu e agradou ver. Era algo que desconhecia, e o realizador Carlos Coelho da Silva teve na minha opinião um trabalho bem conseguido.
A actriz escolhida para interpretar o papel principal foi Sandra Barata Belo. Uma óptima escolha pois em muitos momentos se olharmos para ela e pensarmos e nos lembrarmos de fotos da cantora de quando era mais nova, as semelhanças são de facto muitas. Além disso a sua interpretação está francamente boa e são de notar muitos dos maneirismos que reteve da cantora.
Quanto ao vasto leque de actores que a acompanham no filme tenho de destacar os de Carla Chambel, forte na interpretação da irmã da protagonista, a também cantora Celeste Rodrigues, bem como o papel de Ricardo Pereira que tem aqui na minha opinião o melhor papel da sua ainda curta carreira.
Gostei de ver que o célebre momento do Barco Negro não foi esquecido e foi justamente colocado no filme. Alguém tem dúvida que aquela é uma das canções mais emblemáticas da nossa musicografia ? Eu não tenho!
Dou igualmente os parabéns ao merecidíssimo Globo de Ouro com que Sandra Barata Belo foi galardoada, pois foi mais do que merecido. E depois de assistir ao seu discurso de agradecimento ainda digo mais do que disso... Digo que ele foi justo!
E para finalizar a única coisa que me espanta no que a este filme diga respeito, não tem de facto a ver com o filme em si mas sim com a sua promoção e divulgação. Não a nacional pois a essa não há nda a apontar considerando que fomos bombardeados com notícias televisivas e não só a respeito dele e de como os espectadores aumentavam semanalmente a olhos vistos, mas sim com a promoção e divulgação que este teve além fronteiras. Considerando que Amália Rodrigues foi não só um símbolo nacional mas também internacional, porque não tem este filme ainda MAIS divulgação em tantos dos países onde a própria cantora actuou e que aposto MUITOS ainda se lembram dela ? Não será também algo a considerar ? Suponho que sim!




" Ricardo Espírito Santo: Você não é uma mulher fácil!
Amália: Pois não, sou portuguesa"

8 / 10

Um Mix para John Hughes

Depois de me debruçar sobre a filmografia de John Hughes ontem falecido, relembrei-me de alguns dos seus filmes que nem sabia serem da sua autoria. Depois disto, bastou apenas uma pequena visita ao youtube que facilmente se encontram uns quantos vídeos da sua obra. Este achei ser um excelente mix com alguns dos melhores momentos dela e aqui o deixo em forma de homenagem.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

John Hughes


1950 - 2009

Hiroshima (2005)

Hiroshima de Paul Wilmshurst é um magnífico documentário sobre os acontecimentos de 6 de Agosto de 1945, dia do lançamento da bomba atómica sobre Hiroshima. Além de documentário, também recorre a segmentos ficcionados para compôr o que havia acontecido durante o fatídico dia.
Além de conter excelentes imagens e videos do dia, ainda nos dá entrevistas com alguns dos seus intervenientes actualmente com uma visão e ideias relatadas 60 anos depois.
Está um documentário original pela junção do real com a ficção para poder dar um panorama da vida da cidade não perdendo pelo meio os elementos reais da História.
Altamente recomendável para aqueles que se interessam por bons documentários sobre História do século XX.
Como não se encontra um trailer propriamente dito do mesmo, deixo aqui um pequeno segmento do documentário para que possa despertar o interesse.


10 / 10

Morrer Como Um Homem no NYFF

Morrer Como Um Homem, o novo filme de João Pedro Rodrigues acaba de ser seleccionado para o New York Film Festival a decorrer entre os meses de Setembro e Outubro. Continua assim a boa carreira internacional que o filme tem vindo a fazer depois de já ter estado no Festival Internacional de Cinema de Cannes e da sua selecção para o Festival Internacional de Cinema de Toronto.
Seria assim uma boa altura começar a patrocinar o filme para que ele se encaminhe para os Oscar... não?

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

The One Thing (2008)

There is one thing... One thing my father once told me... Never watch BAD films.

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1 / 10

terça-feira, 4 de agosto de 2009

AVATAR, o poster

Aguardo muito pacientemente (ou não) pelo novo filme da Sigourney Weaver!

Reinventing the Oscars 1998

Continuando com a saga de comparação das minhas escolhas e dos reais vencedores nas cerimónias anteriores dos Oscars, cá ficam as minhas observações para a cerimónia de 1998. Novamente aqui ficam os reais vencedores e aqueles que eu acho que deveriam ter ganho.


Filme

As Good as It Gets – James L. Brooks; Brifget Johnson; Kristi Zea
The Full Monty – Uberto Pasolini
Good Will Hunting – Lawrence Bender
L.A. Confidential – Arnon Milchan; Curtis Hanson; Michael G. Nathanson
Titanic – James Cameron; Jon Landau

Melhor Actor

Dustin Hoffman – Wag the Dog
Jack Nicholson – As Good as It Gets
Matt Damon – Good Will Hunting
Peter Fonda – Ulee’s GoldRobert Duvall – The Apostle

Melhor Actriz

Helen Hunt (As Good as It Gets)
Helena Bonham Carter (The Wings of the Dove)
Judi Dench (Mrs. Brown)
Julie Christie (Afterglow)
Kate Winslet (Titanic)

Melhor Actor Secundário

Anthony Hopkins (Amistad)
Burt Reynolds (Boogie Nights)
Greg Kinnear (As Good as It Gets)
Robert Forster (Jackie Brown)
Robin Williams (Good Will Hunting)

Melhor Actriz Secundária

Gloria Stuart (Titanic)
Joan Cusack (In & Out)
Julianne Moore (Boogie Nights)
Kim Basinger (L.A. Confidential)
Minnie Driver (Good Will Hunting)

Melhor Realizador

Atom Egoyan (The Sweet Hereafter)
Curtis Hanson (L.A. Confidential)
Gus Van Sant (Good Will Hunting)
James Cameron (Titanic)
Peter Cattaneo (The Full Monty)

Melhor Argumento Original

As Good as It Gets – Mark Andrus; James L. Brooks
Boogie Nights – Paul Thomas Anderson
Deconstructing Harry – Woody Allen
The Full Monty – Simon Beaufoy
Good Will Hunting – Matt Damon; Ben Affleck

Melhor Argumento Adaptado

Donnie Brasco – Paul Attanasio
L.A. Confidential – Brian Helgeland; Curtis Hanson
The Sweet Hereafter – Atom Egoyan
Wag the Dog – Hilary Henkin; David Mamet
The Wings of the Dove – Hossein Amini

Melhor Fotografia

Amistad – Janusz Kaminski
Kundun – Roger Deakins
L.A. Confidential – Dante Spinotti
Titanic – Russell Carpenter
The Wings of the Dove – Eduardo Serra

Melhor Direcção Artística

Gattaca – Jan Roelfs; Nancy Nye
Kundun – Dante Feretti; Francesca Lo Schiavo
L.A. Confidential – Jeannine Claudia Oppewall; Jay Hart
Men in Black – Bo Welch; Cheryl Carasik
Titanic – Peter Lamont; Michael Ford

Melhor Guarda-Roupa

Amistad – Ruth E. Carter
Kundun – Dante Ferretti
Oscar and Lucinda – Janet Patterson
Titanic – Deborah Lynn Scott
The Wings of the Dove – Sandy Powell

Melhor Som

Air Force One – Paul Massey; Rick Kline; Doug Hemphill; Keith A. Wesler
Con Air – Kevin O’Connell; Greg P. Russell; Art Rochester
Contact – Randy Thom; Tom Johnson; Dennis S. Sands; William B. Kaplan
L.A. Confidential – Andy Nelson; Anna Behlmer; Kirk Francis
Titanic – Gary Rydstrom; Tom Johnson; Gary Summers; Mark Ulano

Melhor Montagem

Air Force One – Richard Francis-Bruce
As Good as It Gets – Richard Marks
Good Will Hunting – Pietro Scalia
L.A. Confidential – Peter Honess
Titanic – Conrad Buff IV; James Cameron; Richard A. Harris

Melhores Efeitos Especiais Sonoros

Face/Off – Mark P. Stoeckinger; Per Hallberg
The Fifth Element – Mark A. Mangini
Titanic – Tom Bellfort; Christopher Boyes

Melhores Efeitos Especiais Visuais

The Lost World: Jurassic Park – Dennis Muren; Stan Winston; Randy Dutra; Michael Lantieri
Starship Troopers – Phil Tippett; Scott E. Anderson; Alec Gillis; John Richardson
Titanic – Robert Legato; Mark A. Lasoff; Thomas L. Fisher; Michael Kanfer

Melhor Caracterização

Men in Black – Rick Baker; David LeRoy Anderson
Mrs. Brown – Lisa Westcott; Veronica McAleer; Beverly Binda
Titanic – Tina Earnshaw; Greg Cannom; Simon Thompson

Melhor Canção

Anastasia – Stephen Flaherty (music); Lynn Ahrens (lyrics) – for the song “Journey to the Past”

Con Air – Diane Warren – for the song “How Do I Live”
Good Will Hunting – Elliott Smith – for the song “Miss Misery”
Hercules – Alan Menken (music); David Zippel (lyrics) – for the song “Go the Distance”
Titanic – James Horner (music); Will Jennings (lyrics) – for the song “My Heart Will Go On"

Melhor Banda-Sonora Drama

Amistad – John Williams
Good Will Hunting – Danny Elfman
Kundun – Philip Glass
L.A. Confidential – Jerry Goldsmith
Titanic – James Horner

Melhor Banda-Sonora – Comédia ou Musical

Anastasia – Stephen Flaherty; Lynn Ahrens; David Newman
As Good as It Gets – Hans Zimmer
The Full Monty – Anne Dudley
Men in Black – Danny Elfman
My Best Friend’s Wedding – James Newton Howard

Melhor Curta-Metragem de Animação

Famous Fred – Joanna Quinn
Geri’s Game – Jan Pinkava
Redux Riding Hood – Steve Moore
Rusalka – Aleksandr Petrov
La Vieille Dame et les Pigeons – Sylvain Chomet

Melhor Curta-Metragem de Ficção

Dance Lexie Dance – Pearse Moore; Tim Loane
It’s Good to Talk – Roger Goldby; Barney Reisz
Skal Vi Være Kærester? - Birger Larsen; Thomas Lydholm
Visas and Virtue - Chris Tashima; Chris Donahue
Wolfgang – Kim Magnusson; Anders Thomas Jensen

Melhor Documentário – Curta-Metragem

A Story of Healing – Donna Dewey; Carol Pasternak
Alaska: Spirit of the Wild – George Casey; Paul Novros
Amazon – Kieth Merrill; Jonathan Stern
Family Video Diaries: Daughter of the Bride – Terri Randall
Still Kicking: The Fabulous Palm Springs Follies – Mel Damski; Andrea Blaugrund

Melhor Documentário – Longa-Metragem

4 Little Girls – Spike Lee; Samuel D. Pollard
Ayn Rand: A Sense of Life – Michael Paxton
Colors Straight Up – Michèle Ohayon; Julia Schachter
The Long Way Home – Marvin Hier; Richard Trank
Waco: The Rules of Engagement – William Gazecki

Melhor Filme Estrangeiro

Karakter – Holanda
Jenseits der Stille – Alemanha
O Que é Isso, Companheiro? – Brasil
Secretos del Corazón – Espanha
Vor - Rússia

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Oktapodi (2007)

Francesa de produção, Oktapodi é uma brilhante curta metragem de animação que foi nomeada a Oscar este ano. Nada como lutar pelos nossos interesses até os conseguirmos alcançar. Que vivam os persistentes.

10 / 10

domingo, 2 de agosto de 2009

Mickybo and Me (2004)

Para quem lê a sinopse deste Mickybo and Me de Terry Loane tem logo à partida interesse em saber do que se trata porque reune um conjunto de elementos interessantes... Belfast nos anos 70... amizades à partida impossíveis e alguma aventura à mistura.
Ao longo do filme vamos assistindo não a um relato dos problemas que foram ao longo dos anos assolando a região, mas a pequenos aspectos que nos indicam as tensões que são por ali vividas. As referências à violência através de uma ou outra conversa de bar ou até mesmo a proibição de passar um certo ponto da ponte que divide os dois lados da cidade; o "eles" e o "nós". Não são também de esquecer os blindados que também vamos vendo muito "ocasionalmente" enquanto decorre a acção do filme.
Para além disto está, como é óbvio, a visualização de uma amizade que nasce entre duas pessoas que estariam à partida impossibilitadas de a ter. Um católico e um protestante. Dois mundos diferentes. Será que o são ? Nem por isso. A história desenvolve-se de uma forma em que são relatados os problemas que ambas as famílias têm. Não há uma clara vitimização de uma delas mas sim uma tentativa de mostrar que os dramas familiares são vividos de ambos os lados (se é que na realidade existem lados reais e não puras criações de quem dita leis).
O único problema que consigo apontar ao filme, é que durante uma boa parte dele a acção decorre de uma forma algo a repisar sobre o mesmo. É certo que não gosto de um filme onde tudo é atirado para o espectador ver sem muita coesão, mas aqui também o desenvolvimento tarda. No entanto, toda a acção final do filme vale por esse "pequeno" detalhe. O seu final consegue ser redentor. Entusiasmante. Emocionante. Calmo.
Como não consegui encontrar o trailer do filme, fica aqui uma pequena transcrição dele. A quem o encontrar, aconselho que o veja.




7 / 10

sábado, 1 de agosto de 2009