sábado, 10 de setembro de 2016

MOTELx premeia o realizador António de Macedo

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O MOTELx - Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa nesta que é a sua décima edição, premiou hoje o realizador português António de Macedo (Julho 1931) com o seu troféu máximo - Garra de Carreira - num momento que precedera a estreia mundial do seu último filme O Segredo das Pedras Vivas, constituindo-se como o primeiro cineasta nacional a receber o referido galardão.
Concebido inicialmente como uma longa-metragem que deveria ter estreado no início da década de 90, O Segredo das Pedras Vivas foi posteriormente editado como uma mini-série para a RTP com o título de O Altar dos Holocaustos e com as interpretações de Manuel Cavaco, Helena Isabel, Eugénia Bettencourt, Rui Luís Brás, Joaquim Rosa, Carlos Coelho, Catarina Avelar, Rita Salema, André Gago, João Lagarto, João Reis, Luís Lucas, Alexandre Melo e Maria d'Aires, entre outros, tendo agora encontrado aquele que foi o seu propósito inicial como uma longa-metragem de aproximadamente duas horas.
António de Macedo, considerado como o único realizador assumidamente fantástico - fontes do festival - dirigiu as longas-metragens como Domingo à Tarde (1966), Sete Balas para Selma (1967), Nojo aos Cães (1970), A Promessa (1973), O Princípio da Sabedoria (1975), As Horas de Maria (1979), O Príncipe com Orelhas de Burro (1980), Os Abismos da Meia-Noite (1984), Os Emissários de Khalom (1988), A Maldição do Marialva (1991), Chá Forte com Limão (1993) e agora o já referido O Segredo das Pedras Vivas (2016).
António de Macedo - já galardoado com o Sophia Carreira da Academia Portuguesa de Cinema - foi ainda realizador de documentários como A Criança e a Justiça (1973), As Armas e o Povo (1975) e Santo António de Todo o Mundo (1996) entre inúmeros curtas-metragens tanto no género de ficção como documental.
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