quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Four Brothers (2005)

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Quatro Irmãos de John Singleton e com Mark Wahlberg, Fionnula Flanagan, Terrence Howard, Taraji P. Henson, Chiwetel Ejiofor e Tyrese Gibson é um bom exemplo de entetenimento e de acção que nos consegue cativar.
Tudo começa quando Evelyn Mercer (Flanagan) é morta numa loja de conveniência. É então que os seus quatro filhos, Bobby (Wahlberg), Angel (Gibson), Jeremiah (André Benjamin) e Jack (Garrett Hedlund) se reunem para saber o que realmente aconteceu à sua mãe e desmascarar não só a corrupção por detrás da polícia, da política e do próprio bairro que se conformou a uma realidade que pensa não poder combater.
Escusado será dizer que acção não nos irá faltar com este filme e que se o olharmos por essa perspectiva e não como algo transcendente, este filme cumpre os seus propósitos que, maioritariamente, passam apenas e só pelo entretenimento para um público que quer apenas ver um filme para descomprimir.
A química entre os quatro actores principais resulta na perfeição, o que é provavelmente o factor mais importante de todo o filme e que, como tal, o faz resultar muito bem ao ponto desta empatia resultar depois para nós espectadores.
Os dois pontos altos do filme, a meu ver pelo menos, prendem-se em primeiro lugar com a interpretação de Chiweter Ejiofor. Este actor britânico, do qual já assisti a um bom conjunto de trabalhos, criou na minha óptica a imagem de bom da fita.. o tipo porreiro de que todos nós achamos poder ser "amigos". No entanto, neste trabalho, é o total oposto daquilo que já nos havia habituado. Aqui não só é o vilão de serviço como também o desempenha com requintes de malvadez e sadismo que em primeiro lugar nos deixam espantados e depois... admirados. Não criamos simpatia por ele, pelo menos espera-se que não, mas no entanto não somos capazes de dizer que tem aqui uma interpretação muito forte.
Finalmente o segundo ponto alto do filme é sem dúvida a perseguição automobilistica no meio de um nevão que consegue ser um dos dois segmentos mais intensos do filme e que resulta muito bem criando, no entanto, uma divisão no climax do filme juntamente com o segmento final entre Ejiofor e Wahlberg.
Interessante, bem dirigido apesar da sua história "banal", o filme resulta não só pela química cnseguida entre actores como também pelos seus momentos de acção bem trabalhados. Como puro entretenimento é um filme a reter.
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7 / 10
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