segunda-feira, 30 de abril de 2012

The Patriot (1998)

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Patriota de Dean Semler conta com a interpretação principal de Steven Seagal em mais um daqueles filmes que mesmo antes de começar já sabemos que em primeiro lugar não será nada de especial e em segundo lugar irá ter uma contagem de mortes maior do que aquelas que conseguimos contar.
Depois do líder de uma milícia paramilitar libertar um vírus mortal que ameaça a vida de toda uma população, Wesley McClaren (Seagal) um médico que havia trabalhado para a CIA embarca numa luta contra o tempo para poder encontrar o antídoto que salve a vida a milhares de pessoas ao mesmo tempo que protege a vida da sua própria filha, a única que parece ser imune a este vírus mortal e que todos tentam, assim, encontrar.
Perseguições atrás de perseguições, tiros que sucedem a muitos mais tiros, irá McClaren conseguir restituir a segurança física de todos aqueles que o rodeiam e livrar-se não só de um vírus mortal como de um perigoso grupo de fanáticos que tudo faz para quebrar a ordem instaurada?
Um filme que tenha em Steven Seagal o seu intérprete principal provoca-me de imediato um conjunto bem distinto de reacções. A primeira é a de me afastar imediato pois é claro que não será nada de especial e que será pura e simplesmente uma perda de tempo. A segunda prende-se com uma vontade irracional de ver este tipo de filmes independentemente daquilo que eles possam na prática valer (que é como quem diz... nada).
Assim, com muito esforço mas pouca vontade, acabo por ver estes filmes já sabendo o pouco (nada) que fali vou retirar. Mas ao mesmo tempo é impossível não admitir que apesar de não serem nada de especial, conseguem criar uma verdadeira distracção com as suas histórias sempre iguais. Temos tiros, algumas explosões, muitos mortos e muito pouco conteúdo ou sequer uma conclusão lógica para além daquela que já é inicialmente esperada.
Na prática, e para além de algum divertimento non-sense (pelo ridículo) que consegue provocar, este género de filme não adianta absolutamente nada para o nosso enriquecimento cinematográfico. Antes pelo contrário, se o cinema se reduzisse a isto é certo e sabido que a imagem que permaneceria seria má... muito má.
Steven Seagal no seu melhor... que é como quem diz... é pouco... francamente muito pouco.
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2 / 10
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