sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Dog Tags (2008)

Dog Tags de Damion Dietz é um filme algo desconhecido que apesar dos lugares comuns que nos oferece trata ao mesmo tempo de temáticas interessantes nomeadamente a solidão, a falta de reconhecimento e a identificação sexual.
Bart Fletcher e Paul Preiss interpretam os dois personagens principais do filme. O primeiro um jovem homossexual com uma filha que vive uma vida com um rumo ainda por definir e especialmente com o seu lado paternal ainda por ser assumido. O segundo é um jovem militar que vive na esperança de encontrar a sua sexualidade e o seu pai, de quem não sabe, na esperança de encontrar o respeito da parte deste.
Pelo caminho ambos falam sobre a vida, sobre o que tiveram e o que esperam dela. O clima sexual entre ambos existe também, não caindo no entanto na vulgar ideia de que algo tem necessariamente de ser visto para ser percebido. Têm ambos interpretações credíveis se bem que ao longo de todo o filme são também contidas.
Existem também alguns secundários no filme mas são na sua maioria esquecidos ou pouco relevantes para o desenrolar da história pois representam apenas apêndices dos actores principais.
A cinematografia do filme não é a melhor pois a meio do filme começamos a perceber que mais parece uma gravação video do que necessariamente um filme, no entanto a banda-sonora e alguns planos conseguem compensar essa pequena falha, e o argumento de Damion Dietz apesar de nos apresentar alguns lugares comuns consegue ser consistente e bem dirigido.
Não se trata de um filme memorável e não será um filme de grande destaque internacional mas considerando a sua temática durante muito tempo escondida e afastada do cinema e agora cada vez mais presente nas salas, consegue ser um filme ligeiro e de um visionamento fácil e fluído e apesar de se tentar um drama, alcançado na maior parte dos momentos, um toque de comédia ajuda a essa mesma fluidez.
Para os interessados e que disponham de 90 minutos, é só procurar no youtube pois o filme encontra-se por lá na integra.




7 / 10


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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

The Boxer (2009)

Jogos de Combate realizado por Thomas Jahn foi mais um daqueles filmes que a TVI se lembrou de passar a uma sexta à noite. O mais curioso é que o passou no início de Janeiro deste ano, numa altura em que provavelmente não tinha passado ainda noutro país qualquer... quase (senão mesmo) uma estreia mundial.
Quanto ao filme em si veio com um promissor trailer para um filme do género o que nos faz esperar por algo interessante e inovador, no entanto, ao visionar o filme (que não é mau) percebemos rapidamente que de inovador nada trás.
Um tipo, interpretado por Joshua Dallas, sai da prisão depois de ter estado preso por cometer um delito juvenil, a família não lhe liga e está literalmente com uma mão à frente e outra atrás. Como tudo indica acaba por parar num pavilhão de treino de boxe onde, após as animosidades normais entre o seu dono e o próprio, um acaba por treinar o outro e incutir-lhe o sentido de dignidade e respeito que deve mostrar ter e esperar que os outros o reconheçam e que claro, tem uma doença terminal por isso tem de encontrar o seu discípulo a tempo.
Pelo meio de tudo isto, claro está, temos a rapariga bonitinha por quem ele se apaixona e o seu respectivo companheiro que vê na nova cara uma ameaça abater e com quem todos sabemos irá combater no final.
Como se vê a onda de clichés cinematográficos neste género de filmes estão cá todos presentes. TODOS sem excepção e daí não ser novidade nenhuma o que o faz ser apenas mais um apesar de ter umas interpretações até bem conseguidas por parte de Joshua Dallas e de Stacy Keach.
A destacar no entanto a excelente fotografia em particular nos momentos de luta no ringue em que presenciamos uma atmosfera quase sombria e carregada. Tudo o resto no filme roça o banal e já conhecido não despoletando o interesse para algo de novidade ou de fresco. Facilmente visível e facilmente esquecido.

4 / 10

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Frost/Nixon (2008)

Frost/Nixon de Ron Howard foi uma agradável surpresa para mim na medida em que estes filmes normalmente são recheados de um argumento complexo do qual nós como espectadores pouco ou nada dele retiramos. Aqui passa-se exactamente o oposto.
Conseguimos ao longo deste filme, e que nem da nossa História trata, ficar colados ao ecrã tal não é o magnetismo que os dois actores principais nos conseguem transmitir com os seus desempenhos. Michael Sheen como Frost é bom mas Frank Langella como Nixon é brilhante e não sei até que ponto o Oscar não lhe escapou este ano injustamente. É bom, MUITO BOM quando um actor consegue prendermos ao ecrã ao ponto de esperarmos para quando chega a próximo imagem com ele e Langella consegue isso aqui. Surpreendeu-me pois não é de facto um daqueles actores que me faça deslocar a um cinema para o ver e aqui... 5 *****
A história do filme centra-se após a presidência de Richard Nixon e do famoso caso Watergate quando, um repórter de reality show decide tentar a sorte e entrevistar o ex-Presidente norte-americano para saber sobre a sua vida, os seus conhecimentos e claro sobre a sua presidência. Nixon conhecido por ser o "slick-Nick" e manter o controlo sobre todas as entrevistas e entrevistadores que o tentam aqui perde esse controlo e cede ao su entrevistador especialmente a nível emocional. Aquilo que fez durante a sua presidência e como o fez ficam com esta entrevista exposto ao povo americano.
Este filme repito, poderia ser um tanto dificil de digerir e aborrecido, mas foi feito num ritmo francamente interessante e fluído devendo isso a uma extremamente boa dinâmica entre os dois actores principais que, em lados opostos e com uma posição clara a defender, conseguem criar uma empatia entre ambos que nos é transmitida e sentimos isso claramente enquanto o visionamos.
Não se trata de um thriller nem tão pouco passam as duas horas do filme com teorias da conspiração sobre o que poderá ter sido... Por não ser nada sobre a nossa História ou sobre um acontecimento ao qual possamos dar especial interesse talvez tenha passado, e passe, ao lado da maioria dos nossos espectadores mas por outro lado há que confessar que para quem gosta de um bom filme sobre temas políticos, e não um filme político, este conseguirá decerto cativar a atenção dessas pessoas pela forma como está realizado.
Com momentos de comédia irónica (e claro está não espalhafatosa), com uma banda sonora bem enquadrada no filme e bons desempenhos secundários a cargo de Kevin Bacon, Sam Rockwell e Oliver Platt, este Frost/Nixon é daqueles filmes que recomendo que não sejam postos de lado logo à partida sem que se arrisque primeiro pô-lo no leitor de dvd para ser visto. Aos que lhe dêem a oportunidade, decerto não se irão arrepender.
Como nota final há a destacar que teve cinco nomeações aos Oscar incluindo Filme e Actor para Frank Langella, que depois de tudo o que já disse do filme só resta acrescentar o óbvio... TOTALMENTE merecidas!!!

"David Frost: Are you really saying the President can do something illegal?

Richard Nixon: I'm saying that when the President does it, that means it's *not* illegal!"

8 / 10

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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

The Duchess (2008)

A Duquesa de Saul Dibb é um agradável filme de época protagonista por Keira Knightley e tendo como secundário o peso-pesado que é o grande Ralph Fiennes.
Além de ter um espantoso guarda-roupa justamente premiado com o Oscar na respectiva categoria elaborado por Michael O'Connor (muito se falou de outras nomeações especialmente em termos interpretativos mas que infelizmente não chegaram a acontecer) e de ter um argumento francamente consistente que aborda entre outros aquele que era para a época um ideal quase restrito para muito boa gente, a liberdade, A Duquesa tem também a capacidade muito boa de cativar o espectador ao contrário daquilo que acontece em muitos filmes de época que normalmente nos põem a dormir em muito pouco tempo. Joga em seu favor o mediatismo que a actriz principal tem e também o facto de ser uma história de época contada a um ritmo sério mais muito ligeiro que não o torna enfadonho ou monótono.
Progressista, alguns dizem em demasia, para a época a Duquesa Georgiana era uma acérrima defensora dos direitos dos indivíduos. Era uma jovem mulher preocupada mas totalmente alheada dos meandros por onde iria estar envolvida. Casou com quem não devia. Amou quem não devia. Não foi protegida pelos que dela mais estavam próximos. Jogou e em certa medida foi usada.
São estes os ingredientes pedidos para um filme de época. Amor, sexo, traição, oportunismo e a tragédia que nos chega bem próximo já do final do filme. No meio destes destaco principalmente as sequências de romance entre Keira Knightley e Dominic Cooper e claro não se podem esquecer as inúmeras passagens onde destacamos claramente as intrigas políticas e sociais que estão sempre presentes neste tipo de filmes.
É uma pena não ter visto este filme percorrer outro caminho que lhe desse uma maior projecção e mediatismo mas por outro lado não é surpresa que tal não tenha acontecido em favor de outros filmes ditos mais comerciais e de maior alcance do público, no entanto não deixa de ser mais uma franca e boa aposta do cinema europeu (britânico mais concretamente) justamente nomeado para o Prémio do Público nos próximos EFA em Dezembro.
Está aqui uma nova forma de contar uma história séria e cheia de princípios, mas de uma forma ligeira e descontraída que nos mostra de facto a vida de uma personagem interessante e relativamente desconhecida. Vale a pena passar os olhos por este filme antes que seja daqueles que desaparece misteriosamente.




"Georgiana, The Duchess of Devonshire: I fail to comprehend how far we are fully committed to the concept of freedom.


Sir Peter Teazle: Freedom in moderation.


Georgiana, The Duchess of Devonshire: The concept of freedom is an absolute."


8 / 10


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terça-feira, 10 de novembro de 2009

New in Town (2009)


De Malas Aviadas de Jonas Elmer é uma simpatica comédia romântica com a presença, mais uma vez, de Renée Zellweger. Aqui a tentativa principal é a de proporcionar uma vez mais um trampolim à la Bridget Jones para que a protagonista brilhe, mas a realidade é que fica a anos luz do referido filme.
Uma executiva que se desloca para a pequena cidade de interior de forma a tomar as rédeas de uma empresa que tem como objectivo fechar. De fria e calculista deixa-se sensibilizar pela população da cidade e claro encontra o amor que até então não havia conseguido ter.
Resumida que está a história percebemos claramente que é um filme agradável e simpático mas que não terá (nem dará) o protagonismo que outras comédias do mesmo estilo tiveram. Conseguimos vê-lo bem do princípio ao fim sem ficarmos enfadados, mas ao mesmo tempo tudo se torna previsível demais e conseguimos antever todos os pequenos passos que irão ser dados no decorrer do filme. Sabemos aquilo que se vai passar, como se vai passar, quando se vai passar e quais os resultados de todas as pequenas aventuras que nos vão sendo apresentadas. O filme é sim óbvio demais por já termos visto dezenas de filmes iguais.
Os desempenhos são consistentes e de destacar as alcoviteiras do "bairro", especialmente o desempenhado por Siobhan Fallon que tem aqui um papel engraçado ao contrário dos irritantes que normalmente se lhe colam e dos quais parece não querer sair.
Que o filme está engraçado é um facto... Que não será de recordar é outro facto. Que a Renée Zellweger necessita urgentemente de começar a fazer filmes um pouco mais sérios e não a engraçadinha que chegará o dia e já não terá nenhuma é também uma certeza mais que absoluta, pois não será a fazer constantemente este estilo de filmes que ela conseguirá encontrar o seu canto ao sol pois fazer um é engraçado fazer cem já não tem tanta graça quanto isso.
Distrai... é divertido... é ligeiro... entretém o tempo que dura mas não fica na memória como uma referência da comédia nem da comédia romântica.



6 / 10


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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Faial Film Fest: palmarés



COMPETIÇÃO NACIONAL
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Melhor Filme: ARENA de João Salaviza
Melhor Ficção: ARENA de João Salaviza
Melhor Documentário: LISTENING TO THE SILENCES de Pedro Flores
Melhor Animação: MI VIDA EN TUS MANOS de Nuno Beato
Menção Especial Animação: PASSEIO DE DOMINGO de José Miguel Ribeiro
Menção Especial Animação: CAFÉ de João Fazenda, Alex Gozblau
Melhor Curtíssima: SOMEWHERE BENEATH THIS SKY de Melissa Canhoto, Sónia Roque, Rosa Nordeste
Melhor Filme Escolas: IMEMÓRIA de Mariana Castro
Prémio do Público: PASSEIO DE DOMINGO de José Miguel Ribeiro
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COMPETIÇÃO REGIONAL
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Melhor Filme Açoriano: A NATUREZA E O ENGENHO de André Laranjinha
2º Prémio Açores: SOMEWHERE BENEATH THIS SKY de Melissa Canhoto, Sónia Roque, Rosa Nordeste
3º Prémio Açores: INSULA de Filipe Manuel Gomes
Melhor Filme das Ilhas: A NATUREZA E O ENGENHO de André Laranjinha
Melhor Filme Faialense: INSULA de Filipe Manuel Gomes
Prémio do Público: QUEM PEGA NESTE BALDE? de Pedro Escobar
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PRÉMIOS RTP2 - ONDA CURTA
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Prémio RTP2 - ONDA CURTA: LISTENING TO THE SILENCES de Pedro Flores, 3X3 de Nuno Rocha
Menções Especiais: ARENA de João Salaviza, ALGO IMPORTANTE de João Fazenda, MI VIDA EN TUS MANOS de Nuno Beato, PASSEIO DE DOMINGO de José Miguel Ribeiro, UM DIA FRIO de Cláudia Varejão
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Crime e Botox (2009)

Crime e Botox realizado por Jorge Cardoso e Luís K. Carrondo é mais um telefilme produzido pela TVI na secção Casos da Vida e que teve como protagonistas Maria Henrique, Oceana Basílio e Afonso Vilela.
Surpreendentemente e dada a qualidade geral deste grupo de telefilmes, este até conseguiu criar alguma dinâmica entre os seus actores o que o fez elevar um pouco a qualidade do mesmo não tendo no entanto sido nenhuma especialidade e claro os desempenhos ainda assim ficam muito aquém do esperado para um filme. Há ainda algum caminho a percorrer para deixarem de ter os desempenhos teatrais onde parece que entram em cena e falam dão dois passos atrás e saem de cena.
Não há muito para dizer a respeito deste filme falando honestamente pois é na sua globalidade um telefilme fraquito mas sempre merece um visionamento rápido para quando não temos muito mais que fazer, e para os interessados está disponível na íntegra via youtube do qual fica aqui um pequeno excerto.

3 / 10

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Palmarés da 3ª Mostra de Cinema Internacional em Língua Portuguesa


Grande Prémio do Festival - Melhor Filme: Passeio de Domingo de José Miguel Ribeiro
Melhor Ficção: Tony de Bruno Lourenço
Melhor Animação: O Acidente de André Marques e Carlos Silva
Melhor Documentário: Dundo – Memória Colonial de Diana Andringa
Menções Honrosas: Superfície de Rui Xavier e A Janela de Sol de Carvalho
Melhor Actriz: Sofia Ferrão em L’arc-en-ciel
Melhor Actor: Tiago Fagulha em Tony
Melhor Fotografia: Mário Castanheira em Canção de Amor e Saúde
Melhor Montagem: Vítor Alves em Felicidade
Melhor Banda Sonora: Bernardo Devlin (música) e Jeroen Nadorp (som) em Passeio de Domingo
Prémio do Público: Passeio de Domingo de José Miguel Ribeiro
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domingo, 8 de novembro de 2009

2012 - TRAILER e CARTAZ



12.Novembro.2009

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sábado, 7 de novembro de 2009

European Film Awards: as nomeações


Foram hoje divulgados no Festival de Cinema de Sevilha os nomeados aos European Film Awards a atribuir no próxima dia 12 de Dezembro no Ruhr. Aqui deixo a lista dos mesmos para apreciação:

Filme Europeu 2009
Fish Tank
Låt den Rätte Komma In
Un Prophète
The Reader
Slumdog Millionaire
Das Weisse Band
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Realizador Europeu 2009
Pedro Almodóvar, em Los Abrazos Rotos
Andrea Arnold, em Fish Tank
Jacques Audiard, em Un Prophète
Danny Boyle, em Slumdog Millionaire
Michael Haneke, em Das Weisse Band
Lars von Trier, em Antichrist
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Actor Europeu 2009
Moritz Bleibtreu (Der Baader Meinhof Komplex)
Steve Evets (Looking for Eric)
David Kross (The Reader)
Dev Patel (Slumdog Millionaire)
Tahar Rahim (Un Prophète)
Filippo Timi (Vincere)
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Actriz Europeia 2009
Penélope Cruz (Los Abrazos Rotos)
Charlotte Gainsbourg (Antichrist)
Katie Jarvis (Fish Tank)
Yolande Moreau (Seraphine)
Noomi Rapace (Män som Hatar Kvinnor)
Kate Winslet (The Reader)
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Argumentista Europeu 2009
Jacques Audiard & Thomas Bidegain (Un Prophète)
Simon Beaufoy (Slumdog Millionaire)
Gianni di Gregorio (Pranzo di Ferragosto)
Michael Haneke (Das Weisse Band)
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PRÉMIO CARLO DI PALMA CINEMATÓGRAFO EUROPEU 2009
Christian Berger (Das Weisse Band)
Anthony Dod Mantle (Antichrist) & (Slumdog Millionaire)
Maxim Drozdov & Alisher Khamidkhodzhaev (Bumazhny Soldat)
Stéphane Fontaine (Un Prophète)
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EUROPEAN FILM ACADEMY PRIX D’EXCELLENCE 2009
Francesca Calvelli (Vincere): montagem
Catherine Leterrier (Coco Avant Chanel): guarda-roupa
Waldemar Pokromski (Der Baader Meinhof Komplex): caracterização
Brigitte Taillandier, Francis Wargnier, Jean-Paul Hurier & Marc Doisne (Un Prophète): som
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COMPOSITOR EUROPEU 2009
Alexandre Desplat (Coco Avant Chanel)
Jakob Groth (Män som Hatar Kvinnor)
Alberto Iglesias (Los Abrazos Rotos)
Johan Söderqvist (Låt den Rätte Komma In)
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Arte de Roubar (2008)

Arte de Roubar de Leonel Vieira foi um daqueles filmes portugueses que gerou uma imensa polémica não só pelas cenas de acção que eram uma cópia feita por baixa dos filmes do Tarantino, mas especialmente por ser um filme português falado em inglês.

Quanto à primeira parte desta crítica, se há algo que em nada me incomoda no filme é o poder ser uma cópia mais ou menos barata do Tarantino. Também ele se inspirou, e inspira, em tantos mestres do cinema e em tantos géneros cinematográficos que seria por demais redutor considerar a sua obra uma cópia mais cara e mais elaborada de outros tantos filmes que já haviam sido feitos. Como tal no que a isto diz respeito considero o Arte de Roubar um interessante filme de entretenimento que distrai durante toda a sua duração e que consegue curiosamente entregar um ou dois momentos de comédia ligeira e despreocupada.
Surpreendi-me no entanto com o fraco aproveitamento dado à Soraia Chaves. Pensei que este filme fosse na onda do Call Girl e fosse explorá-la ao máximo mas afinal isso não aconteceu. E gostei da dupla de protagonistas composta pelo Ivo Canelas e pelo Enrique Arce. Funcionaram bem e conseguem entregar dois desempenhos agradáveis para o estilo de filme que é.
Também gostei do cenário alternativo em que o filme foi feito. Meio interior, bares obscuros... herdades de famílias ricas... foi interessante e o argumento bem aproveitado. Não se leia com isto brilhante, porque não o é, mas novamente digo, para o estilo de filme em questão acho que o trabalho foi bem conseguido.
No entanto, e como nem tudo são rosas vermelhas, penso que o filme tem um defeito/erro/problema fundamental e esse passa pelo facto de ter sido filmado/falado em inglês. Não que isso por si constitua um problema pois não o é, mas considero que se tivesse sido feito em português e castelhano teria saído muito mais a ganhar e conseguiria juntar à sua já existente dinâmica uma credibilidade maior às personagens e para que nós, o público, conseguissemos simpatizar mais com elas. Penso que este factor conseguiu não o inverso mas, no entanto, não nos permitir criar alguma empatia pelas mesmas. Ao mesmo tempo este simples factor conseguiria aproximar não só o público português de um cinema mais comercial mas também o cinema português ao nosso vizinho espanhol. Chamem-me tolo mas...
Não há que ter medo de arriscar e acho que o Arte de Roubar conseguiu abrir uma porta a outras produções do género. Quem sabe com argumentos mais sólidos e consistentes e com desempenhos mais trabalhados (não colocando nenhum defeito aos presentes neste filme atenção), e de facto espero que o próximo (a haver) traga a novidade de ouvirmos os nossos actores a falarem em português e a trazer alguns dos nossos vizinhos de Espanha... pois que falem na sua maravilhosa língua que por cá lá a vamos entendendo até francamente bem. Aposto que com isto a possibilidade de um maior intercâmbio entre os actores de ambos países pode até vir um dia a ser frequente e muito proveitosa.
Vale a pena dar uma vista de olhos a este filme. Tenho a certeza que com uma mente bem aberta não o julgarão tão mau quanto aquilo que alguns por aí andaram a pintar.
Numa pequena nota marginal... Não acho exagerada a nomeação que o Ivo Canelas teve ao Globo de Ouro de Melhor Actor este ano. Pela inovação do tipo de filme acho que foi merecida no entanto não seria para a vitória.




6 / 10


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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

X-Men Origins: Wolverine (2009)


X-Men Origens: Wolverine realizado por Gavin Hood é a prequela da saga X-Men, através da qual ficamos a conhecer as origens de, tal como o nome nos indica, Wolverine.
O filme não foge ao esperado e tem umas quantas boas cenas de acção e efeitos especiais à altura do desejado (e esperado), sendo por isso um bom contributo para os restantes filmes já feitos, e mesmo em termos interpretativos está consistente não fugindo àquilo que se espera deste género de filmes.
A única coisa que me pergunto é até que ponto é necessário criar filmes, prequelas, para justificar toda acção que havia decorrido nos filmes que já haviamos visionado. Isto é, precisamos nós como espectadores e atentos cinéfilos saber exactamente tudo aquilo pelo qual uma personagem já passou para ter uma melhor compreensão sobre a acção que havíamos visto anteriormente ou será que conseguimos disso depreender que as suas atitudes num dado ponto são o reflexo do passado?
Não quero com isto dizer que o filme é mau porque, tal como referi logo inicialmente o filme mau não é, mas seria se calhar mais oportuno num dos outros filmes ter já efectuado uns quantos flashbacks onde parte destas cenas pudessem ter sido inseridas e tornaria os outros ainda mais consistentes.
Vale a pena ver, especialmente para aqueles que são fãs indomáveis do género, e são mais de noventa minutos garantidos de umas belas sequências de acção e algumas emoções que nos vão distraindo que, em 2010, talvez sejam brindadas com algumas nomeações aos Oscar nas categorias técnicas de som e efeitos especiais.
Hugh Jackman faz favor de começar a fazer uns filmecos um quanto mais... sérios!




7 / 10


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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

End Is Extremely Fucking Nigh (2007)


Esta é uma curta promocional ao filme 28 Semanas Depois de Juan Carlos Fresnadillo. Aqui a deixo a título de curiosidade.
6 / 10
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terça-feira, 3 de novembro de 2009

A votação continua...

Um pequeno lembrete a dizer que ainda há cerca de dois meses para poderem efectuar os vossos votos para os prémios do público do blog nas categorias de filme, actor, actriz, actor secundário e actriz secundária, e também agradecer aos mais de setenta votos que foram recolhidos até ao momento. Grato pela vossa participação.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Baby, It's Cold Outside!

É o título da canção vencedora de Oscar em 1950 presente no filme Neptune's Daughter com letra e música de Frank Loesser.

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domingo, 1 de novembro de 2009

New York, I Love You - TRAILER e CARTAZ



05.Novembro.2009

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sábado, 31 de outubro de 2009

You Don't Mess with the Zohan (2008)

Não Te Metas com o Zohan de Dennis Dugan é mais uma das muitas comédias feitas por Adam Sandler onde desta vez interpreta a personagem de um agente da Mossad que quer experimentar outro estilo de vida.
O filme em si tem um ou dois momentos de comédia bem conseguida mas Sandler não tem aqui daquelas interpretações a que já nos habituou. Não que o filme seja mau mas as graçolas tentadas são demasiado previsiveis e básicas. Agravando isto está o facto de ter os clichés que se esperam de um filme destes... Israelitas vs. Palestinianos... Paz vs. Guerra... Terrorismo sempre presente... Xenofobia... Etc e tal!
O trailer até promete e leva-nos a crer que será mais um filme engraçado onde se podem dar algumas quantas gargalhadas, mas na realidade passamos a maior parte do tempo não a bocejar... mas quase!!!
Os desempenhos dos actores, mesmo considerando que é um filme banal de comédia, estão muito forçados o que não lhes dá grande crédito, o que me leva a crer que o grande sucesso (?) que este filme fez apenas se deve à reputação que os actores em si já têm (Adam Sandler, Rob Schneider, John Turturro), do que propriamente a esta história em concreto e às piadas (poucas) que apresenta.
Se outros filmes de Sandler conseguiram ser de uma forma ou de outra marcantes como O Wedding Singer ou o Water Boy este passa completamente ao lado... Se nos recordarmos dele acaba quase por ser pelo extenso título que tem e pouco mais do que isso. Começo a pensar que seria uma francamente boa altura para o Adam Sandler começar a pensar em fazer outro registo de filmes e virar-se um pouco mais ao drama senão é dar-lhe mais uns cinco anitos e acaba por desaparecer do mapa o que a meu ver... não seria muito agradável!
Como se constata por este meu breve comentário em que mais falo de outras coisas do que do filme propriamente dito, não é um que aconselhe ou ache de grande urgência que se veja... Passa ao lado e há bem melhor em que investir o tempo.



5 / 10

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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

The Hive (2008)

O Ataque das Formigas de Peter Manus é mais um belo exemplo de uma tragédia cinematográfica ou televisiva se considerarmos que isto foi produzido para televisão.
A história insere-se em toda aquela linhagem extensa de filmes sobre aranhas/ratos/cobras/mosquitos/abelhas que ou são geneticamente alteradas ou que foram expostas a radiação ou qualquer outra desgraça, mas aqui em vez dos atrás referidos temos... formigas!
Do argumento é escusado falar pois as três linhas anteriores que escrevi resumem este filme. Este e qualquer outro do género bastando para o completar referir que durante o filme morrem "todas e mais alguma" pessoas devorado pela respectiva colónia de formigas e depois temos um grupo de exterminadores/cientistas a tentar durante os intermináveis 90 minutos do filme encontrar a explicação para o sucedido e a solução para que a carnificina termine. C'est tout!
Das interpretações... Sejamos honestos... Será que os próprios actores se querem lembrar de que alguma vez participaram neste tipo de filme? Só se servir um dia mais tarde para contar aos netos que fizeram uma coisa ranhosa porque de resto é um "marco" a esquecer.
Finalmente aquilo de que por vezes se orgulham nestes filmes que é o conjunto dos efeitos especiais... Aqui nem isso... Além de tudo previsível é completamente básico e sem qualquer sentido ou nexo. Não existe novidade e notamos claramente que são efeitos em cima do joelho... Laser que fazem com que os elaborados na altura da Guerra das Estrelas já lá vão mais de trinta anos pareçam a vanguarda da tecnologia.
Pobre... Tudo MUITO pobre... O perfeito filme de fim-de-semana para quem não tem planos para sair de casa e se distrair um pouco com alguns risos enquanto olha para o caos e para a destruição... No entanto, tem a seu favor o facto de ser daqueles filmes absolutamente ranhosos que todos nós gostamos de ver, não por serem bons, mas por serem uma distracção a 100% onde em vez de nos chocarmos pelas desgraças e pelas mortes ainda nos rimos devido a elas.




1 / 10


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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

À Procura de um Final Feliz (2009)

Durante o ano de 2008 e início de 2009, a TVI resolveu criar um segmento chamado Casos da Vida que consistia num conjunto de telefilmes sobre temas ditos mais ou menos polémicos.
À Procura de um Final Feliz, realizado por Jorge Humberto é um desses telefilmes e que teve como principais actores Paulo Matos e Julie Sergeant.
Na tentativa de retratar a sociedade actual através dos assuntos polémicos ou mediáticos que enchem as manchetes de qualquer jornal ou noticiário, este conjunto de telefilmes produzidos pela TVI foi de uma forma geral francamente pobre. Poucos, muito poucos, foram aqueles que conseguiram chegar a um patamar digno de interesse sendo que a maioria deles nem esse mesmo interesse teve.
O telefilme de Jorge Humberto foi um destes exemplos. A vida de um casal onde o marido começa a espancar a mulher. Muita gritaria, muito pseudo-drama repleto de interpretações pobres e com pouca entrega por parte dos actores venceram (talvez) nas audiências mas no que diz respeito a terem enriquecido o panorama audiovisual... nem de perto!
O argumento é fraco... os diálogos fracos são... uma fotografia pobre... excesso interpretativo e com pouca qualidade não convencem ninguém, e por poucos momentos conseguidos sentir algum tipo de interesse por este tipo de filme.
As temáticas foram interessantes e poderiam ter sido muito melhor exploradas se em vez de se fazerem telefilmes só por fazer onde tudo é contado à pressa, tivesse havido a preocupação de se dirigirem histórias bem contadas e com os quais as pessoas realmente se pudessem identificar. E aqui ficam algumas imagens do mesmo.



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2/10
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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

And the Oscar goes to...

... Julianne Moore. Ao que consta o seu papel no filme A Single Man de Tom Ford é de tal forma bom (é de espantar?) que agora que irá começar a época de entrega de prémios de cinema o seu nome será lançado em campanha para o Oscar de Melhor Actriz Secundária. Pois que seja... e que ganhe!!!
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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Mal Nascida (2007)

Mal Nascida é um título português que me despertou logo à partida interesse por ser um filme realizado por João Canijo realizador cuja obra me tem deixado sempre francamente bem impressionado.
Ao começar assim a visionar o filme deparamos com um cenário sombrio e carregado. O Portugal interior. As histórias de família mal resolvidas. Os maus tratos. As traições. Temos aparentemente tudo aquilo que nos pode despertar interesse, e dito isto àcerca de um filme português é, na minha opinião, já um marco digno de registo.
À medida que a acção decorre este Mal Nascida (mal amada tal como nos dizem algumas passagens do trailer) vieram-me à memória velhas imagens do Feios, Porcos e Maus de Ettore Scola, especialmente ao ver as cenas das refeições e os comportamentos entre personagens. Para quem já viu o filme de Scola acho que perceberá a comparação.
Resumindo MUITO o filme para que não estrague o efeito surpresa de quem ainda não o viu, a acção gira em torno de Lúcia, personagem brilhantemente interpretada pela actriz Anabela Moreira que foi nomeada ao Globo de Ouro por este filme, uma jovem mulher mal amada pela mãe (interpretada pela magnífica Márcia Breia) e mal tratada pelo padrasto (um excelente Fernando Luís). Dito só isto pode parecer que o filme é apenas "mais um", mas o certo é que ele tem muito mais e é uma pena se não fôr devidamente apreciado pelo nosso público só porque é um filme português (infelizmente isto ainda nos afasta muito das salas de cinema).
Temos de tudo... a decadência das personagens... a violência não só física mas também, e especialmente, a psicológica. E apesar de não nos conseguirmos interligar com nenhuma das personagens pois todas são à partida o oposto da sanidade de qualquer um, o que é certo é que em momentos conseguimos ser condescendentes com algumas delas.
A solidão, o medo, o incesto, a vingança, a violência. Todos estão presentes nesta obra de Canijo tal como já haviamos visto há alguns anos com o seu Sapatos Pretos, mas aqui a um nível bem mais drástico e ao mesmo tempo cativante.
Além dos três actores já referenciados, dou graças por finalmente começarem a lembrar-se do Gonçalo Waddington para grandes papéis no cinema (também ele nomeado ao Globo de Ouro por este filme). E que venham mais papéis destes que são um prazer de se ver!
Ao argumento não há nada a apontar. Ao décor idem aspas, pois cria o ambiente perfeito para assistirmos a uma história de decadência, dor e sem qualquer tipo de redenção no interior rural do país.
Isto sim é, para aqueles que quiserem apreciar, o verdadeiro cinema português! João Canijo... venha o próximo.

8 / 10

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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

"Buttons and Bows"

Retirada do filme The Paleface com letra e música de Jay Livingston e Ray Evans, foi esta a canção vencedora do Oscar no ano de 1949.

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domingo, 25 de outubro de 2009

Jennifer's Body - TRAILER e CARTAZ



29.Outubro.2009

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sábado, 24 de outubro de 2009

CinEuphoria Prémios de Cinema: Actualizações

E os filmes a adicionar à já extensa lista dos Prémios CinEuphoria são:
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Closing the Ring
Life Support
Nothing But the Truth
Última Parada 174
X-Men Origins: Wolverine
You Don't Mess With the Zohan
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(não esquecer de votar em Filme, Actor, Actriz, Actor Secundário e Actriz Secundária e para tal consultar lista completa à direita)
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One of the NINE

Aqui fica um aperitivo da magnífica Nicole Kidman no próximo filme Nine de Rob Marshall a estrear entre nós para o próximo ano.
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Zip-A-Dee-Doo-Dah

Em 1948 e vindo do filme Song of the South sai vencedora do Oscar de Melhor Canção Original este "Zip-A-Dee-Doo-Dah" com letra de Ray Gilbert e música de Allie Wrubel.

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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Invictus, o cartaz

Sobre o Nelson Mandela? Com o Morgan Freeman? Um dos potenciais Oscarizáveis do próximo ano? Estou lá de certeza para o ver!
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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Asterix & Obelix cinquenta anos depois

Passa hoje o 50º aniversário destas duas delirantes e deliciosas personagens da banda desenhada que já fizeram igualmente história no cinema tanto de animação como de ficção.

Para s fãs da banda desenhada aconselho vivamente as últimas aventuras com que nos brindaram no cinema, ou seja, Asterix e Obelix Contra César, Asterix e Obelix: Missão Cleopatra ou o mais recente Asterix e Obelix nos Jogos Olímpicos.

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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Blackout (2007)

BlackOut - Reféns do Medo de Rigoberto Castañeda tem uma premissa interessante, apesar de já algo esbatida... Três tipos com um passado diferente ficam encurralados no elevador de um prédio em obras. Sózinhos... os três... num prédio totalmente vazio. Até aqui poderia ser interessante pois pensamos que se o prédio está vazio, até onde poderá então chegar o desespero por que estas pessoas vão passar, algo que é também auxiliado pelos iniciais flashbacks que vamos tendo sobre o que se passou antes para que naquele exacto momento estejam todos ali. No entanto são estes mesmos flashbacks que das três histórias só fazem render uma visto que é essa que se torna mais interessante e apelativa (o mal tenta-nos sempre).
Os clichés habituais estão todos lá... o mau que não o é.... o bom que afinal esconde um verdadeiro mal... a virginal rapariga que lá se vai escapando... a descoberta da mentira... o prédio que afinal não estava amaldiçoado... Enfim... promete mas acaba por não cumprir muito. Distrai durante pouco mais de setenta minutos e além disso não conseguimos retirar nada de extraordinário dele.
Teria sido bom, ou potencialmente bom, caso um dospersonagens (sabemos qual se virmos o filme) tivesse conseguido sair do elevador e chegado ao seu apartamento para eliminar os seus vestígios. Aí sim, conseguia tornar-se não num filme de terror mas num thriller interessante e tenso.
Quanto às interpretações acabam por deixar muito a desejar... Muito mesmo... Não são consistentes e os diálogos percebemos que já os vimos várias vezes em filmes do género o que em nada nos adianta paa se criar algum tipo de empatia para com o filme.
Após o visionarmos rapidamente nos damos conta que foi um filme perfeitamente monótono e como tal totalmente dispensável.




5 / 10

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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Adam Resurrected (2008)

Adam Renascido de Paul Schrader não é um filme de guerra. É sim um filme sobre aqueles que dela saíram sobreviventes. Mas sobreviventes até que ponto? Este filme centra-se principalmente nos traumas que ficaram na mente daqueles que sobreviveram aos campos de concentração à época da Segunda Guerra Mundial.
Temos como actor principal Jeff Goldblum naquele que é, afirmo-o, o seu melhor papel de cinema até à data. Depois de o vermos em filmes de acção, terror, suspense e afins, aqui ele entrega-nos um brilhante papel dramático de fazer render qualquer espectador que arrisque ver este filme que é, inicialmente, dficil de digerir.
Depois de nos depararmos com muitos dos traumas que permanecerem na mente daqueles que sobreviveram e após alguns flashbacks que nos levam à vida da personagem de Goldblum no período anterior à guerra uma nova personagem entra no filme. Mais um habitante do hospício onde grande parte da acção decorre. É graças a esta mesma personagem que o grande trauma de Goldblum se revela e como apesar de se julgar afastado ele estava bem presente ainda na sua memória. É aqui que começamos a tomar conhecimento com o que de facto se passou com ele durante os anos da guerra. É aqui que conhecemos que a sua passagem pelo campo de concentração não foi tão simples quanto aquilo que à partida ele nos quer fazer ver e mostrar.
Jeff Goldblum tem não só a sua interpretação de carreira mas também das melhores que o ano cinematográfico nos presenteou. Contido e despreocupado inicialmente para de uma dor e solidão imensa à medida que o filme nos revela os seus mais cruéis acontecimentos.
O leque de secundários é convincente e coordenados dentro da sua loucura, mas a destacar sempre o papel de Willem Dafoe como o oficial nazi que dominou e torturou psicologicamente Goldblum durante os seus anos de permanência no campo. É apropriado dizer que ele é bom quando faz de bom... Mas EXCELENTE quando faz de mau. Tanto Goldblum como Dafoe têm magníficas interpretações neste filme. Seriam dignas de Oscar caso o filme tivesse tido a devida projecção e propaganda.
Algo que funciona também muito bem no filme é a sua fotografia. A ausência de grandes cores para a presença apenas de uma clara oposição entre o claro e o escuro, o branco e o preto, o cinza como variação. São estas pequenas (grandes) técnicas que nos auxiliam a não perdermos atenção da história do filme que nos vai conquistando aos poucos. E o mesmo se passa com os cenários que são de certa forma minimalistas. Sabemos que estamos no deserto mas pouco dele vemos. Sabemos nos flashbacks que estamos num campo de concentração mas... dele pouco vemos. A presença do que existe simplesmente para nos mostrar em que ponto ou área estamos resulta para que nos cocnentremos apenas na acção e no que nos é revelado tornam o argumento do filme francamente consistente e de não desviar a atenção.
Para tornar alguns momentos mais tensos e dramáticos temos também uma banda-sonora muito bem elaborada por Gabriel Yared que já nos habituou a excelentes partituras.
Adam Renascido é assim um excelente filme que inicialmente se torna algo dificil de digerir mas que à medida que a acção decorre e alguns mistérios são assim desvendados se torna mais um grande filme repleto de grandes emoções e que nos mostra um lado diferente à vida de campo de concentração, mas sim a existência (ou sobrevivência) daqueles que deles saíram com vida.

8 / 10

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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Salazar, A Vida Privada (2009)

Salazar, A Vida Privada de Jorge Queiroga é a adaptação ao cinema da mini-série de dois episódios que a SIC transmitiu em Fevereiro de 2009 com uma pequena variação no nome tendo sido o de televisão A Vida Privada de Salazar.
Dito isto há que falar do filme em si... Tendo visto a mini-série que passou na televisão e depois o filme, concluo que o filme ficou a perder algo. A diferença de duração dos mesmos também existe e ultrapassa os vários minutos que faz com que algumas situações do filme tão depressa chegam como... já passaram.
A história em si está interessante pois é curioso ver uma nova abordagem à vida do ditador português, sendo que no entanto o mostra como um homem carinhoso e afectivo, o que por si só também é algo "perigosa". Aqui a interpretação de Diogo Morgado está relativamente boa, bem como a sua caracterização para os anos em que representa a idade mais avançada do ditador.
Das restantes interprtações há apenas a realçar a de Soraia Chaves que dentro de todo o leque consegue ser agradável e a quase afirmção de Filipe Vargas no papel do Cardeal Cerejeira sedo que esta em última análise ficou muito por desenvolver. As demais interpretações quase que acabam por ser meramente decorativas e sem luz própria limitando-se apenas a "estar lá".
Ainda no que diz respeito às interpretações arrisco-me a dizer que de cinema pouco têm... Em muitos momentos parece que estamos a assistir a uma peça de tele-teatro pois as falas são ritmadas ao passo de ora falas tu ora falo eu.
Aqui nas interpretações, bem como no ritmo da história, o filme perdeu um pouco na transposição de televisão para o cinema. Temos interpretações quase "telenoveleiras" e não de uma produção cinematográfica. Não é necessariamente mau pois a mini-série esteve bem conseguida mas, para cinema, o filme perde algum do seu impacto.
A banda-sonora... Digamos que poderia ter sido logo à partida repensada. Pobre.. muito pobre... e é a sonoridade apropriada se estivessemos a ver um filme passado num cabaret. Não sobre o que é.
Temos uma boa fotografia. Temos um bom cenário e guarda-roupa de época. Temos uma razoável caracterização do actor Diogo Morgado, mas o filme em si está longe de ser aquilo que poderia ter sido feito, mesmo que apenas diga respeito à vida pessoal e sentimental do ditador português. Poderia ter ido mais longe e bem mais consistente.
Quanto ao Diogo Morgado e devido ao impacto que irá ter no próximo ano por participar num filme com o Al Pacino, Jessica Lange e Peter O'Toole está quase óbvio que será um dos nomeados aos Globos de Ouro, mais que não fosse também por este filme ser uma produção da SIC e os referidos prémios serem entregues pela... SIC (apesar do suposto voto popular... o mesmo que deu a vitória ao Aquele Querido Mês de Agosto em vez de ao Amália este ano).

6 / 10

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domingo, 18 de outubro de 2009

The Informant! - TRAILER e CARTAZ



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sábado, 17 de outubro de 2009

CinEuphoria Prémios de Cinema

E os filmes a adicionar à já extensa lista são:
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99 Balloons
Angels & Demons
Blackout
Mal Nascida
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(não esquecer de votar em Filme, Actor, Actriz, Actor Secundário e Actriz Secundária e para tal consultar lista completa à direita)
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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

As novas previsões para os Globos de Ouro 2010

Com Outubro chega mais uma estreia ao cinema português e considerando que é um filme que tem feito sucesso em festivais internacionais de cinema chega a altura de fazer nova avaliação para os próximos Globos de Ouro. Assim...
  • 4 Copas
  • Arena
  • Contrato
  • A Corte do Norte
  • A Esperança Está Onde Menos se Espera
  • Morrer Como Um Homem
  • Nuit de Chien
  • Salazar, A Vida Privada
  • Second Life
  • Singularidades de Uma Rapariga Loura
  • Star Crossed
  • O Último Condenado à Morte
  • Um Amor de Perdição
  • Veneno Cura
  • A Zona

Ainda por estrear temos assim:

  • Águas Mil
  • América
  • Assalto ao Santa Maria
  • Até Onde?
  • A Bela e o Paparazzo
  • Cinerama
  • Duas Mulheres
  • How to Draw a Perfect Circle
  • Quero Ser uma Estrela
  • Os Sorrisos do Destino
  • Uma Aventura na Casa Assombrada

Como tal as previsões para a próxima cerimónia dos Globos de Ouro portugueses são assim as seguintes:

Melhor Filme
A Corte do Norte
Morrer Como Um Homem
Salazar, A Vida Privada
Um Amor de Perdição

Melhor Actor
Diogo Morgado (Salazar, A Vida Privada)
Fernando Santos (Morrer Como Um Homem)
Tomás Alves (Um Amor de Perdição)
Virgílio Castelo (A Esperança Está Onde Menos se Espera)

Melhor Actriz
Ana Moreira (A Corte do Norte)
Catarina Wallenstein (Singularidades de uma Rapariga Loura)
Margarida Carvalho (Veneno Cura)
Margarida Marinho (4 Copas)

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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

The Lovely Bones (TRAILER)

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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

A Single Man (TRAILER)

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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Maria de Medeiros Midsummer's Madness

Midsummer Madness um filme de Alexandre Hahn deu a Maria de Medeiros a nomeação ao prémio de Melhor Actriz Secundária nos prémios de cinema lituanos.
Tem graça como a actriz vai fazendo uma carreira internacional cada vez mais extensa, em papéis principais ou secundários, no entanto em Portugal o seu último registo é, tanto quanto me recordo o seu filme Capitães de Abril. Pergunto-me se não estaria já na altura de alguém convidar a actriz para voltar a filmar em Portugal?!
Enquanto isso não acontece cá fica o trailer do filme que lhe deu a sua mais recente nomeação a mais um prémio.

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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

On the Atchinson... by Judy Garland

Em 1947 a canção original vencedora de Oscar seria a segunda interpretada por Judy Garland de seu nome "On the Atchinson, Topeka and Santa Fe" do filme The Harvey Girls com letra de Johnny Mercer e música de Harry Warren.

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domingo, 11 de outubro de 2009

Morrer Como Um Homem - TRAILER E CARTAZ



15.Outubro.2009

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The Soloist - TRAILER e CARTAZ



15.Outubro.2009

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sábado, 10 de outubro de 2009

CinEuphoria Prémios'09: actualizações

E os filmes a adicionar à já extensa lista são:
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The Hive
Le Scaphandre et le Papillon
Second Life
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(não esquecer de votar em Filme, Actor, Actriz, Actor Secundário e Actriz Secundária e para tal consultar lista completa à direita)
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sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Second Life (2009)

Second Life de Alexandre Cebrian Valente e Miguel Gaudêncio foi um dos primeiros filmes portugueses a estrear este ano. Muito falado e publicitado, imagino os rios de dinheiro que correram para um tão grande "estadão" que foi feito à volta do mesmo, e pergunto eu "para quê?!!!"
O filme é um desastre pegado do início até ao seu demorado final. Demorado considerando que pouco mais de 80 minutos tem é algo já por si notório do desastre que ele é.
Começando pelo início do filme onde estamos aproximadamente dez minutos... sim DEZ... a ver os actores aos pares e os créditos iniciais a relatarem os nomes dos mesmos... Chega o final desses dez minutos e nós não percebemos como é que já passou tanto tempo de filme e ainda estamos nos créditos... Uma idiotice no pior sentido.
A morte... Não direi de quem pois aos corajosos reservo o direito à surpresa (pobres de vocês), mas até esta é absurda. Bom, não tanto a morte mas sim o espectáculo que se lhe segue com TODOS os outros actores À volta da piscina durante os mesmos DEZ minutos a olharem para o corpo e a fazer pose (será que alguém lhes disse que era uma produção da CARAS e não um filme??!!).
A acção em si nada promete... Cenas de homossexualidade que nada mais não são do que um piscar de olho gratuito e mal feito para que o público vá ver duas tipas (que nem boas actrizes são) aos beijos e nuas. A presença de actores que não o são (sim por favor... Fátima Lopes, Luís Figo, Manuela de Sousa Rama e José Carlos Malato por favor NÃO REPITAM).
Uma Lúcia Moniz sub-aproveitada... Um Paulo Pires que já deveria era pensar em fazer filmecos de jeito e não "isto" e sim repito-me... o ar de tortura de dona-de-casa desesperada da Fátima Lopes conservadora e cheia de moral por favor.. não convence nem o meu cão (se o tivesse). Safa (ou talvez não pois o resto é mau demais) a banda-sonora que consegue ter alguns sons interessantes e uma fotografia que consegue também ser convincente.
Finalizando, ainda gostaria de perceber que raio de moda é esta agora de fazer cinema português falado em inglês?! E, se no meio de tudo ainda existisse uma razão, ela desapareceria por completo a partir do momento em que um actor fala em português e o outro responde-lhe em inglês! Totalmente alucinatório e demente! Um espectáculo de horrores aliado a actores que fazem poses! Deprimente!
Second Life é isto... e muito muito mais (de mau) que possa haver no cinema. Um conjunto de idiotices sem nexo, sem conteúdo e que não convence ninguém que tem como única tentativa a desculpa de dizer que se fez "cinema" (que não o é).
Esperemos que a imbecilidade esteja contida e ninguém se lembre no próximo ano de nomear isto a Globos de Ouro pois aí sim seria ainda mais deprimente (como se fosse possível).
Tortuoso... Imbecil... Desnecessário... Ridículo... Eis Second Life!

1 / 10

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Sig

Hoje que chegam os 60 anos de idade (no seu melhor) espera-se também que chegue rapidamente o filme Avatar para nos deliciarmos uma vez mais com esta extraordinariamente brilhante actriz.
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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Paixão vence em África

O Mistério da Estrada de Sintra de Jorge Paixão da Costa foi o vencedor do Prémio de Melhor Filme, Melhor Agumento e Prémio do Público no Festival Internacional de Cinema do Zimbabwe este ano.
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terça-feira, 6 de outubro de 2009

A Voz

É apenas preciso ouvi-la cantar... porque não são precisas muitas palavras para descrever Amália... A sua voz diz tudo. Aqui fica um momento retirado do filme Les Amants du Tage de Henri Verneuil... Imperdível!

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Amália

Passam dez anos desde o desaparecimento do nome maior da voz que deu Portugal ao Mundo. Nome maior do Fado e que também teve várias incursões no cinema, Amália Rodrigues ficará para sempre imortalizada em filmes como Capas Negras ou Fado, História de Uma Cantadeira.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Best Original Song, 1946

"It Might as well be Spring" do filme State Fair com música de Richard Rodgers e letra de Oscar Hammerstein II foi a vencedora do Oscar de Melhor Canção Original no ano de 1946.

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domingo, 4 de outubro de 2009

Orphan - TRAILER e CARTAZ



08.Outubro.2009

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sábado, 3 de outubro de 2009

CinEuphoria Awards'09 os seleccionados vão aumentando

E os filmes a adicionar à já extensa lista são:
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In Bruges
Inkheart
The Oxford Murders
The Secret Life of Bees
State of Play
Vals Im Bashir
The Young Victoria
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(não esquecer de votar em Filme, Actor, Actriz, Actor Secundário e Actriz Secundária e para tal consultar lista completa à direita).
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É ainda a oportunidade ideal de agradecer aos 35 votos expressos durante o passado mês. Continuem com a vossa participação.
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Uma... Sou só eu ou há mais pessoas com saudades ?

Será que já não existem oportunidades ao nível de um Pulp Fiction... Um Kill Bill ou um Ligações Perigosas ? Ela espera mais UMA grande oportunidade... E eu também!
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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

O ano de Going My Way

1945 foi o ano de toda a glória de Going My Way e como tal também a canção saiu vencedora do Oscar. Com música de Jimmy Van Heusen e letra de Johnny Burke eis "Swinging on a Star".

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